Pesquisa Abras

ABRAS inicia Pesquisa Índice de Confiança do Supermercadista.

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em parceria com a GfK, iniciou a Pesquisa Índice de Confiança do Supermercadista. O objetivo é identificar o sentimento dos empresários de supermercados em relação às perspectivas de desempenho do setor, constituindo-se em mais uma ferramenta de análise para o empresariado.

 

Para participar é fácil e rápido, só leva alguns minutos. Basta clicar aqui e acessar o link para preenchimento da pesquisa. Todos os respondentes terão acesso à divulgação dos resultados do Índice de Confiança dos Supermercadistas.

 

Supermercadista, não fique de fora de mais essa importante pesquisa. Sua participação é fundamental para melhorar ainda mais o setor!

 

Fonte: Portal Abras

Indústria Farmacêutica Gôndolas Prol.
Gôndolas Prime Light.Gráfico - Mercado farmacêutico

Mercado farmacêutico cresce 12% no 1° trimestre

O faturamento do mercado farmacêutico pelo canal farmácia no Brasil saltou de R$ 9,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014 para R$ 10,7 bilhões no mesmo período de 2015, o que representa um aumento de 12%.

 

Considerando os últimos 12 meses, entre abril de 2014 e março de 2015, o faturamento cresceu 11,5% ante o ano anterior, alcançando R$ 43,1 bilhões. Os dados são da IMS Health, compilados pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

 

Gráfico - Mercado farmacêutico

 

“Mesmo nesse momento difícil da economia, a indústria farmacêutica está apresentando um crescimento praticamente estável e muito acima de outros setores. Isso já aconteceu em situações semelhantes e se justifica pelo fato dos medicamentos serem produtos de primeira necessidade. Contudo, não descartamos a possibilidade de haver um impacto negativo no decorrer do ano”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma.

 

O número de doses comercializadas também cresceu. Foram 32,5 bilhões no primeiro trimestre de 2015 ante 29,6 bilhões no mesmo período do ano anterior; aumento de 9,8%. Já nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 8,5%; o total de doses vendidas passou de 121,6 bilhões para 132 bilhões.

 

Com crescimento do mercado farmacêutico as farmácias estão investindo para conquistar maior fidelidade com os clientes, na Prol conseguimos constatar isto com maior saída das Gôndolas Prime Light, que possuem colunas 40x30mm, e são ideais para farmácias.

 

 

A divisão do mercado sofreu algumas alterações. Os medicamentos de referência, que representavam 44% das vendas em 2011, passaram a responder por 39% em 2015. Já os medicamentos similares ganharam mercado, passando de 43% para 48%. Os genéricos se mantiveram estáveis com 13%.

 

“Para o crescimento ser ainda maior, dependemos de alguns pontos que precisam ser resolvidos pelo país. O primeiro deles é o fato de não haver uma resposta organizada e realista para a questão do acesso. Cerca de 74% dos medicamentos brasileiros são comprados e pagos pelo bolso das pessoas, sem apoio do governo. Isso significa que a medicação mais complexa e mais cara acaba não chegando à maioria da população”, comenta Britto.

 

O segundo ponto é a questão tributária. “O Brasil é campeão mundial em imposto sobre medicamentos. Temos uma situação injusta porque mesmo olhando os tributos dentro do país, o medicamento paga mais do que outros produtos, como, por exemplo, biquíni e ursinho de pelúcia; e isso prejudica o acesso da população aos tratamentos que precisa”, conclui.

 

Fonte: Site Investimentos e Noticias

Comportamento de Compra

Criar anúncios personalizados usando histórico de compra do cliente.

Um dos segmentos que mais vêm utilizando a estratégia é o de supermercados. As redes conseguem mapear um comportamento padrão de compra individual, desde que o cliente se identifique no caixa. Dá para saber quais produtos ele compra recorrentemente, qual seu tíquete médio, além da frequência e o dia da semana em que vai à loja.

 

"Queremos personalizar o varejo para fidelizar o consumidor. Os supermercados acostumaram o brasileiro a correr atrás de mega promoções, mas esse cliente muitas vezes não volta", explica a gerente de marketing e fidelidade do Extra e do Pão de Açúcar, Silvana Balbo.

O segredo para isso é convencer o cliente a informar seu CPF no caixa e a fazer um cadastro na companhia. Não é à toa que varejistas de todos os segmentos vêm estruturando programas de fidelidade, que dão descontos ou prêmios aos clientes que mais compram. Redes como Pão de Açúcar e O Boticário têm programas próprios, enquanto outras recorrem a redes de coalizão, como Multiplus, Smiles, Dotz e Netpoints, e dão aos clientes os pontos das parceiras.

De olho nos benefícios, os clientes se identificam e, assim, as empresas conseguem entender seu comportamento de consumo e desenhar campanhas personalizadas. O Extra, por exemplo, já enviou 200 mil malas diretas customizadas para os consumidores cadastrados no Clube Extra, programa de fidelidade lançando pela rede há um ano.

 
A correspondência traz cupons de desconto justamente para produtos ou categorias que o cliente já compra. Quem compra produtos para bebês, por exemplo, recebe promoções de fraldas e de lenço umedecido. Já os que costumam levar cerveja, ganham cupons promocionais para bebidas. A rede também oferece descontos em produtos bem específicos e com compra recorrente, como pão sem casca integral, para surpreender o consumidor e mostrar que o promoção foi feita sob medida para ele.

 
Os clientes trocaram 17% desses cupons. "É uma taxa de conversão altíssima. O esperado para uma mala direta é de 0,5%", avalia Adriano Araújo, diretor-geral da dunnhumby no Brasil, consultoria de análise do comportamento do consumidor que trabalha com o Grupo Pão de Açúcar. "As varejistas perceberam que é mais fácil fazer o seu próprio cliente comprar mais do que roubar um cliente da concorrência", afirma Araújo. No caso do Extra, cerca de 30% dos clientes que receberam a mala direta fizeram uma visita a mais nas lojas.

 
A rede de supermercado mineira Super Nosso conseguiu elevar em 66% a receita com vinhos durante as duas semanas em que ofereceu aos clientes pontos adicionais da empresa de fidelização Dotz para compras de um grupo de rótulos. Os clientes habituados a comprar bebidas alcoólicas, queijos e outros produtos premium foram avisados da promoção por e-mail ou mensagem no celular.

 
Para o presidente do Dotz, Roberto Chade, o próximo passo do varejo é lançar ofertas customizadas no ponto de venda. "Já existem tecnologias que identificam o cliente quando ele passa na gôndola e enviam a ele uma oferta pelo celular", afirma Chade.

 
Outra abordagem do varejo e das empresas de fidelização é negociar com a indústria ofertas para um público segmentado. Uma fabricante de xampu, por exemplo, pode oferecer descontos - ou pontos - para clientes de um supermercado que compram a marca concorrente. "O retorno sobre o investimento dessas campanhas é acima de 200%, considerando o custo da mala direta e o desconto oferecido no produto", explica Carlos Formigari, presidente da Netpoints.

 
Navegação. Além do histórico de compra, as empresas acompanham o comportamento do consumidor na web para lançar ofertas exclusivas. Multiplus e Smiles, por exemplo, conseguem identificar quando o cliente pesquisa preços de passagens aéreas para destinos específicos e enviar promoções para ele exatamente para o que procurou. A Smiles diz que o índice de clientes que abrem os e-mails customizados é 50% maior do que os que trazem ofertas padrão.

 
As estatísticas também servem para "adivinhar" o que o consumidor precisa. "Se ele compra a passagem, você pode oferecer o hotel. Se ele compra tênis de corrida, dá para oferecer bermuda", explica o presidente da Multiplus, Roberto Medeiros. Segundo ele, a vantagem da rede de coalização é que ela consegue mapear o comportamento do consumidor em diferentes varejistas.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Phygital Phygital

Sua empresa sabe ser “Phigital”?

Se você trabalha com varejo você tem que estar por dentro dessa nova tendência.

 

Oferecer uma experiência completa ao consumidor aliando o que mais ele valoriza na loja física e no e-commerce é o grande desafio do varejo no futuro.

Unir a experiência do online e da loja física é o que define o conceito de "phigital", que será um dos maiores desafios do varejo daqui para a frente.

 

"Precisamos esquecer as divisões – in-store, e-commerce, m-commerce ou social commerce – e pensar commerce como um todo", afirma Mauro Dorfman, presidente do Sistema Dez. Quando isso acontece, diz ele, a marca da empresa é fortalecida.

 

Entenda melhor nesta entrevista do Supermercado Moderno com Mauro Dorfman.

 

Quais as vantagens de a rede ser "phigital"?

 

O varejo caminha para a queda de barreiras entre o mundo físico e digital. O consumidor que entra na loja física é cada vez mais o mesmo que pesquisa e compra no e-commerce. No Retail Big Show, realizado em janeiro em Nova Iorque, discutiu-se muito a jornada do shopper, que consiste em ele ser impactado pela marca em diversos pontos de contato. Entre as redes que estão trilhando bem esse caminho está a Whole Foods, que oferece uma experiência completa ao consumidor. Isso desde os produtos de extrema qualidade, facilidade de compra e informação para se levar uma vida saudável. Já a italiana Eataly se destaca na reafirmação da loja física ao se tornar um ponto de encontro. Mantém no mesmo ambiente, por exemplo, mercado, restaurante e escola de culinária.

 

O que mais tem sido feito para unir a experiência online à da loja física?

 

A Bonobos, loja de roupa que se afirmou no e-commerce, agora chega ao mundo físico. Na loja, que não tem estoque, é possível tocar e testar os produtos. As compras são entregues na casa do cliente em alguns dias. É uma compra online com as vantagens da experiência concreta da loja física. Outro exemplo é a cadeia de shoppings Westfield. Ao combinar plataformas digitais, aplicativos e manejo de dados do consumidor, é possível pesquisar e programar visita ao estabelecimento, reservar produtos, se orientar pelo estacionamento, pagar e até receber tudo o que foi comprado em casa.

 

É possível uma rede varejista ter sucesso focando apenas a experiência física?

 

Não existe uma única fórmula para todos. É possível que, no futuro, seja um diferencial ser 100% analógico para alguma operação de nicho. Mas é um risco não testar os canais digitais, pois é impossível saber qual iniciativa se afirmará, num tempo em que a tecnologia e a cultura mudam com uma velocidade inédita. Difundir a cultura digital na organização é tarefa central das lideranças. E aqui vale um paralelo com o trabalho de consolidação da marca, que não deve ser entregue apenas ao marketing. O digital também não deve ser exclusivo de TI ou do e-commerce. Devem ter espaço relevante na agenda do presidente e da alta diretoria.

 

Fonte: Supermercado Moderno

Prol Blog- Estoque de Autopeças

Metodologia para manter um bom estoque de Autopeças.

Nos dias atuais, manter um estoque de peças pode ser uma dor de cabeça extra, mas também uma oportunidade, caso o reparador seja organizado e consiga desenvolver um sistema de reposição eficiente.

Mostraremos como o reparador pode utilizar o estoque para melhorar a rentabilidade da oficina.

 

Inflação

 
Nos tempos de superinflação, quando os preços variavam todos os dias, sempre para cima, ter um grande estoque de peças até era um bom negócio, de forma tal que oficinas e lojas de varejo ganhavam muito dinheiro com a venda de componentes.

Nem sempre ter muitas peças é um bom sinal; peças devem ser compradas de acordo com estudo de necessidade.

Uma vez tomada a decisão se é viável o estoque, o passo seguinte é o planejamento do estoque, caso seja apurado mais benefícios do que prejuízos.

 
Um dos requisitos para montar um estoque é conhecer quais são as peças de maior rotatividade. Isso porque o objetivo principal de se armazenar componentes é agilizar o processo produtivo. Assim, antes mesmo de pensar em sair comprando, é preciso planejar.

 
Primeiramente, é fazer um levantamento dos modelos mais atendidos pela oficina, separados por marca, modelo, motorização e ano. É a partir destas informações que o reparador decidirá quais os tipos de peças que valem a pena investir.

 
Uma dica é fazer o levantamento dos carros de quem já é cliente da oficina e, a partir daí, consultar com qual regularidade faz manutenção. Procure ter sempre em mãos peças que você sabe que vai utilizar em uma manutenção rápida.

 
Uma vez definido quais peças valem a pena manter em estoque, o passo seguinte é elaborar um sistema de controle eficiente, para que não faltem componentes e isso não atrapalhe o andamento da oficina.

 
É possível montar o estoque a partir do tempo de renovação, por grupos de peças. Assim, um grupo A seriam as peças de renovação semanal, o B, mensal e o C, trimestral. Com isso, fica mais fácil programar a compra e, dependendo dos volumes, passa a valer a pena adquirir de fornecedores atacadistas.

Como estocar as peças?

 
Com esse planejamento em mãos é hora de planejar onde e como serão estocadas essas peças, e é aí que a Prol tem as melhores soluções para você. Nossas estantes de aço possuem três linhas ideais para o seu negócio, a primeira linha tem alta capacidade de carga e é ideal para autopeças.
Outro diferencial da Prol é que oferecemos projeto, consultoria, entrega e montagem sem custo adicional em todo o Brasil.

 

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Compro ou uso a do estoque?

 

Ao montar um estoque, é preciso ter em mente que os componentes ali guardados são para um fim específico: agilizar a produtividade. Assim, quando entra um carro para fazer uma manutenção mais demorada, que exigirá a aquisição de diversas peças, não faz sentido utilizar o estoque, a não ser que o mercado de reposição esteja desabastecido.
Além disso, nestes casos, fica mais fácil justificar o custo da manutenção, pois o reparador tem como comprovar, através da nota fiscal da loja, o preço das peças adquiridas.

 

Fonte: Oficina Brasil