Dicionário merchandising ponto de venda. PDV NEWS

Dicinonário do Merchandising no PDV

Aqui vai uma breve resumo dos principais Materiais de Merchandising no Ponto de Venda, em breve a PDV News irá disponibilizar material completo e lançamento de um livro sobre o assunto.

 

01 – Balcão de Degustação ou Balcão Expositor

 

Sua origem é indeterminada, mas o seu uso no Brasil começou na década de 90 e desde lá os balcões promocionais tem tido papel fundamental na demonstração e degustação de diversos produtos. O mais comum é encontrarmos modelos desmontáveis em madeira ou plástica. Os modelos de madeira geralmente são utilizados para degustações mais sofisticadas pois eles possuem um requinte maior, suportam mais peso e calor, já os balcões plásticos geralmente são utilizados para venda de serviços ou produtos que não exijam peso sobre ele ou calor.

 

Exemplos usuais:

Balcões em madeira;

Balcões em plásticos

 

 

08 – Bandeja de Degustação ou Bandeja Expositora

 

 

Excelente Material de Merchandising e apoio a ações promocionais, essas bandejas geralmente são confeccionadas através de vacuum forming em PSAI e podem ter compartimentos personalizáveis através de divisórias internas. Fixadas sobre os ombros dos promotores permitem que a ação seja móvel o que possibilita um Cross Merchandising dinâmico no Ponto de Venda.

Tradicionalmente as bandejas expositoras são brancas com as alças coloridas de acordo com a comunicação visual, mas existem demandas que exigem bandejas coloridas e estas mudanças estão vinculadas a lotes mínimos para fabricação devido a compra mínima de matéria prima.

 

 

 

02 – Coolers Promocionais:

Coolers Isotérmico;

Coolers Refrigerados.

 

 

03 - Cesto Expositor

 

 

Usualmente fabricado em arame, pode ter acabamento em pintura epóxi (eletrostática) ou cromado é muito utilizado como ilhas fixas para exposição de produtos pequenos e com alto giro, nos corredores geralmente acomodam queijo ralado, mas não se limita a esse produto somente, no departamento de FLV (Frutas, Legumes e Verduras) podem acondicionar frutas mais resistentes a fricção como laranjas, tomates, etc.

 

 

04 – Displays Expositores

 

 

Display expositor é todo e qualquer dispositivo que acomode e demonstre um produto, independente do local de destino, basicamente temos três disposições de display:

Display de balcão;

Display Carona;

 Display de chão.

 

 

 

05 – Régua de Gôndola

 

 

Como o próprio nome diz possui o formato de uma régua, pode ser produzida em papel e diversos materiais plásticos, o que será fator de decisão na matéria prima é o acabamento final da peça e sua duração no Ponto de Venda, já que as peças plásticas possuem uma vida útil infinitamente maior a do papel, para pequenas tiragens é indicada a impressão digital e com a evolução dos equipamentos de impressão hoje já possuímos equipamentos que imprimem diretamente no plástico, para médias tiragens a utilização da serigrafia é a mais indicada, pois a relação custo beneficio pode ser boa, mas se falarmos de grandes tiragens o processo de impressão deve ser o offset, já que a grande maioria das impressoras podem imprimir facilmente mais de 50mil peças numa única hora.

 

Os formatos mais utilizáveis são 30cm x 4cm e 40cm x 4cm, isso se deve ao fato da maioria das gôndolas possuírem 120cm e portanto serem múltiplos, não que isso seja obrigatório e até porque formatos muito utilizados como o Tetra Pak possuem 7,5cm e 10cm que também fazem múltiplos aos formatos citados.

 

 

 

05 – Faixa de Gôndola

 

 

A única diferença entre a régua e a faixa de gôndola é que na faixa ela necessariamente deve ter um formato em “L”, para sua fixação na gôndola geralmente são utilizados fitas dupla face, as medidas de largura que devem ser consideradas são as mesmas das réguas, mas o departamento de criação deve ficar atento a altura do frontal, pois ao mesmo tempo que se deve chamar atenção no Ponto de Venda , não pode tampar a embalagem do produto.

 

 

 

05 – Cantoneira de Gôndola

 

 

Também produzida no formato “L” somente com uma dobra a mais pois o frontal deve acomodar uma régua de gôndola ou precificadores do próprio varejo, por esse motivo ela deve ser produzida em material transparente, geralmente este tipo de material é produzido para a marca institucional e seu propósito é demarcar lugar na gôndola e segurar lugar na possíveis rupturas de produto. As medidas utilizadas geralmente são 30cm x 5cm e 40cm x 5cm.

 

 

 

11 – Wobbler ou Dangler

 

 

É um material de Merchandising utilizado geralmente em supermercados, é colocado a frente das prateleiras das gôndolas, geralmente na altura dos olhos, com o intuito de informar sobre um lançamento ou somente sobre as vantagens de adquirir determinado produto. Seu formato geralmente é redondo em torno de 15 a 18 centímetros de diâmetro, outra característica do Wobbler é que normalmente ele é sustentado por uma haste de plástico transparente, Acetado caso ele seja fabricado em papel (para campanhas curtas) ou no próprio material que ele é fabricado, geralmente ele é encaixado no perfil porta etiquetas ou por baixo do produto e fica “flutuando” em frente à prateleira. Wobbler é um dos material de Merchandising mais utilizados em Ações Promocionais no Ponto de Venda pelo seu baixo custo de produção, embora estatísticas provem que sua duração na gôndola é menor que 7 dias em média.

 

 

 

12 – Stopper ou Divisor de Categorias

 

 

A diferença básica entre o Stopper e um Divisor de Categorias é no seu tamanho, por tradição os Stoppers possuem de 20 a 40 centímetros de altura e com o máximo de 15 centímetros de largura para não atrapalhar a locomoção no Ponto de Venda, já que ele fica perpendicular a gôndola. Existem dois tipos básicos de Stoppers os produzidos em papel que são indicados para campanhas curtas e são fixados por dobras especiais e fitas dupla face, já os feitos em material plástico (PSAI, PETG, Acrílico, etc) estes são indicados para durar mais no Ponto de Venda e são fixados através de suportes mais robustos e com roscas ajustáveis, o Grupo HSD desenvolveu um método de fixação exclusivo e patenteado que além de ser ecologicamente correto, propicia níveis altíssimos de produção.

 

 

 

10 – Tira Strip

 

 

Material basicamente utilizado para Cross Merchandising e estimulo da compra por impulso, basicamente é uma tira plástica com diversas cavidades onde se fixam os produtos, possuem uma testeira superior para exploração de marca ou ação da campanha, quando os produtos como caixas não possuem suporte ou aste para fixação são utilizados Hang Tabs para fixar o produto na Tira Strip. Um exemplo clássico de uso são as tiras com queijo ralado no corredor do macarrão, ou as tiras com pacotes de salgadinho nos corredores de cerveja.

 

 

 

06 – Moldura de Gôndola

 

 

Serve para demarcar frontalmente e delimitar o espaço da categoria de produtos na Gôndola, geralmente fabricada em PS ela deve ser retrátil para facilitar a montagem e adequação em diversos Pontos de Venda.

 

 

 

07 – Organizador de Gôndola

 

 

Bandeja organizadora de gôndola, feita para demarcar e organizar produtos pequenos como saquinhos de sucos e sopas, ou pequenas caixas com a de achocolatados e sucos infantis, pode ser personalizada e injetada em material 100% reciclado.

 

 

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Fonte: PDV NEWS

Neuromarketing Você Também Pode. 2/6: Informática Neuromarketing_Lingerie_Prol

Série Neuromarketing – Você Também Pode. (4/6: Lingerie)

Hoje o assunto é LINGERIE.

Nesta série mostramos algumas estratégias e técnicas de neuromarketing para conquistar os consumidores. Bem-vindo à série “Neuromarketing – Você também pode”.

 

Dividimos esta série em 6 partes: Lanchonete, Informática, Departamento, Lingerie, Restaurante, Supermercado.

 

- Veja primeira parte "1/6: Lanchonete" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-16-lanchonete/ )

 

- Veja segunda parte "2/6: Informática" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-2_6-informatica/ )

 

- Veja terceira parte "3/6: Departamento" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-3_6-departamento/

 

Então vamos para as dicas:

 

Neuromarketing_Lingerie_Prol

 

 

1) LOJA PERFUMADA

 

Um perfume traz lembranças e deixa o consumidor mais emotivo. Segundo pesquisa alemã, perfumar o ambiente aumenta em até 15% a probabilidade de uma venda.

 

2) PREÇO SIMPLES

 

O formato curto do preço faz parecer que o valor é menor. A forma "34" é melhor que "34 reais". Se as letras forem pequenas, o preço parecerá ainda menor.

 

3) DEFEITOS ESCONDIDOS

 

Com iluminação indireta, o cliente enxerga menos os detalhes de seu corpo, fica mais satisfeito com a roupa e acaba comprando.

 

E além de tudo isso você tem as soluções Prol em Móveis de Aço, Exposição e Armazenagem, com muito mais qualidade, preço justo e os benefícios que só a Prol pode oferecer. Projetos realizados por especialistas, entrega e montagem em todo o Brasil, sem cobrar adicional.

 

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No próximo episódio da série iremos falar sobre RESTAURANTES, que tal? Fique de olho que o "Neuromarketing - Você Também Pode" volta semana que vem!

 

 

Fonte: Uol Economia

Vendas com exposição na loja supera perdas com furtos .

Confinar Produtos Prejudica Vendas.

Confinar produtos prejudica as vendas. Segundo estudo, ganho de vendas com exposição na loja supera perdas com furtos.

 

 

O estudo foi realizado pela Unilever pois muitas lojas praticam o confinamento de produtos em armários fechados pelo medo de furtos, e o resultado foi que isto acaba reduzindo as possibilidades de venda.

 

 

A fabricante Unilever realizou o estudo com pessoas de diferentes regiões do Brasil que são responsáveis pelas compras da casa, para entender a limitação que o confinamento de produtos de perfumaria traz para o seu consumo. O resultado mostrou que essa não é uma estratégia eficiente. “As vendas dos produtos no ponto natural, sem confinamento e com exposição correta, sempre superam as perdas com furtos”, aponta Lais Farhat, gerente de desenvolvimento de supermercados da Unilever.

 

 

Segundo outra pesquisa, essa do Provar (Programa de Administração de Varejo) sobre perdas, setores de higiene e perfumaria são considerados pelo supermercadista o segundo no ranking de alto risco, atrás apenas das bebidas. E, para combater os furtos desse e de outros departamentos, 91% usam confinamento ou áreas controladas de exposição.

 

 

O problema é que essa medida pode ter impacto diferente sobre o consumidor, dependendo do produto. No caso de um uísque, o shopper sabe que precisa pedir a bebida a um funcionário e, em muitos casos, não se incomoda. Mas, quando se trata de um desodorante, não estar ao alcance das mãos é o bastante para evitar a compra. “Identificamos que 93% das mulheres pegam, sentem o cheiro e olham em detalhe o aerossol; e 60% de quem interage acaba comprando”, destaca Lais. “Além de dificultar a compra e experimentação, o confinamento parece ofensivo ao shopper”, completa a executiva da Unilever. Afinal, ninguém gosta de ser tratado como potencial ladrão no ponto de venda.

 

 

Redes que perceberam a limitação do confinamento apostaram em soluções alternativas de segurança. Na Coop, rede com 28 unidades na Grande São Paulo, são usadas etiquetas antifurto, que geram um alerta se não forem registradas no checkout antes da saída da loja, além de monitores de autovisualização nos corredores. “A pessoa se vê no monitor e, caso esteja com a ideia de furtar, provavelmente ficará inibida. As imagens também podem ser usadas para identificar quem furtou”, explica Vanessa Urbieta, coordenadora da área de prevenção de perdas da empresa.

 

 

Na exposição, em vez de fechar produtos como desodorantes em armários, são usadas gôndolas organizadoras, que não ficam totalmente fechadas. “Essa caixa deixa o produto um pouco mais protegido. Evita ao menos os furtos por arrastão”, diz Vanessa. Ela lembra que esse é uma prática usada por criminosos para praticarem roubos nos supermercados. Outras categorias sensíveis, como maquiagens, esmaltes e sabonetes íntimos femininos, ficam expostos em pontas de gôndolas de corredores centrais, com grande circulação de pessoas, o que acaba inibindo os ladrões. Já refis de aparelhos de barbear, também grande alvo dos furtos, ficam em caixas acrílicas, também mais protegidas.

 

 

As medidas não evitam 100% dos furtos, mas ao menos uma parte significativa, segundo a profissional da Coop. “Claro que ainda acontece, porque tem gente que não está nem aí. Mas a sensação de insegurança para quem pensa em furtar aumenta”, afirma. Com menos perdas, os produtos reforçam de forma mais significativa o caixa do supermercado. Na Coop, as vendas dos desodorantes crescem 9% ao ano. Já as maquiagens, 3%.

 

 

Outra forma de trabalhar por maior segurança é fazer parcerias com a indústria. Os protetores solares já chegam à Coop com etiquetas eletrônicas inseridas pelos fabricantes, segundo Vanessa. “Afinal, eles também estão interessados na redução das perdas”, afirma a coordenadora. Ou seja, não faltam meios mais criativos para aumentar a segurança da loja e, ao mesmo tempo, não limitar as vendas.

 

 

 

 

Agora que está mais que comprovado, que a pratica de exposição dos produtos aumenta as vendas consideravelmente, é hora de você repensar seu negócio com as soluções em exposição e móveis de aço da Prol.

 

 

 

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Fonte: Supermercado Moderno

Neuromarketing Você Também Pode Neuromarketing - DEPARTAMENTO

Série Neuromarketing – Você Também Pode. (3/6: Departamento)

Nesta série mostramos algumas estratégias e técnicas de neuromarketing para conquistar os consumidores. Bem-vindo à série “Neuromarketing – Você também pode”.

 

Dividimos esta série em 6 partes: Lanchonete, Informática, Departamento, Lingerie, Restaurante, Supermercado.

 

- Veja primeira parte "1/6: Lanchonete" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-16-lanchonete/ )

 

- Veja segunda parte "2/6: Informática" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-2_6-informatica/ )

 

Hoje o assunto é DEPARTAMENTOS.

 

Neuromarketing - DEPARTAMENTO

 

1) CAMINHO MAIS LONGO

 

Escadas rolantes são posicionadas de forma que o cliente precise andar pela loja inteira para encontrá-las. O objetivo é fazer com que ele passe por diversos setores da loja e seja tentado a comprar.

 

2) VISÃO TOTAL

 

O pé-direito alto permite ao consumidor ter uma visão ampla. Dessa forma, tenderá a circular por toda a loja, aumentando as chances de compra.

As lojas de informática costumam ter pé-direito baixo. O objetivo é fazer o consumidor se concentrar mais nos detalhes dos produtos, atitude essencial para a venda.

 

3) ESPAÇO PARA EXPERIMENTAR

 

Quanto maior o provador de roupas, mais à vontade o consumidor fica. Isso faz com que ele passe mais tempo experimentando peças, o que aumenta as chances de compra.

 

E além de tudo isso você tem as soluções Prol em Móveis de Aço, Exposição e Armazenagem, com muito mais qualidade, preço justo e os benefícios que só a Prol pode oferecer, projetos realizados por especialistas, entrega e montagem em todo o Brasil, sem cobrar adicional.

 

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No próximo episódio da série iremos falar sobre lojas de LINGERIE, que tal? Fique de olho que o "Neuromarketing - Você Também Pode" volta semana que vem!

 

 

Fonte: Uol Economia