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Nova Linha Check-Stand Prol Móveis de Aço

 

 

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6 Passos PDV do Futuro

Os 6 Fatores do PDV do Futuro.

Na abertura do WRC em Roma, palestra sobre design e tecnologia reforça importância do fator humano

 

 

Embora a tecnologia seja predominante nos estandes que ocupam grande parte do hotel Rome Cavalieri, em Roma, a abertura da edição 2015 do World Retail Congress mostrou que, na realidade, tecnologia pode ser ótima, desde que integre o fator humano. Sem isso, é um desperdício de tempo e dinheiro.

 

 

Essa é a opinião do jornalista John Ryan, editor das revistas Retail Week e Drapers, no Reino Unido, e editor europeu da revista americana de design de varejo VMSD. “Colocar tecnologia é fundamental, desde que exista humanidade na loja. Quem tem feito isso muito bem é o varejo de luxo”, afirma. É o caso da Burberry, que equipa todos os vendedores com iPads para que eles possam ter acesso a todas as informações sobre os produtos. “Mas o primeiro passo continua sendo o atendimento personalizado, que diferencia a marca da concorrência”, explica.

 

 

Em sua apresentação, Ryan trouxe inúmeros exemplos de lojas inspiradoras em todo o mundo, chegando a seis fatores essenciais para o que será o PDV do futuro:

 

 

1) Grandes com cara de pequenas

 
As lojas serão cada vez mais aconchegantes. Mesmo grandes lojas de departamentos buscam criar ambientes mais acolhedores, que estimulem o cliente a permanecer por mais tempo, experimentar produtos e comprar.

 

 

2) Tecnologia: invisível ou ao alcance dos dedos

 
Das duas, uma. Ou a tecnologia é tão sutil que passa despercebido, ou está muito aparente e convida o cliente a interagir. Ryan traz, como exemplo, a Pro-Direct, varejista inglesa de artigos esportivos. Há anos a empresa utiliza beacons nos PDVs e suas lojas mais avançadas são totalmente digitais. “Ao mesmo tempo em que os beacons estão escondidos para que o cliente foque os produtos e não a tecnologia, terminais touch screen permitem que os consumidores vejam, em um painel na loja, como ficarão as roupas e calçados que ele escolheu, em uma simulação digital que combina on-line e off-line”, explica. O resultado é um tíquete médio da ordem de £120 (R$ 600,00).

 

 

3) Os pequenos, cada vez mais especializados

 
Para o pequeno varejo, o caminho é a especialização, que agrega experiência e conhecimento ao processo de compra. Na Austrália, a T2 é uma rede de lojas de chá, que não apenas vende folhas embaladas em saquinhos: o ponto de venda é um lugar de experimentação, com um visual encantador, possibilidade de sentir o aroma de cada tipo de chá, preparação da bebida no local e a compra propriamente dita. “O design dos produtos e processos torna a compra muito mais interessante. É lúdico, estimulante e informativo”, comenta Ryan.

 

 

4) Produtos que interagem

 


A Internet das Coisas ainda é, em grande parte, uma promessa. Mas uma promessa muito boa. A Target abriu em San Francisco, nos Estados Unidos, a Open House, uma loja em que os produtos estão conectados e levam as informações aos celulares de quem transita pelo PDV. “A Open House não foi criada com o objetivo de venda, mas bem poderia ser. O engajamento com os clientes acontece na tela que o cliente leva consigo o tempo todo (o celular), uma alternativa mais simples, barata e tecnologicamente avançada que qualquer coisa que o varejista queira implementar”, alerta.

 

 

5) Mais com menos

 
Simplicidade pode ser um diferencial competitivo. A Aesop, marca de cosméticos da Natura com lojas na Europa e Austrália, é um exemplo de empresa que tem na embalagem dos produtos sua marca registrada. “As lojas são completamente diferentes umas das outras, mas o design do produto cria o ambiente e a consistência da marca”, afirma Ryan. Na Mast Brothers, em Londres e Nova York, chocolate é fabricado em um ambiente com cara de laboratório, minimalista.

 

 

6) Mais humanidade será o futuro

 
A loja física não tem impacto se não tiver gente. “É preciso injetar alguma humanidade no processo das lojas, o que é o contrário de colocar telas por toda parte”, diz Ryan. “Trata-se de trazer experiência por meio do contato do cliente com os produtos, usando tecnologia para eliminar o atrito das transações”, explica. “As pessoas, felizmente, gostam de visitar lojas e interagir com os produtos e outras pessoas. A tecnologia precisa vir a reboque disso”, completa.

 

 

Fonte: Portal No Varejo / Renato Muller

Vodca e uisque em alta.

Vodca e Uísque em alta.

As bebidas destiladas cresceram 6% no ano passado em valor sobre 2013, segundo dados da consultoria Mintel. Os destaques ficaram com uísque e vodca, cuja taxa de aumento foi o dobro: 12%.

 

A expansão se manteve em diversas redes supermercadistas no início deste ano. Um dos motivos é o aumento do consumo em casa, que tem dois principais fatores: a queda da alimentação fora do lar e a implementação da lei seca em várias cidades.

 

 

Segundo Antonio José Dornelas Júnior, diretor comercial da Central de Compras Rede Nordeste, as indústrias têm praticado uma política de preço mais agressiva. Ao mesmo tempo, o público vem promovendo mais encontros sociais em casa. “Como faz questão de comemorar datas importantes e festivas, nosso consumidor deixa uma reserva separada para a compra de bebidas”, afirma.

 

 

Com o aumento do consumo de destilados, a Rede Nordeste implantou algumas mudanças. “Hoje a maioria dos itens estão em um local de fácil acesso ao cliente. Antes, permaneciam confinados”, explica Dornelas Júnior. “Redes sociais, pontos extras e mais participação nos encartes são ações que, em conjunto, têm impulsionado maior giro da categoria”.

 

 

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O Savegnago, do interior paulista, aumentou em mais de 50% as vendas de destilados no período. Para Valdir Ribeiro, gerente de trade marketing, a alta é consequência de anúncios internos, gerenciamento por categorias realizado em parceria com a Pernod Ricard e ações promovidas na loja. Em suas lojas, ficam confinados apenas os produtos que custam mais de R$ 300.

 

 

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Fonte: Supermercado Moderno

 

Neuromarketing Você Também Pode. 2/6: Informática supermercados neuromarketing você também pode

Série Neuromarketing – Você Também Pode. (6/6: Supermercados)

Último dia da série, porém não menos importante! Vamos fechar com chave de ouro falando de estratégias de Neuromarketing para SUPERMERCADO.

 

Durante toda a série mostramos algumas estratégias e técnicas de neuromarketing para conquistar os consumidores e dividimos os assuntos em 6 partes: Lanchonete, Informática, Departamento, Lingerie, Restaurante e Supermercado.

 

Bem-vindo à série “Neuromarketing – Você também pode”.

 

- Veja primeira parte "1/6: Lanchonete" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-16-lanchonete/ )

 

- Veja segunda parte "2/6: Informática" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-2_6-informatica/ )

 

- Veja terceira parte "3/6: Departamento" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-3_6-departamento/

 

- Veja quarta parte "4/6: Lingerie" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-4_6-lingerie/

 

- Veja quarta parte "5/6: Restaurante" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-5_6-restaurantes/

 

Então vamos para as dicas:

 

supermercados neuromarketing você também pode

 

1) LEITE E OVOS SEMPRE EM PROMOÇÃO   Produtos como leite e ovos estão sempre em promoção, porque os preços são fáceis de serem lembrados. Se o preço do leite está mais baixo, o cliente tem a impressão de que tudo está mais barato.

 

2) PREÇOS   Os supermercados facilitam a conta nas promoções. É mais fácil vender um produto "de R$ 10 por R$ 8" do que um "de R$ 10 por R$ 7,89", porque fica mais simples calcular o desconto.

 

3) CARRINHO CHEIO   Os supermercados facilitam a conta nas promoções. É mais fácil vender um produto Quanto maior o carrinho, maior a tendência de o consumidor comprar mais. Dez itens parecem muito se estiverem num carrinho pequeno, mas, em um maior, a impressão é de que há poucos elementos."de R$ 10 por R$ 8" do que um "de R$ 10 por R$ 7,89", porque fica mais simples calcular o desconto.

 

4) PRODUTOS FRESCOS   Frutas e vegetais costumam ser expostos em caixas de papelão ou caixotes de madeira para dar a impressão de que eles acabaram de ser enviados pelos produtores à loja e por isso estão muito frescos.

 

5) SENTIDO ANTI-HORÁRIO   Pesquisas mostram que clientes gastam 7% mais quando andam no sentido anti-horário, porque é mais natural para o cérebro. Na direção oposta, há desconforto. As lojas buscam uma organização de produtos para estimular o caminho natural.

 

E além de tudo isso você tem todas as soluções Prol em Móveis de Aço, Exposição e Armazenagem, com muito mais qualidade, preço justo e os benefícios que só a Prol pode oferecer.

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E assim termina nossa super série, esperamos que ajude você e seu negócio conquistando muitos consumidores.

 

Fonte: Uol Economia

Neuromarketing - você também pode - Prol Neuromarketing_Restaurantes

Série Neuromarketing – Você Também Pode. (5/6: Restaurantes)

Hoje o assunto é RESTAURANTES.

Nesta série mostramos algumas estratégias e técnicas de neuromarketing para conquistar os consumidores. Bem-vindo à série “Neuromarketing – Você também pode”.

 

Dividimos esta série em 6 partes: Lanchonete, Informática, Departamento, Lingerie, Restaurante, Supermercado.

 

- Veja primeira parte "1/6: Lanchonete" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-16-lanchonete/ )

 

- Veja segunda parte "2/6: Informática" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-2_6-informatica/ )

 

- Veja terceira parte "3/6: Departamento" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-3_6-departamento/

 

- Veja quarta parte "4/6: Lingerie" aqui - http://prolmoveis.com.br/serie-neuromarketing-voce-tambem-pode-4_6-lingerie/

 

Então vamos para as dicas:

 

Neuromarketing_Restaurantes

 

1) PRATO CHIQUE

 

Nomes rebuscados de pratos fazem o cliente pagar mais. Pagar R$ 60 por um "cozido de carne" pode parecer muito, mas é aceitável num "boeuf bourguignone" (nome francês do mesmo prato).

 

2) PRIMEIRO OS PREÇOS MAIS ALTOS

 

O cardápio costuma trazer primeiro os pratos mais altos, depois os médios e só então os mais baixos. Vendo o preço mais caro primeiro, o consumidor terá a ilusão de que o restante vale a pena.

 

3) A ARMADILHA DOS R$ 0,99

 

Preços que terminam em R$ 0,99 ou R$ 0,95 são chamados de "preços psicológicos" porque dão a impressão de serem menores. Um prato de R$ 29,99 parece mais perto de R$ 20 do que de R$ 30.

 

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No próximo e último episódio da série iremos falar sobre SUPERMERCADO, pra fechar com chave de ouro! Fique de olho que o "Neuromarketing - Você Também Pode" volta semana que vem!

 

 

Fonte: Uol Economia