Sesi oferece mais de 200 cursos

SESI oferece mais de 200 cursos gratuitos em todo o país.

O Serviço Social da Indústria (SESI) montou um portfólio nacional com 232 cursos oferecidos pelos departamentos regionais de cada estado. A iniciativa inédita reuniu ações educativas de diversos tipos como cursos nas modalidades presencial, semi-presencial e à distância, palestras, worshops, entre outros. Tudo é gratuito e voltado para empresas e trabalhadores da indústria.

 

 

Na área de Educação Continuada são oferecidas ações educativas com 21 temas que abordam educação e qualidade de vida de forma integrada, com o objetivo de atender as necessidades dos segmentos industriais.

 

Já a Educação para Jovens e Adultos oferece aulas de ensino fundamental e ensino médio destinadas a quem tem 15 anos ou mais e não conseguiu estudar ou concluir os estudos. As metodologias são adequadas à faixa etária e às experiências de vida dos alunos. Os materiais didáticos também estão em sintonia com o setor industrial em que os alunos trabalhadores atuam.

 

 

De acordo com a especialista em Desenvolvimento Industrial do SESI, Perla Amorim, a ideia inicial é organizar e unificar a oferta de cursos em toda a rede. “São cursos e palestras oferecidos em várias unidades do SESI, só que agora está tudo em um único canal. Em 2015, houve uma atualização e novas ações educativas foram incluídas”, disse. Ainda segundo ela, o mais importante é facilitar a busca de cursos por empresas e trabalhadores.

 

 

EDUCAÇÃO PARA O TRABALHADOR - Todas as opções estão na página de Educação para o Trabalhador do SESI na internet. Basta o interessado escolher o curso ou palestra e entrar em contato com o departamento regional do SESI no próprio estado. Alguns cursos podem ser ministrados nas unidades o Serviço Social da Indústria e outros até mesmo nas empresas.

 

Fonte: CNI

blog Prol

Como incluir a Black Friday no calendário promocional.

A cada ano mais supermercados brasileiros aderem à data, que nasceu no varejo norte-americano, onde é um grande sucesso. Saiba como implantá-la corretamente em sua loja para elevar vendas

 

 

Nos últimos anos, algumas redes de supermercado já têm participado da famosa Black Friday, que acontece no final de novembro. Em 2014, o Walmart, por exemplo, ofereceu descontos entre 40% e 70% em bebidas, higiene e beleza, além dos produtos eletrônicos. No Pão de Açúcar, os produtos mais vendidos durante a ação foram bacalhau e uísque, além de cervejas importadas, vinhos, filé mignon e queijos nobres.

 

 

A data, que faz bastante sucesso nos Estados Unidos, é mais conhecida por oferecer grandes descontos em eletrodomésticos e eletrônicos, mas pode ser uma estratégia interessante para os supermercados ampliarem suas vendas e conquistarem novos clientes.

 

 

Para Marcelo Minutti, professor de empreendedorismo e inovação em marketing digital do Ibmec/DF, a data é importante principalmente por preceder as compras de Natal. “Realizar uma ação durante a Black Friday pode ser uma forma de fazer o consumidor antecipar a compra de itens como cestas e alimentos típicos das festas de final de ano”, explica. Entre esses produtos, estão panetone, bacalhau, castanhas e importados. “Nos últimos anos, a Black Friday tem sido uma ação crescente no varejo. Vemos que ela ajuda na construção de marca”, afirma. O professor sugere ao supermercadista trabalhar com soluções de consumo, como itens para churrasco, entre outros. Também é possível incluir produtos que estão com estoque alto na loja. Os itens relacionados às viagens de final de ano, como cadeiras de praia, guarda-sóis, protetores solares e bebidas comemorativas também podem ser incluídos.

 

 

Apesar de ser mais difundida no comércio eletrônico, a data pode ser uma boa oportunidade para as lojas físicas. “Como os supermercados brasileiros ainda têm uma participação pequena no e-commerce, os varejistas podem vender produtos a preços atrativos para atrair o consumidor até a loja naquele dia específico”, explica Pedro Guasti, relações institucionais do Buscapé Company. Para ele, é importante para o supermercadista “pegar carona em uma data que está consolidando sua importância no varejo brasileiro”. “Se o supermercadista conseguir uma boa margem de negociação com os fornecedores, ele pode incluir qualquer tipo de produto na ação”, comenta. Para ele, é interessante trabalhar com categorias que o cliente possa comprar em grandes volumes (como óleos e fraldas) e, assim, identificar claramente a vantagem da promoção.

 

 

 

Novas experimentações

 

 

Participar da Black Friday também é interessante para atrair novos clientes. Em um primeiro momento, o consumidor pode visitar a loja por causa da ação e, a partir dela, lembrar do estabelecimento em outros períodos. A Black Friday também ajuda a incentivar o público a experimentar. “Nos Estados Unidos, a ação serve basicamente para renovar os estoques das lojas. Como isso não se aplica ao varejo alimentar, o supermercadista pode usar a data para gerar experimentações de categorias que o consumidor não tem o hábito de consumir”, explica Jorge Inafuco, diretor associado da PwC e especialista em varejo em consumo. “É possível incluir na ação produtos como cervejas premium, destilados e outros itens com alto valor agregado”.

 

 

 

Cuidados a serem tomados

 

 

O supermercadista deve ficar atento a algumas questões antes de participar da Black Friday. “É preciso ter certeza de que a oferta é atrativa, senão a loja pode sair prejudicada em relação aos concorrentes”, explica Minutti, do Ibmec. As falsas ofertas também devem ser evitadas. “A Black Friday é conhecida por oferecer grandes descontos, de 30%, 40%, 50% ou mais”, afirma o professor.

 

 

Outro cuidado é não passar a impressão de que a oferta não é atraente. Isso, com a rápida disseminação de informações através das redes sociais, pode gerar danos graves ao nome da rede.

 

 

O varejista também deve se atentar aos estoques. Se não tiver o produto anunciado para vender, a loja pode ter sua reputação prejudicada. “O supermercado não pode frustrar o consumidor”, afirma Guasti.

 

 

Participar da Black Friday pode ser interessante para ampliar as vendas, sobretudo num ano de cenário econômico ruim como 2015. Mas é preciso planejar adequadamente as promoções: das compras à exposição nas lojas.

 

Fonte: Supermercado Moderno

melhorias no processo de centro de distribuição

Melhoria de Processos em Centros de Distribuição.

A operação de um centro de distribuição (CD) envolve uma coordenação detalhada de suas diversas atividades. Para atingir uma eficiência maior nas operações, os CDs costumam investir pesadamente em tecnologia (ERP, SCM, WMS, entre outras siglas). No entanto, algumas vezes se deixa de lado um dos pontos mais críticos para a eficiência e redução de custos: os processos. Claro que a tecnologia tem um papel crucial na otimização das atividades, mas sem os processos adequados o CD não terá bons resultados.

 

Conforme aumenta a complexidade das operações (mais fornecedores, clientes e itens), aumenta também a importância do gerenciamento dos processos. Deve-se monitorar a mudança na realidade operacional do CD para modificar os processos de forma correspondente. Usar os mesmos processos antigos para uma operação que cresce em complexidade somente levará a um maior índice de erros, baixa produtividade e atraso nas entregas.

 

A seguir estão 3 áreas de processos que devem ser monitoradas e podem levar a uma operação mais eficiente com sua equipe e tecnologia atuais.

 

  1. Entrada de Materiais

 

Se a área de recebimento é um gargalo, é necessário encontrar a causa raiz. A ineficiência na entrada multiplicará seus efeitos ao longo da operação, e as outras áreas sempre terão que correr atrás do prejuízo. Ao cometer erros na entrada de materiais, a pressão aumenta nas fases seguintes e aumenta também o risco de mais erros adiante. O resultado final são custos maiores e uma má qualidade de serviço para seu cliente.

 

O CD deve ter processos documentados detalhadamente nestas áreas:

  • Agendamento da chegada de materiais – para evitar picos de trabalho deve-se ter um processo que coordene a chegada de materiais de forma distribuída ao longo do período de trabalho
  • Planejamento de Pré-Recebimento e Documentação – deve-se definir quais processos podem ser realizados antes da chegada do material, e a documentação que deve ser preparada previamente.
  • Procedimentos de Chegada e Descarga de Veículos – detalhar estes procedimentos evitará erros de colocação e danos aos materiais, além de aumentar a segurança (física e contra roubos)
  • Procedimentos de Controle de Qualidade – as atividades de controle da qualidade devem seguir estritamente os padrões definidos. Estes padrões devem ser documentados e seguidos nos procedimentos de entrada.

 

Avalie também se os procedimentos estão sendo seguidos. Assegure que os funcionários estão bem treinados e sabem que serão beneficiados (financeira ou profissionalmente) com a eficiência dos processos de entrada.

 

  1. Picking

 

O picking (coletar os itens do pedido no armazém) é normalmente a atividade de maior custo na operação de um CD. Portanto, até melhorias incrementais gerarão benefícios na produtividade como um todo. O principal componente do tempo de picking é a distância percorrida pelos funcionários para coletar os itens. Ao definir processos que reduzam as distâncias percorridas, podem-se obter melhorias consideráveis na produtividade da operação.

 

Alguns processos que podem ser implementados com este objetivo são:

  • Análise ABC, para definir os itens com alta, média e baixa rotatividade, e redistribuir o layout de materiais para que os de maior rotatividade fiquem mais próximos entre si e à saída de materiais.
  • Usar “flow racks” para itens pequenos, que podem estar ocupando espaços de pallets normais, aumentando o espaço ocupado e as distâncias entre os materiais.
  • Para itens de baixa rotatividade, usar armazenagem e picking multi-nível, que otimizará o espaço no armazém e reduzirá as distâncias percorridas.
  • Para pedidos de baixo volume, usar “batch picking”. Este sistema faz com que o funcionário colete o material para várias ordens de uma vez, ao invés de fazer uma viagem para cada ordem pequena.

 

 

Novamente, o treinamento da equipe é essencial para que estes processos surtam os efeitos desejados na operação.

 

Analise como são estocados os materiais entrantes. Existe um processo claro que é seguido? Ou existe uma correria e a armazenagem é feita de forma quase aleatória?

 

 

  1. Indicadores

 

 

A frase “você não pode melhorar o que não pode medir” já é conhecida por todos. No entanto, muitas vezes ainda usados os indicadores incorretos para a operação do CD. Por exemplo, um CD pode ter como seu indicador principal o “Custo por Pallet Processado”. Esta é uma boa medida para a alta gerência, mas não é um bom indicador para os responsáveis pela execução da operação e definição de processos. Além disso, um fator externo pode tornar este custo mais alto, enquanto a equipe fez um ótimo trabalho ao minimizar o aumento dos custos.

 

Os indicadores da operação devem refletir a verdadeira produtividade da equipe, já que isto é o que os motivará a obter sempre melhores resultados. Seguindo o mesmo exemplo, seria importante incluir também um indicador de pallets processados por funcionário. Deve-se sempre procurar um equilíbrio entre indicadores de alto nível (normalmente financeiros) e indicadores que podem ser entendidos pelos funcionários e servir como referência para as ações de melhoria.

 

Também é importante definir metas para cada indicador, procurando um aumento constante da produtividade, mas sempre realista. Não adianta definir metas excessivamente ambiciosas, que não serão atingidas e somente causarão frustração na equipe.

 

 

Fonte: Logisticando

O que esperar do Natal 2015

O que esperar do Natal deste ano 2015?

Segundo especialistas e supermercadistas, o Natal de 2015 exigirá cuidado na compra dos produtos sazonais, sobretudo importados, como bacalhau

 

Neste ano, as condições econômicas desfavoráveis e a recente queda nas vendas, darão um novo rosto ao Natal do varejo. “Será preciso, por exemplo, atenção redobrada na compra de produtos e formação de estoque, para não prejudicar o capital de giro e terminar o ano super estocado”, alerta Ari Kertesz, sócio da consultoria McKinsey.

 

Também será preciso gerenciar melhor o estoque de categorias como bacalhau e frutas secas, cuja importação, por conta da alta do dólar, deverá ser afetada.

 

O dinheiro curto do consumidor deverá ainda impor novas atitudes aos supermercadistas. Embora a maioria não esteja pessimista quanto às vendas – espera aumento entre 3% e 5% –, acredita que só conseguirá tal resultado se investir pesado em promoções.

 

A gaúcha Rissul, 40 unidades, seguirá esse caminho. Vai colocar em promoção produtos natalinos e também aqueles que têm a procura elevada em função de férias e verão. “Já estamos com kits de inseticida “leve três pague dois”, pois a demanda cresce bastante nessa época”, conta Nei Luis Dellagustin, superintendente de compras da rede.

 

Outra aposta do varejo, segundo Ari Kertesz, serão as embalagens maiores e com descontos. Segundo ele, esse será o Natal da economia.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno