PROL - IV SIPAT 2016 img-20161024-wa0000img-20161024-wa0002img-20161024-wa0004img-20161024-wa0005img-20161026-wa0006img-20161026-wa0014img-20161026-wa0015img-20161026-wa0020

IV SIPAT – Semana Interna De Prevenção de Acidentes do Trabalho

A Prol em seus 32 anos sempre prezou pela segurança e bem estar de todos os funcionários.

 

E nesta semana realizamos com sucesso a IV SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da Prol, uma semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho quanto a doenças ocupacionais, uma das atividades prescrita para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho, devendo ser realizada com frequência anual.

 

Qual o Objetivo?

 

- Orientar e conscientizar os funcionários da PROL sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças no ambiente do trabalho;

 

- Fazer com que os funcionários resgatem valores esquecidos pelo corre-corre do dia a dia, ou seja, não só tenham ideia de segurança, mas que também pratiquem segurança.

 

- Na SIPAT, os assuntos relacionados com saúde e segurança do trabalho são evidenciados, buscando a efetiva participação dos funcionários envolvendo, também, os diretores e gerentes.

 

Na programação contamos com a presença dos palestrantes do SESI - Serviço Social da Indústria abordando prevenção de acidentes, direção defensiva, proteção auditiva, doenças sexualmente transmissíveis e aids, vacinas e prevenção de doenças.

 

A Prol agradece a efetiva participação de todos, trabalhando com segurança respeitamos a vida!


Veja fotos do IV SIPAT:

 

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Black Friday 2016

O que esperar da Black Friday em 2016.

O Google apresentou uma pesquisa sobre o Black Friday no Brasil e os números indicam que, mesmo com a queda geral no consumo, as vendas continuam crescendo nas datas especiais.

 

Com faturamento de R$ 1,6 bilhão em 2015, o curto período da Black Friday foi mais poderoso para alavancar as vendas do que as duas semanas que antecederam o Dia das Mães, tradicionalmente a segunda melhor data do varejo brasileiro.

 

O que esperar da Black Friday em 2016?

 

Este ano, mesmo com a crise e até por causa dela, o mercado está otimista com a Black Friday. Os números indicam que, mesmo com a queda geral no consumo, as vendas continuam crescendo nas datas especiais: aumentaram 8% no Dia das Mães deste ano, 12% no Dia dos Pais e 16% no Dia dos Namorados com a Black Friday não será diferente.

 

Além disso, as buscas no Google indicam que o consumidor está se planejando cada vez mais para as compras, com uma crescente preocupação com preço: as buscas por este critério aumentam cerca de 60% ano a ano.

 

Pesquisa exclusiva – O comportamento do consumidor online na Black Friday


O Google divulga pesquisa inédita sobre o comportamento do consumidor brasileiro na Black Friday, encomendada pela empresa e realizada pela Provokers, que ouviu quase 800 brasileiros, de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, nas cinco regiões do país, durante o mês de agosto.

 

Algumas das principais conclusões da pesquisa:

 

- No Brasil, os consumidores online já somam quase 40 milhões , três quartos dos quais já participaram de alguma edição da Black Friday. A adesão é crescente.
 
- Em 2012, o percentual de consumidores online que comprou na Black Friday foi de 22%, enquanto em 2015, foi de 64%. Em termos de buscas, três em cada quatro consumidores online fizeram pesquisas na Black Friday de 2015.
 
- A expectativa com relação à próxima Black Friday 2016 é grande: três em cada quatro consumidores online se dizem engajados ou animados com a edição deste ano.
 
- O gasto médio do consumidor em 2015 foi de R$ 1.098, o dobro das outras datas sazonais. Quase um quarto dos compradores (23%) teve um gasto médio de R$ 3.041; a maioria (54%) gastou R$ 688,70; e 23% gastou menos de R$ 117,70.
 
- Os fatores mais considerados na hora da decisão da compra são: preço (42%), possibilidades de parcelamento (21%) e custo do frete (17%).
 
- Quando esses três são similares, 63% dos consumidores optam pelo site mais confiável para colocar seus dados pessoais, o que pode ser explicado pelo gasto médio alto.
 
- A forma de pagamento mais usada é, de longe, o cartão de crédito: 61% opta por pagar com ele parcelado e 33% a vista. A seguir vem o pagamento em dinheiro (32%), boleto bancário (26%), cartão de débito (18%), PayPal e similares (16%) e débito (12%).
 
- Com o consumidor se planejando mais para comprar, a Black Friday deste ano deve crescer ainda mais nos itens de alto gasto médio. Os consumidores que pretendem comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos foram os que mais disseram que pretendem esperar a Black Friday: smartphone (57% pretendem aguardar), informática (58%), TV (55%), Áudio/Vídeo (66%), eletrodomésticos (54%) e eletroportáteis (51%).
 
- A Black Friday, ao invés do Natal, é uma compra pessoal: mais da metade (53%) compra apenas para si mesmo . Os demais, 19% compra para presentear e 27% para ambos, antecipando parte das compras de natal.

 

Insights Google – A intenção de compra na Black Friday

 

Além desses dados, o Google também divulgou uma pesquisa interna com as buscas de itens e marcas na data. Esses dados refletem o comportamento do consumidor online e offline, além do maior planejamento e preocupação pelo preço.

 

- O tamanho e a importância da Black Friday, aparece no volume das buscas do Google: novembro é o responsável pela maior concentração de várias categorias no ano.
 
- Em 2015, o destaque foi: Moda (12% a 15% das buscas do ano na categoria), Informática (12%), TV (13%) e Eletrodomésticos (13%). As buscas se concentram ainda mais na semana da promoção: TV (41% das buscas de novembro), Eletrodoméstico (35% a 40%), Informática (35%), Moda (30% a 35%), Smartphones (36%).
 
- O segmento de smartphone , que foi responsável por R$ 360 milhões em vendas apenas na sexta-feira da última edição da Black Friday, registrou seu maior número de buscas no mês da promoção, com 11%.
 
- A Black Friday é o dia do ano com mais buscas por passagens aéreas e pelos programas de pontos como smiles, multiplus, etc. Só em 2015, mais de 50 empresas de turismo aderiram à data.
 
- A compra de pneus é cada vez mais influenciada pelo digital: 91% dos consumidores pesquisam online antes de comprar e novembro é o mês de mais buscas nessa categoria (10% do ano).
 
- Dois terços deles, porém, não sabe que marca comprar. As marcas mais buscadas na Black Friday de 2015 foram: Pirelli, Michelin, Goodyear, Firestone, Continental.
 
- O mercado de Beleza , que tradicionalmente é forte no offline, ganhou força nas vendas online: um incremento de 165% entre 2010 e 2015. As buscas por esses itens na semana da Black Friday representaram 28% do total do mês, com destaque nas buscas para as Aussie, Boticário, MAC, Maybelline e Quem Disse, Berenice?.
 
- As operadoras também tiveram seu maior pico de buscas (tanto por lojas físicas como onlines) na Black Friday, superando em 37% o segundo maior pico de buscas do ano (Cyber Monday).
 
- As buscas também mostram que o interesse do consumidor aparece tanto nos dias que antecedem quanto dias após a sexta-feira da Black Friday. A data abre a temporada de intenção de compra, que se mantém até o natal.

 

A pergunta agora é: sua armazenagem está organizada e sua logística preparada para aproveitar esta grande oportunidade de vendas?

Precisando projetar e organizar sua armazenagem? Você já sabe a resposta: PROL!

 
 
Fonte: Exame

03 Tipos de Furtos em Lojas

3 Tipos de Furtos Que Podem Acontecer Na Sua Loja

Estar atento ao risco de furtos na loja nem sempre é fácil. Mas existem situações que podem ser consideradas suspeitas. Apesar disso, é preciso ter cuidado na abordagem, para evitar possíveis processos de consumidores contra a empresa.

 

Veja a seguir três situações identificadas nas lojas por Eduardo Batoni, especialista em prevenção e controle de quebras e perdas:

 

1. É preciso ficar atento a pessoas que, num dia de calor, entrem na loja com casacos ou paletós sobre os ombros, sem vesti-los. Segundo Batoni, o fato de estar quente é o que costuma levantar suspeita. “Há casos de pessoas mal-intencionadas que costuram a manga do paletó e colocam nos braços da roupa produtos furtados”, afirma ele.

 

2. Outra situação é chamada pelo especialista de “gêmeos idênticos”. Consiste em duas pessoas com roupas e mochilas iguais entrarem na loja em momentos diferentes. “Elas já estudaram o supermercado previamente e sabem onde as câmeras de segurança estão posicionadas”, explica Batoni. Uma delas furta vários produtos e os coloca na mochila. Em algum ponto onde não há câmeras, ela se encontra com o parceiro vestido igual e troca a mochila. “A segurança só pode abordar o cliente depois que ele passar pelo checkout, pois sempre há a possibilidade de a pessoa dizer que ia pagar pelo produto. Quando isso é feito, nada é encontrado dentro da mochila. Nesse meio tempo, o parceiro com os produtos furtados sai da loja sem problemas.”

 

3. Batoni afirma ainda que já vivenciou situação em que algum funcionário da confeitaria participa de um esquema de furtos de mercadoria. “Ele pega um produto de maior valor, como um celular, coloca dentro de um bolo, por exemplo. O funcionário sinaliza a embalagem e, quando o item chega na área de vendas, a pessoa com quem está de conluio pega o bolo e vai para o caixa”, conta o especialista.

 

Fique atento para evitar prejuízos, mas atenção: aja corretamente para não ser alvo de processos.

 
 
Fonte: Supermercado Moderno

intencao-de-consumo-famílias

Intenção de consumo das famílias teve aumento de 4,1% em setembro.

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 4,1% na passagem de agosto para setembro deste ano.

 

O índice ficou em 72,1 pontos, em uma escala de 0 a 200. Segundo a escala da CNC, quando a ICF fica abaixo de 100 pontos, os consumidores estão insatisfeitos com a situação atual da economia.

 

Na comparação com agosto deste ano, houve alta nos sete componentes da ICF, com destaque para perspectiva de consumo (8,5%) e momento para a compra de bens duráveis (6,3%). Os demais componentes tiveram as seguintes altas: nível de consumo atual (4,9%), perspectiva profissional (3,6%), renda atual (3,6%), emprego atual (2,5%) e compra a prazo (2,2%).

 

Em relação a setembro de 2015, por outro lado, houve queda em todos os indicadores: nível de consumo atual (-22,5%), compra a prazo (-16,5%), momento para compra de bens duráveis (-15,1%), renda atual (-10,7%), perspectiva de consumo (-8,6%), emprego atual (-2%) e perspectiva profissional (-1,3%).

 

De acordo com a CNC, “o volume de vendas do comércio varejista brasileiro no conceito restrito recuou 0,3% entre os meses de junho e julho, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do dólar nos três meses terminados em julho (-8,6%) e a reação da confiança dos consumidores, têm viabilizado perdas menores nos últimos meses”, informa a nota de análise dos resultados da pesquisa.

 
 

Fonte: EBC Agência Brasil