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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Filhos influenciam na compra natalina.

54% dos Pais Admitem que Filhos Influenciam nas Compras Natalinas.

Pesquisa do SPC Brasil e do CNDL ouviu 600 consumidores nas 27 capitais brasileiras.

 

Com a crise econômica limitando os gastos do brasileiro neste Natal, os presentes mais modestos e as lembrancinhas devem ser os protagonistas deste fim de ano. Mas como explicar para as crianças as restrições financeiras da família?
 
Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que 53,8% dos pais admitem que seus filhos participam do processo de decisão das compras de presentes de Natal, seja em conjunto com os pais (40,5%) ou por decisão exclusiva das próprias crianças (13,3%).
 
Em 42,3% dos casos, os presentes são escolhidos unicamente pelos pais.

 

A pesquisa revela ainda que entre as mães, é mais comum que a criança escolha sozinha o presente (18,4%, contra 8,6% dos homens), enquanto para os pais, a escolha compartilhada entre criança e adulto ganha espaço (48,4% dos homens contra 31,9% das mulheres).

 

Frustração infantil

 

O estudo do SPC Brasil também procurou saber o que acontece se o presente recebido não agradar o gosto do filho. De acordo com quase metade (49,1%) dos pais entrevistados, a frustração é compensada com a promessa de que a criança ganhará o presente desejado em outra ocasião.
 
Em 34,2% dos casos, os filhos ficam tristes e frustrados, mas logo se esquecem do pedido ou não pedem outro presente no lugar.
 
Há, no entanto, casos mais extremos: 0,9% dos pais ouvidos no levantamento relataram que, em situações assim, seus filhos geralmente choram, fazem birra e até chantageiam na esperança de ganhar o presente desejado.

 
 
Fonte: Supermercado Moderno

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

A demanda de ceias prontas adequadas às novas dietas existe e não para de crescer, afinal há muitos brasileiros com restrições alimentares

 

Novos hábitos alimentares têm feito com que rotisserias, restaurantes, buffets, cozinheiros, inovem nos cardápios de ceias prontas para atender a demanda de veganos, celíacos, intolerantes à lactose e pessoas com outras restrições. Com isso, a ceia de Natal já não é mais tão tradicional quanto antes. Essa também pode ser uma estratégia para os supermercados que oferecem ceias prontas.

 

A demanda, segundo Rafaela Natal, gestora de food-service da AGR Consultores , existe e não para de crescer.


"Um em cada 214 brasileiros não pode comer glúten. Cerca de 8% das crianças com menos de seis anos têm restrições alimentares. E, como o cardápio natalino original inclui produtos com muito carboidrato, que geralmente contém glúten, e com lactose, há muita demanda por ceias sem esses itens."

 

O restaurante Quattrino, inaugurado em 1989 em São Paulo, que oferece uma ceia natalina sem glúten desde o ano 2000. Segundo Mary Nigri, a proprietária, no início o público do cardápio se restringia aos celíacos (pessoas intolerantes ao glúten), mas se expandiu nos últimos anos, com a popularização das dietas especiais.


Há cerca de quatro anos, outra dieta também gerou novidades no cardápio. Naquela época, clientes do restaurante começaram a pedir uma ceia inspirada na dieta Ravenna, desenvolvida pelo psicanalista argentino Máximo Ravenna. A casa passou a manter um profissional exclusivo para os pratos do menu, que demanda medidas bastante exatas.

 

Entre as opções estão saladas, risotos e tortas — para os que preferem uma ceia sem glúten — e caldos, carnes e sobremesas com frutas para os adeptos da dieta Ravenna. Juntos, representam cerca de 17% das reservas e ceias do restaurante.

 

No Quintana Café & Restaurante, em Curitiba, 20% dos pedidos de ceia sob encomenda são de cardápios sem glúten ou lactose.

 

Preço especial
 

Segundo Rafaela Natal, da AGR Consultores, o cardápio que contempla restrições alimentares pode ser mais caro. Ela conta que os celíacos desembolsam em média 77% mais que os não celíacos na compra de pães, por exemplo. "São produções em escala menor, o que aumenta o custo e provoca impacto no valor pago pelo consumidor." Principalmente no caso dos alimentos sem glúten, há uma série de detalhes que podem encarecer a produção.

 

E você, trabalha com ceia pronta no seu supermercado? Tem preparado seu estabelecimento com estes produtos para suprir a demanda das pessoas que vendem ceias e trabalham este nicho? Passou da hora de estudar essa super oportunidade, e não se esqueça que Prol é a melhor solução para ajudar você na exposição e organização com as gôndolas mais fortes e com melhor custo benefício do mercado!

 
 

Fonte: Folha de S. Paulo