Capital de giro

BNDES cria linha direta de capital de giro com R$ 5 bi em 2017

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou no início de janeiro a abertura de uma linha de crédito de capital de giro.

 

Segundo a presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques, o objetivo é fazer frente à redução da oferta de crédito do sistema bancário nesta modalidade. A mudança faz parte da nova política de concessão de crédito.

 

A nova modalidade de crédito para capital de giro tem orçamento de R$ 5 bilhões e vigência, a princípio, até o final de 2017. O valor mínimo de financiamento é de R$ 10 milhões por operação.

 

“A linha de capital de giro do BNDES já existia. Nós a reativamos há alguns meses com outras condições. A novidade é que ela passa a ser oferecida também na modalidade direta, sem a intermediação de agentes financeiros. Essa linha direta é que não exista. O banco nunca fez capital de giro de forma direta”, explicou a presidente do banco.

 

O capital de giro é o dinheiro usado pela empresa no dia a dia, para pagar funcionários e fornecedores. Ele é essencial para cobrir eventuais descasamentos entre prazos de recebimentos e pagamentos e garantir a liquidez das empresas.

 

A falta de caixa para as contas do dia a dia é uma das principais causas do fechamento de empresas.

 

E já que o assunto é crédito, reforçamos que a Prol trabalha com várias linhas de créditos.


Nossos parceiros: Proger; FCO; Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Bradesco; Santander. Cartão de crédito 12x sem juros (Visa/Mastercard).

 

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Fonte: Supermercado Moderno

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20 Canais Para O Varejo Seguir No YouTube

A diversidade de conteúdos gratuitos à disposição de quem busca diariamente se aprimorar é gigantesca, porém no meio de milhares de vídeos a disposição para cada novo termo a ser pesquisado, a dificuldade está em se encontrar algo que seja de fato relevante para você e seu negócio.

 

No meio desse verdadeiro universo que é o YouTube, existem canais realmente interessantes, de gente que realmente quer fazer algo diferente pelo mundo varejo, compartilhando conhecimento.

 

O site Falando de Varejo separou 20 canais que o varejo deveria seguir no youtube, e baseou a seleção nos seguintes critério:

 
- Atividade: Gente que tenha postado algo recente. Canais sem atividade há mais de seis meses foram desconsiderados.

 

- Constância: Gente que tenha pelo menos "alguns" vídeos no canal, com alguma periodicidade. Uma andorinha só não faz verão, como diz o ditado.

 
- Foco: Gente que tenha pelo menos parte de seu conteúdo direcionado exclusivamente para o mundo do varejo.

 

 

OS 20 CANAIS INDICADOS:

 

1.) Falando de Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmEa9PDTtUBjxhX6y1Q73Hw

 

INSTITUCIONAIS

 

2.) ABAD

 

https://www.youtube.com/user/ABADbrasil

 

3.) Endeavour

 

https://www.youtube.com/channel/UCAV97DtIfx76JzdKDnmjvcw

 


4.) Sebrae

 

https://www.youtube.com/channel/UCBqosmarVhVAKYXGVt1JvnA

 

5.) Universidade Martins do Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCErKoS-jzrQt4K8I91OFJVg

 

 

ESPECIALISTAS

 

6.) Abilio Diniz

 

https://www.youtube.com/user/videoAbilioDiniz

 

7.) Claudio Diogo

 

https://www.youtube.com/channel/UCxCfUwG-QFVitLTklpBMxaQ

 

8.) Ederson Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmSX7bf5UuedFKDM91GCVxw

 

9.) Edson Moura

 

https://www.youtube.com/channel/UC7yKyRpEWyK9Xgu3HJ7QJtA

 

10.) Fred Rocha

 

https://www.youtube.com/channel/UCPHu-v5dqLY-3i71mIjUmsw

 

11.) Fred Alecrim

 

https://www.youtube.com/channel/UC4I23K5dI9kQGdy49ybNPmA

 

12.) Geração de Valor

 

https://www.youtube.com/user/GeracaodeValor

 

13.) Gouvêa de Souza

 

https://www.youtube.com/channel/UCmmkSvXpXbdivuPqGfZpjWg

 

14.) Joao Kepler

 

https://www.youtube.com/channel/UCjzy68yzcUJO5fLWjjqJkCA

 

15.) Leandro Branquinho

 

https://www.youtube.com/channel/UCJCM99GNjVh4X6UBErBLosw

 

16.) Varejo Top

 

https://www.youtube.com/channel/UC8PQfuDA1daKgLQx5zLZMDQ

 

 

PORTAIS E REVISTAS

 

17.) A Magia do Mundo dos Negócios

 

https://www.youtube.com/channel/UC1MzLBj0eLxYmxKE6qN-9WQ

 

18.) PDV Criativo

 

https://www.youtube.com/channel/UCRK80n9QV1yTPJ4xyqBzvJA

 

19.) Prevenção de Perdas Brasil

 

https://www.youtube.com/channel/UCju2pUFp8NzPHTL6JH0wsVg

 

20.) Revista Novarejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCe3t5RJGC6vKaIJwJUcwi7A

 

Siga, acompanhe, aprenda e boas vendas!

 

 

Fonte: Falando de Varejo

Como a corrupção afeta seu negócio?

Saiba quais são as práticas mais comuns de corrupção no varejo.

A corrupção não envolve apenas políticos, mas está no dia a dia das empresas e dos cidadãos brasileiros. Num País onde não há leis fortes e claras contra esse mal e o Estado não dá apoio às discussões sobre o problema as coisas ficam ainda mais difíceis.

 

O varejo alimentar é tanto vítima quanto vilão da corrupção. Os prejuízos são muitos e podem acabar com um negócio. As empresas precisam se ater a esse problema. E não existem fórmulas mágicas para enfrentá-lo, mas uma coisa é certa: sem regras claras, controle, boas práticas, treinamento e punição não se vai a lugar nenhum.

 

Quem quer ser correto tem batalhas a travar com equipes, parceiros, fornecedores e governos. Veja a seguir como a corrupção afeta seu supermercado:

 

Produtividade


Sonegação, fraudes, pagamento de propinas, acordos ilícitos escondem ineficiência, baixa produtividade. Sem o aparato ilegal, a empresa corre riscos e pode não se manter em pé

 

Concorrência



Quem não age dentro da lei pode ser vítima de denúncias, ainda que indiretas. Quem não lembra de Abilio Diniz falando de concorrentes desleais por sonegar impostos?

 

Imagem


Quando os esquemas são denunciados, clientes, fornecedores e investidores se afastam. Ninguém gosta de ser associado à corrupção

 

Fornecedores


Corromper fornecedores ou seus funcionários para conseguir benefícios é desvio que se traduz em mais riscos e maior ineficiência

 

Custo


Muitas vezes a empresa mantém profissionais para cuidar da engenharia de sonegação. E envolve alguns funcionários na arquitetura de fraudes. Isso é caro. E o dinheiro poderia ser aplicado em ferramentas bem mais úteis ao negócio

 

Crédito


Ainda que não esteja desmascarada, uma empresa com práticas de corrupção acaba tendo dificuldades para obter crédito no mercado. A tendência é que os bancos e investidores se protejam de eventuais transtornos

 

Turnover


Profissionais avessos à corrupção logo que percebem o que acontece, perdem a motivação e acabam saindo da empresa. A situação é ainda mais grave quando envolve funcionários talentosos e especializados


Fontes: varejistas e consultores

 
 

As práticas mais comuns de corrupção no varejo alimentar do Brasil

 

Sonegação de impostos


Mesmo com o cerco do Fisco, o mal persiste. É comum a sonegação a partir da falsificação de demonstrativos financeiros e de acordos com fornecedores envolvendo notas fiscais

 

Fraudes na importação


Também envolvem notas fiscais, que são emitidas com valores inferiores ao da compra, para reduzir o valor de taxas. Também é comum acordos com fiscais aduaneiros para agilizar a liberação de mercadorias

 

Adulteração de dados


Informações fiscais, contábeis, financeiras e trabalhistas são adulteradas para que a empresa não cumpra suas obrigações. A manipulação de despesas e receitas também ocorre

 

Pagamento de propinas


É uma prática para, por exemplo, agilizar a emissão de licenças de abertura de lojas. Também acontece para impedir autuações por não cumprimento de leis e normas

 

Fraudes em aquisições


Fraudam-se os dados tributários a fim de estabelecer um preço melhor para a empresa que está à venda ou em processo de fusão

 

Suborno a terceiros


Gerentes de bancos são subornados para elevar o teto de faturamento das empresas a fim de se obter um empréstimo polpudo
Fontes: varejistas e consultores

 
 

Como enfrentar a corrupção? A resposta está na política de compliance
 

Acabar com a corrupção dentro ou fora das empresas é algo praticamente impossível (a história da humanidade que o diga). Mas é possível mantê-la sob controle para proteger o negócio e contribuir para o fortalecimento da economia.
Um dos recursos é a chamada política de compliance – termo em inglês cujo significado é agir de acordo com as regras. A ferramenta ajuda a evitar fraudes, subornos, adulteração de dados, sonegação. E serve como atenuante legal para as multas previstas na Lei Anticorrupção. Mas para isso, a empresa precisa comprovar a efetividade de seu programa interno de integridade.

 

Um bom compliance envolve uma série de medidas, a começar por um código de ética e de conduta, para orientar e disciplinar o comportamento de funcionários e lideranças, conforme os princípios e os valores da empresa.
É importante aproveitar o código para ressaltar o comprometimento de todos com a transparência, o respeito às regras públicas, à ética e à moral. Desta forma, a companhia consegue estabelecer uma boa relação não só com o governo, mas também com fornecedores, acionistas, investidores, além de concorrentes, clientes e colaboradores. Instituir um canal interno e externo para denúncias de desvios de conduta também faz parte do programa.

 

Outra medida é a análise periódica dos riscos a que a empresa pode estar sujeita, quanto à corrupção. Aqui é importante considerar questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como as leis as quais a empresa está sujeita.
Tudo o que é passível de ações ilícitas, seja para garantir algum tipo de vantagem para empresa ou funcionário, deve ser listado. Auditorias e soluções pontuais para inibir as possíveis irregularidades devem ainda ser estabelecidas.
Um exemplo é fixar como regra que um funcionário sozinho nunca pode atender fiscais públicos. Deve estar sempre acompanhado de um colega para se sentir desestimulado a infringir as regras.

 

Nessa etapa, vale analisar parceiros – prestadores de serviços, consultorias e demais pessoas físicas com as quais a empresa mantém algum tipo de relação. Agora, com a Lei Anticorrupção, caso os parceiros estejam envolvidos em alguma ação corrupta, a empresa também poderá ser envolvida e punida.
Vale ressaltar que a nova regra também autoriza acordos de leniência entre a administração pública e as empresas infratoras. Mas, desde que colaborem efetivamente com as investigações e o processo administrativo.

 

O compliance envolve ainda sanções disciplinares e corretivas em caso de alguma violação ao código de ética e de conduta da empresa. Todas essas medidas devem ser amplamente difundidas dentro da empresa e periodicamente revisadas. Por isso, é preciso contar com uma equipe ou departamento de compliance. O RH tem papel importante para ajudar a alinhar e reforçar essa política entre os funcionários, assim como as lideranças devem contribuir estimulando e orientando as equipes.

 

Embora importante, as empresas brasileiras ainda dão pouca importância ao compliance. A falta de conhecimento é um dos motivos. Mas agora com a lei Anticorrupção é provável que isso mude. Além da nova Lei, outras iniciativas do governo federal, já em curso, também representam um estímulo para a adoção de políticas de compliance.
Caso do Sistema Público de Escrituração Digital. O objetivo é digitalizar todas as informações e obrigações contábeis, fiscais, tributárias e até trabalhistas que as empresas precisam disponibilizar para os órgãos públicos responsáveis, a fim de evitar fraudes.

 

Desenvolver métodos para coibir a corrupção dentro da empresa é essencial. As companhias precisam de procedimentos para apurar, registrar e tratar todos os desvios. Em cada setor, as atividades de maior risco precisam ser frequentemente monitoradas e contar com o comprometimento dos responsáveis. Veja:

 

Definições claras:


Crie um código de conduta, tendo um olho nas leis e outro em princípios e valores, que afaste a equipe de tentações. Ressalte nesse código a necessidade de transparência, respeito às regras públicas e à ética

 

Orientação:


O código deve ser apresentado e discutido por todos, além de revisto e resgatado com frequência para que não se transforme num documento de gaveta

 

Riscos:


Promover análise periódica dos riscos de corrupção também é importante. Considere questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como leis às quais a empresa pode estar sujeita

 

Auditorias:


Auditorias e ferramentas de controle e inibição precisam ser estabelecidas. Um exemplo é manter canais confidenciais de denúncias. E estabelecer medidas disciplinares e corretivas em casos de violação

 

 

 

Fonte: Supermercado Moderno