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20 Canais Para O Varejo Seguir No YouTube

A diversidade de conteúdos gratuitos à disposição de quem busca diariamente se aprimorar é gigantesca, porém no meio de milhares de vídeos a disposição para cada novo termo a ser pesquisado, a dificuldade está em se encontrar algo que seja de fato relevante para você e seu negócio.

 

No meio desse verdadeiro universo que é o YouTube, existem canais realmente interessantes, de gente que realmente quer fazer algo diferente pelo mundo varejo, compartilhando conhecimento.

 

O site Falando de Varejo separou 20 canais que o varejo deveria seguir no youtube, e baseou a seleção nos seguintes critério:

 
- Atividade: Gente que tenha postado algo recente. Canais sem atividade há mais de seis meses foram desconsiderados.

 

- Constância: Gente que tenha pelo menos "alguns" vídeos no canal, com alguma periodicidade. Uma andorinha só não faz verão, como diz o ditado.

 
- Foco: Gente que tenha pelo menos parte de seu conteúdo direcionado exclusivamente para o mundo do varejo.

 

 

OS 20 CANAIS INDICADOS:

 

1.) Falando de Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmEa9PDTtUBjxhX6y1Q73Hw

 

INSTITUCIONAIS

 

2.) ABAD

 

https://www.youtube.com/user/ABADbrasil

 

3.) Endeavour

 

https://www.youtube.com/channel/UCAV97DtIfx76JzdKDnmjvcw

 


4.) Sebrae

 

https://www.youtube.com/channel/UCBqosmarVhVAKYXGVt1JvnA

 

5.) Universidade Martins do Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCErKoS-jzrQt4K8I91OFJVg

 

 

ESPECIALISTAS

 

6.) Abilio Diniz

 

https://www.youtube.com/user/videoAbilioDiniz

 

7.) Claudio Diogo

 

https://www.youtube.com/channel/UCxCfUwG-QFVitLTklpBMxaQ

 

8.) Ederson Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmSX7bf5UuedFKDM91GCVxw

 

9.) Edson Moura

 

https://www.youtube.com/channel/UC7yKyRpEWyK9Xgu3HJ7QJtA

 

10.) Fred Rocha

 

https://www.youtube.com/channel/UCPHu-v5dqLY-3i71mIjUmsw

 

11.) Fred Alecrim

 

https://www.youtube.com/channel/UC4I23K5dI9kQGdy49ybNPmA

 

12.) Geração de Valor

 

https://www.youtube.com/user/GeracaodeValor

 

13.) Gouvêa de Souza

 

https://www.youtube.com/channel/UCmmkSvXpXbdivuPqGfZpjWg

 

14.) Joao Kepler

 

https://www.youtube.com/channel/UCjzy68yzcUJO5fLWjjqJkCA

 

15.) Leandro Branquinho

 

https://www.youtube.com/channel/UCJCM99GNjVh4X6UBErBLosw

 

16.) Varejo Top

 

https://www.youtube.com/channel/UC8PQfuDA1daKgLQx5zLZMDQ

 

 

PORTAIS E REVISTAS

 

17.) A Magia do Mundo dos Negócios

 

https://www.youtube.com/channel/UC1MzLBj0eLxYmxKE6qN-9WQ

 

18.) PDV Criativo

 

https://www.youtube.com/channel/UCRK80n9QV1yTPJ4xyqBzvJA

 

19.) Prevenção de Perdas Brasil

 

https://www.youtube.com/channel/UCju2pUFp8NzPHTL6JH0wsVg

 

20.) Revista Novarejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCe3t5RJGC6vKaIJwJUcwi7A

 

Siga, acompanhe, aprenda e boas vendas!

 

 

Fonte: Falando de Varejo

Como a corrupção afeta seu negócio?

Saiba quais são as práticas mais comuns de corrupção no varejo.

A corrupção não envolve apenas políticos, mas está no dia a dia das empresas e dos cidadãos brasileiros. Num País onde não há leis fortes e claras contra esse mal e o Estado não dá apoio às discussões sobre o problema as coisas ficam ainda mais difíceis.

 

O varejo alimentar é tanto vítima quanto vilão da corrupção. Os prejuízos são muitos e podem acabar com um negócio. As empresas precisam se ater a esse problema. E não existem fórmulas mágicas para enfrentá-lo, mas uma coisa é certa: sem regras claras, controle, boas práticas, treinamento e punição não se vai a lugar nenhum.

 

Quem quer ser correto tem batalhas a travar com equipes, parceiros, fornecedores e governos. Veja a seguir como a corrupção afeta seu supermercado:

 

Produtividade


Sonegação, fraudes, pagamento de propinas, acordos ilícitos escondem ineficiência, baixa produtividade. Sem o aparato ilegal, a empresa corre riscos e pode não se manter em pé

 

Concorrência



Quem não age dentro da lei pode ser vítima de denúncias, ainda que indiretas. Quem não lembra de Abilio Diniz falando de concorrentes desleais por sonegar impostos?

 

Imagem


Quando os esquemas são denunciados, clientes, fornecedores e investidores se afastam. Ninguém gosta de ser associado à corrupção

 

Fornecedores


Corromper fornecedores ou seus funcionários para conseguir benefícios é desvio que se traduz em mais riscos e maior ineficiência

 

Custo


Muitas vezes a empresa mantém profissionais para cuidar da engenharia de sonegação. E envolve alguns funcionários na arquitetura de fraudes. Isso é caro. E o dinheiro poderia ser aplicado em ferramentas bem mais úteis ao negócio

 

Crédito


Ainda que não esteja desmascarada, uma empresa com práticas de corrupção acaba tendo dificuldades para obter crédito no mercado. A tendência é que os bancos e investidores se protejam de eventuais transtornos

 

Turnover


Profissionais avessos à corrupção logo que percebem o que acontece, perdem a motivação e acabam saindo da empresa. A situação é ainda mais grave quando envolve funcionários talentosos e especializados


Fontes: varejistas e consultores

 
 

As práticas mais comuns de corrupção no varejo alimentar do Brasil

 

Sonegação de impostos


Mesmo com o cerco do Fisco, o mal persiste. É comum a sonegação a partir da falsificação de demonstrativos financeiros e de acordos com fornecedores envolvendo notas fiscais

 

Fraudes na importação


Também envolvem notas fiscais, que são emitidas com valores inferiores ao da compra, para reduzir o valor de taxas. Também é comum acordos com fiscais aduaneiros para agilizar a liberação de mercadorias

 

Adulteração de dados


Informações fiscais, contábeis, financeiras e trabalhistas são adulteradas para que a empresa não cumpra suas obrigações. A manipulação de despesas e receitas também ocorre

 

Pagamento de propinas


É uma prática para, por exemplo, agilizar a emissão de licenças de abertura de lojas. Também acontece para impedir autuações por não cumprimento de leis e normas

 

Fraudes em aquisições


Fraudam-se os dados tributários a fim de estabelecer um preço melhor para a empresa que está à venda ou em processo de fusão

 

Suborno a terceiros


Gerentes de bancos são subornados para elevar o teto de faturamento das empresas a fim de se obter um empréstimo polpudo
Fontes: varejistas e consultores

 
 

Como enfrentar a corrupção? A resposta está na política de compliance
 

Acabar com a corrupção dentro ou fora das empresas é algo praticamente impossível (a história da humanidade que o diga). Mas é possível mantê-la sob controle para proteger o negócio e contribuir para o fortalecimento da economia.
Um dos recursos é a chamada política de compliance – termo em inglês cujo significado é agir de acordo com as regras. A ferramenta ajuda a evitar fraudes, subornos, adulteração de dados, sonegação. E serve como atenuante legal para as multas previstas na Lei Anticorrupção. Mas para isso, a empresa precisa comprovar a efetividade de seu programa interno de integridade.

 

Um bom compliance envolve uma série de medidas, a começar por um código de ética e de conduta, para orientar e disciplinar o comportamento de funcionários e lideranças, conforme os princípios e os valores da empresa.
É importante aproveitar o código para ressaltar o comprometimento de todos com a transparência, o respeito às regras públicas, à ética e à moral. Desta forma, a companhia consegue estabelecer uma boa relação não só com o governo, mas também com fornecedores, acionistas, investidores, além de concorrentes, clientes e colaboradores. Instituir um canal interno e externo para denúncias de desvios de conduta também faz parte do programa.

 

Outra medida é a análise periódica dos riscos a que a empresa pode estar sujeita, quanto à corrupção. Aqui é importante considerar questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como as leis as quais a empresa está sujeita.
Tudo o que é passível de ações ilícitas, seja para garantir algum tipo de vantagem para empresa ou funcionário, deve ser listado. Auditorias e soluções pontuais para inibir as possíveis irregularidades devem ainda ser estabelecidas.
Um exemplo é fixar como regra que um funcionário sozinho nunca pode atender fiscais públicos. Deve estar sempre acompanhado de um colega para se sentir desestimulado a infringir as regras.

 

Nessa etapa, vale analisar parceiros – prestadores de serviços, consultorias e demais pessoas físicas com as quais a empresa mantém algum tipo de relação. Agora, com a Lei Anticorrupção, caso os parceiros estejam envolvidos em alguma ação corrupta, a empresa também poderá ser envolvida e punida.
Vale ressaltar que a nova regra também autoriza acordos de leniência entre a administração pública e as empresas infratoras. Mas, desde que colaborem efetivamente com as investigações e o processo administrativo.

 

O compliance envolve ainda sanções disciplinares e corretivas em caso de alguma violação ao código de ética e de conduta da empresa. Todas essas medidas devem ser amplamente difundidas dentro da empresa e periodicamente revisadas. Por isso, é preciso contar com uma equipe ou departamento de compliance. O RH tem papel importante para ajudar a alinhar e reforçar essa política entre os funcionários, assim como as lideranças devem contribuir estimulando e orientando as equipes.

 

Embora importante, as empresas brasileiras ainda dão pouca importância ao compliance. A falta de conhecimento é um dos motivos. Mas agora com a lei Anticorrupção é provável que isso mude. Além da nova Lei, outras iniciativas do governo federal, já em curso, também representam um estímulo para a adoção de políticas de compliance.
Caso do Sistema Público de Escrituração Digital. O objetivo é digitalizar todas as informações e obrigações contábeis, fiscais, tributárias e até trabalhistas que as empresas precisam disponibilizar para os órgãos públicos responsáveis, a fim de evitar fraudes.

 

Desenvolver métodos para coibir a corrupção dentro da empresa é essencial. As companhias precisam de procedimentos para apurar, registrar e tratar todos os desvios. Em cada setor, as atividades de maior risco precisam ser frequentemente monitoradas e contar com o comprometimento dos responsáveis. Veja:

 

Definições claras:


Crie um código de conduta, tendo um olho nas leis e outro em princípios e valores, que afaste a equipe de tentações. Ressalte nesse código a necessidade de transparência, respeito às regras públicas e à ética

 

Orientação:


O código deve ser apresentado e discutido por todos, além de revisto e resgatado com frequência para que não se transforme num documento de gaveta

 

Riscos:


Promover análise periódica dos riscos de corrupção também é importante. Considere questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como leis às quais a empresa pode estar sujeita

 

Auditorias:


Auditorias e ferramentas de controle e inibição precisam ser estabelecidas. Um exemplo é manter canais confidenciais de denúncias. E estabelecer medidas disciplinares e corretivas em casos de violação

 

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Filhos influenciam na compra natalina.

54% dos Pais Admitem que Filhos Influenciam nas Compras Natalinas.

Pesquisa do SPC Brasil e do CNDL ouviu 600 consumidores nas 27 capitais brasileiras.

 

Com a crise econômica limitando os gastos do brasileiro neste Natal, os presentes mais modestos e as lembrancinhas devem ser os protagonistas deste fim de ano. Mas como explicar para as crianças as restrições financeiras da família?
 
Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que 53,8% dos pais admitem que seus filhos participam do processo de decisão das compras de presentes de Natal, seja em conjunto com os pais (40,5%) ou por decisão exclusiva das próprias crianças (13,3%).
 
Em 42,3% dos casos, os presentes são escolhidos unicamente pelos pais.

 

A pesquisa revela ainda que entre as mães, é mais comum que a criança escolha sozinha o presente (18,4%, contra 8,6% dos homens), enquanto para os pais, a escolha compartilhada entre criança e adulto ganha espaço (48,4% dos homens contra 31,9% das mulheres).

 

Frustração infantil

 

O estudo do SPC Brasil também procurou saber o que acontece se o presente recebido não agradar o gosto do filho. De acordo com quase metade (49,1%) dos pais entrevistados, a frustração é compensada com a promessa de que a criança ganhará o presente desejado em outra ocasião.
 
Em 34,2% dos casos, os filhos ficam tristes e frustrados, mas logo se esquecem do pedido ou não pedem outro presente no lugar.
 
Há, no entanto, casos mais extremos: 0,9% dos pais ouvidos no levantamento relataram que, em situações assim, seus filhos geralmente choram, fazem birra e até chantageiam na esperança de ganhar o presente desejado.

 
 
Fonte: Supermercado Moderno

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

A demanda de ceias prontas adequadas às novas dietas existe e não para de crescer, afinal há muitos brasileiros com restrições alimentares

 

Novos hábitos alimentares têm feito com que rotisserias, restaurantes, buffets, cozinheiros, inovem nos cardápios de ceias prontas para atender a demanda de veganos, celíacos, intolerantes à lactose e pessoas com outras restrições. Com isso, a ceia de Natal já não é mais tão tradicional quanto antes. Essa também pode ser uma estratégia para os supermercados que oferecem ceias prontas.

 

A demanda, segundo Rafaela Natal, gestora de food-service da AGR Consultores , existe e não para de crescer.


"Um em cada 214 brasileiros não pode comer glúten. Cerca de 8% das crianças com menos de seis anos têm restrições alimentares. E, como o cardápio natalino original inclui produtos com muito carboidrato, que geralmente contém glúten, e com lactose, há muita demanda por ceias sem esses itens."

 

O restaurante Quattrino, inaugurado em 1989 em São Paulo, que oferece uma ceia natalina sem glúten desde o ano 2000. Segundo Mary Nigri, a proprietária, no início o público do cardápio se restringia aos celíacos (pessoas intolerantes ao glúten), mas se expandiu nos últimos anos, com a popularização das dietas especiais.


Há cerca de quatro anos, outra dieta também gerou novidades no cardápio. Naquela época, clientes do restaurante começaram a pedir uma ceia inspirada na dieta Ravenna, desenvolvida pelo psicanalista argentino Máximo Ravenna. A casa passou a manter um profissional exclusivo para os pratos do menu, que demanda medidas bastante exatas.

 

Entre as opções estão saladas, risotos e tortas — para os que preferem uma ceia sem glúten — e caldos, carnes e sobremesas com frutas para os adeptos da dieta Ravenna. Juntos, representam cerca de 17% das reservas e ceias do restaurante.

 

No Quintana Café & Restaurante, em Curitiba, 20% dos pedidos de ceia sob encomenda são de cardápios sem glúten ou lactose.

 

Preço especial
 

Segundo Rafaela Natal, da AGR Consultores, o cardápio que contempla restrições alimentares pode ser mais caro. Ela conta que os celíacos desembolsam em média 77% mais que os não celíacos na compra de pães, por exemplo. "São produções em escala menor, o que aumenta o custo e provoca impacto no valor pago pelo consumidor." Principalmente no caso dos alimentos sem glúten, há uma série de detalhes que podem encarecer a produção.

 

E você, trabalha com ceia pronta no seu supermercado? Tem preparado seu estabelecimento com estes produtos para suprir a demanda das pessoas que vendem ceias e trabalham este nicho? Passou da hora de estudar essa super oportunidade, e não se esqueça que Prol é a melhor solução para ajudar você na exposição e organização com as gôndolas mais fortes e com melhor custo benefício do mercado!

 
 

Fonte: Folha de S. Paulo

Venda mais no verão agua-veraoCerveja Verãocha_pronto_verãoenergetico_verãoprotetor_solar_verãoiogurte_verãosorvete_verãosuco_concentrado_verãosuco-pronto_verãoRuptura coloração cabelo

3,7 bilhões de reais de vendas a mais no verão.

As categorias sazonais sempre prometem vendas quentes e o verão é uma das estações que mais trazem oportunidades para os supermercadistas aumentarem as vendas. São muitos os produtos cuja procura sobe no período.

 

28 Categorias merecem tratamento privilegiado no PDV. Juntas, geram R$ 3,7 bilhões de aumento de vendas no verão.

* Dezembro 2015, janeiro e fevereiro de 2016 ** Esse valor corresponderá a 41% do faturamento gerado pelas mesmas categorias nos outros nove meses do ano.

 

Dessas 28 categorias, veja a contribuição de 10 para esse desempenho:

 
- Água Mineral (cresce 28% no verão)

 
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Exposição recomendada: Além de alocar a cada segmento (com e sem gás) e a cada tamanho de embalagem espaço compatível com sua respectiva participação nas vendas, é recomendável usar e abusar de pontos extras para destacar promoções e ofertas.

A idade média do shopper é 44 anos. Ele se abastece de água mineral a cada 8 dias em média.

 

- Cervejas (Verão gera R$ 1,5 bi a mais em vendas)

 
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Exposição recomendada: Abrir a exposição no sentido do fluxo de tráfego de consumidores com as cervejas especiais para dar a ideia de variedade e estimular a compra por impulso dos itens mais rentáveis.

 

Na sequência, destacar as versões premium com mais espaço. Essa ação se justifica por dois motivos: são versões que mais crescem na categoria e você precisa incluir novos SKUs e marcas.

 

Facilite a compra:

  • Agrupar as marcas nas prateleiras com seus SKUs junto
  • Posicionar as latas nas prateleiras superiores
  • Expor as garrafas e packs no meio da gôndola
  • Alojar as garrafas de 600 ml, 1 litro e barril nas prateleiras inferiores
  • Expor em geladeiras e pontos extras próximo ao açougue

 

- Chá Pronto (Consumo aumenta 15% no verão)

 
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Exposição Recomendada: Uma excelente forma de incentivar a compra de chá pronto é expor perto de alimentos e bebidas com apelo à saudabilidade.

 

- Ruptura de coloração de cabelo (Atinge 12% no verão)

 
Ruptura coloração cabelo
 
Exposição recomendada:

 

  • Localizar a categoria próximo a itens de cuidados com os cabelos.
  • Segmentar a exposição em tinturas permanentes, semipermanentes e descolorantes.
  • Organizar as nuances por ordem numérica crescente, indo da esquerda para a direita.
  • Destacar as nuances especiais no topo da gôndola.

 

- Bebida energética (Vende 43% mais no verão)

 
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Exposição recomendada:

 

  • Localizar as bebidas energéticas no setor de bebidas. Segmentar a exposição por marca, porque esse é um dos fatores mais importantes na decisão de compra.
  • Iniciar a exposição no sentido do tráfego de consumidores com a marca líder posicionada na altura dos olhos.
  • Expor as versões obedecendo a seus preços de vendas por ordem decrescente. Isso quer dizer que é preciso colocar primeiro os packs de maior valor, seguidos pelas embalagens de 355 ml e estas pelas de 250 ml.

 

Cross merchandising: Para estimular mais as vendas, mantenha bebidas energéticas nos checkouts e também junto da vodca e uísque. Não se esqueça de oferecê-las geladas.

 

- Protetor Solar (Venda mais que dobra no verão)
 
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Exposição recomendada:

 

  • Localizar a categoria próximo a hidratantes corporais.
  • Agrupar os produtos por marca.
  • Organizar o bloco de cada marca por segmento: protetor solar regular, facial, labial, sport, spray, kids, pós-sol e bronzeadores.
  • Expor na altura dos olhos os segmentos e linhas de maior valor agregado (facial, sport, spray e kids).
  • Agrupar os protetores solares no sentido do fluxo de consumidores, começando pelo maior fator de proteção e terminando pelo menor.
  • Dedicar a parte inferior da gôndola às linhas regulares mais procuradas (geradoras de tráfego).

 

- Iogurte (Alta de R$ 202 mi em vendas no verão)

 
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O shopper de iogurte chega à loja com tudo definido previamente: ocasião de consumo, embalagem, versão e sabor. Só por último, dentro da loja, ele passa a considerar preço e marca.

 

- Sorvetes (Crescimento de 56% durante o verão)
 
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Ações para estimular a compra:

 

  • Localizar o freezer em local bem visível e próximo aos setores de doces, guloseimas e também junto aos checkouts.
  • Ambientar o local de modo a tornar a experiência de compra do shopper mais prazerosa, utilizando posters e outros recursos.
  • Destacar embalagens para consumo em casa, como potes e tortas, além de multipacks com vários picolés.
  • Comunicar, dentro e fora da loja, as promoções e novidades em sorvete, usando tabloides, cartazes, sistema de som ou mesmo mídias regionais.

 

Exposições casadas: Facilite para o shopper de sorvete e aumente o valor do tíquete médio mantendo junto ao freezer produtos complementares como:

 

  • coberturas
  • caldas
  • bolos industrializados
  • petit gateau
  • pegadores de sorvete
  • utensílios para servir sorvete

 

O shopper de sorvete

 

  • Mais da metade é do sexo feminino, com idade entre 30 e 49 anos pertencente à classe B.
  • Normalmente não planeja a compra.
  • Quando decide levar para casa considera, antes de tudo, a marca e o sabor preferidos por seus familiares, só depois pensa em preço.
  • A cada ano ele compra mais sorvete, como demonstra a evolução do consumo per capita.

 

- Suco Concentrado (Mix correto ajuda a vender mais)
 
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Exposição recomendada:

 

  • Blocar os sucos concentrados por marca na vertical.
  • Agrupar os sabores de cada marca na horizontal.
  • Na direção do fluxo de consumidores, organizar os produtos começando pelos de maior preço e terminando pelo mais em conta.

 

Sortimento ideal:

 

  • 1 a 4 checkouts: 3 sabores de 500 ml
  • 5 a 9 checkouts: 4 sabores de 500 ml
  • 10 a 19 checkouts: 5 sabores de 500 ml
  • Acima de 20 checkouts: todos os sabores

 

- Suco Pronto (86 mi a mais em vendas no verão)
 
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Exposição recomendada:

 

  • Agrupar os sucos prontos por marca na vertical.
  • Dentro de cada marca, blocar as versões por sabor.
  • Na direção do fluxo de consumidores, começar a exposição pelos produtos de maior preço.

 

Sortimento ideal

 

O shopper adquire em média duas embalagens de 1 litro e 3 de 200 ml em cada uma das 3 compras que realiza por mês.

 

  • 1 a 4 checkouts: 4 sabores de 200 ml e 4 de 100 ml
  • 5 a 9 checkouts: 6 sabores de 200 ml e 6 de 100 ml
  • 10 a 19 checkouts: 8 sabores de 200 ml e 8 de 100 ml
  • Acima de 20 checkouts: linha completa

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

Conheça o Cartão Reforma gondola-prime-linha-class-descricaogondola-rack-prime-e-passo-40acessorios-para-gondolasacessorios-para-gondolas_parte-2

Conheça o novo programa do governo – Cartão Reforma.

Foi lançado recentemente (09/11) pelo presidente Michel Temer o Cartão Reforma, programa que concederá créditos de em média R$ 5 mil para que famílias cuja renda máxima seja de R$ 1.800 mensais possam comprar material de construção e reformar suas casas.

 

Estão previstos R$ 500 milhões para o programa. A meta é atender até 100 mil famílias em 2017.

 

Após ser publicada no "Diário Oficial da União", a Medida Provisória que cria o programa terá força de lei e deverá ser analisada, em até 120 dias, pelo Congresso Nacional.


De acordo com o governo federal, os recursos do programa Cartão Reforma estão previstos no Orçamento da União, ou seja, as famílias beneficiadas não precisarão devolver o dinheiro.

 

O governo informou que vai repassar os recursos do programa a estados e a municípios, a quem caberá selecionar as famílias que serão beneficiadas.


Os governos locais, então, deverão determinar áreas específicas das cidades e comprovar que as famílias se enquadram nos requisitos, como a renda mensal.

 

Veja vídeo do Palácio do Planalto apresentando o programa Cartão Reforma:



 

Tudo o que vem de estímulo à construção civil é positivo. Há algum tempo o setor está enfraquecido, no varejo devido ao alto índice de desemprego, temos queda na renda e dificuldades de se obter crédito.

 

As vendas de materiais de construção caíram 8,4% em outubro, na comparação anual, conforme a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Em relação a setembro, houve expansão de 8,6%.

 

"[Com o Cartão Reforma] estamos não só prestigiando aqueles que fazem o material de construção, mas a geração de emprego. Quando milhões de pessoas vão às lojas de construção, pouco a pouco, aqueles que executam [produzem material] vão contratar funcionários", declarou Michel Temer ao lançar o programa.

 

Tudo isso deve movimentar o mercado de materiais de construção. A indústria da construção finalmente dá sinais de que deve começar a se recuperar.


Com esse reforço extra para levar mais famílias para as lojas de materiais de construção, o seu negócio está adequado para receber estes novos clientes?

 

Ter uma loja organizada, com boa exposição dos produtos é fundamental para este momento de acolher novos consumidores. A Prol tem toda a estrutura para ajudar você no seu projeto e apresenta as melhores soluções para o seu negócio.

 

Conheça abaixo alguns de nossos produtos ideais para lojas de materiais de construção:

 

Expositor para pisos.

Permite regulagem de altura para todos os tamanhos de pisos.


Expositor para Pisos Prol
 

Gôndola Passo 40 Linha Luxo.

Alta capacidade de carga, Painel Central Duplo, 32 Opções de Cores, 2 Anos de Garantia, Porta-etiqueta colorido, Garante Facilidade de Reposição e Montagem, Modelo Clássico Prol, Há mais de 15 Anos na Lista de Produtos. Ideal para grandes lojas de material de construção.


Gôndola Passo 40 Linha Luxo Prol - Descrição


Gôndola Passo 40 Linha Luxo
 

Gôndola Prime Linha Class.


Projetada em sistema Passo 25, que permite uma melhor regulagem de altura das bandejas, aumentando a capacidade de exposição em até 22%.


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Gôndola Prime Linha Class Prol
 

Gôndola Rack Prime Passo 40.


Maior capacidade de carga, ideal para grandes volumes e pesos.


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Acessórios para Gôndolas.

Anteparos, Barras, Cestos, Ganchos, Suportes, Painel Perfurado. Projetos Especiais: Desenvolvemos aramados, ganchos e suportes para o seu produto.


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Sistema de Armazenagem.


Contamos também com uma vasta linha de soluções em armazenagem para atender plenamente seu estoque.


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Solicite um orçamento sem compromisso em http://prolmoveis.com.br/fale-conosco/ e já comece planejar sua loja para vender mais em 2017 com a chegada do Cartão Reforma.

Exposição Organizada Evita Processos de Clientes

Exposição organizada evita processos de clientes.

Não é lenda urbana de supermercadistas, em Minas Gerais um atacarejo foi condenado a pagar indenização de R$ 8 mil após caixa de produto cair sobre consumidora.
Ela foi atingida na cabeça por duas caixas de biscoitos de cerca de 20 quilos, que caíram de uma altura de quatro metros. O acidente aconteceu em 2011.

 

Para evitar problemas, é recomendado evitar empilhamentos altos na área de venda e no estoque. Além disso, nenhuma parte das caixas ou dos produtos pode ficar posicionada para fora da prateleira.

 

Já nas lojas do formato supermercado, a adoção de gôndolas mais baixas contribui para diminuir riscos, assim como treinamento e orientação dos funcionários.

 

Além de pensar suas gôndolas para evitar acidentes, é muito importante que a exposição do produto seja feita de uma forma correta e que chame a atenção do consumidor.

 

DICA 01


Para uma boa organização dos produtos é trabalhar com prateleiras de alturas medianas, assim você evita os acidentes, como falado antes, e que os seus clientes tenham dificuldades para alcançar produtos localizados mais ao alto, principalmente se eles são materiais que podem quebrar ou são um pouco pesados como latas e pacotes.

 

DICA 02


Aqui a dica é sobre a distribuição dos produtos nas gôndolas. É muito importante que eles estejam alinhados e distribuídos com um pequeno espaço de folga entre um e outro, sabemos que isso diminui o numero de produtos na gôndola, mas dessa forma você evita acidentes que podem aumentar o número de perdas de produtos sem condições de comercialização (produtos amassados, por exemplo). Além disso, ao reduzir o número de produtos nas gôndolas, fica mais fácil observar a rotatividade dos mesmos e, dessa forma, selecionar com mais certeza aqueles produtos que merecem locais de destaque dentro do comércio.

 

DICA 03


Quando envolve organização de campanhas de merchandising, é necessário tomar muito cuidado para que a exposição dos produtos em destaque não se torne uma armadilha para o cliente, por exemplo, uma pirâmide de caixas de leite no meio do corredor que dificulta a transição das pessoas e dos carrinhos de compra.

 

Neste vídeo do canal Varejo na TV, temos mais uma super dica de posicionamento dos produtos na gôndula.


Vertical - Horizontal ou em Blocos - qual o melhor?

 

 

Saber organizar o seu espaço e valorizar os seus produtos é um grande passo para melhorar o seu volume de vendas e também a satisfação e facilidade dos seus clientes ao fazer comprar em seu comércio.

 

Siga as dicas e conte sempre com a Prol para as melhores soluções em gôndolas, móveis de aço, exposição e armazenagem para o seu espaço!

Fonte: Supermercado Moderno, Varejo na TV (canal Youtube)

Dicas Lojas de Vizinhança

Dicas para ajustar o posicionamento de lojas de vizinhança.

Quem investe hoje em modelos ainda não consolidados tem mexido e remexido nas lojas para encontrar o ponto exato de posicionamento e fazer a roda girar . Isso tem acontecido com redes que entraram no segmento atacarejo e descobriram que oferecer atendimento e mix amplo eleva o custo e inviabiliza o preço baixo. E com empresas que apostaram em mini-lojas de vizinhança e perceberam que a estratégia não deve ser a mesma para todas as filiais. O GPA, por exemplo, iniciou a renovação de alguns Minis Extra para atender público com renda de R$ 2 mil a R$ 8 mil, com mais serviços e produtos

 

Veja algumas dicas do Marcelo Bazzali, diretor de proximidade do GPA, para lojas de vizinhança.

 

1. Aumento do mix

 

O sortimento das lojas mini Extra reformuladas cresceu nada menos de 25%. “Mas não vamos trabalhar com variedade ilimitada. Em vez de 50 tipos de cervejas especiais, como faz a rede Pão de Açúcar, vamos oferecer 25 a 30, contra 15 opções de cervejas tradicionais”, explica Marcelo Bazzali, diretor do GPA.

 

2. Foco nos perecíveis

 

Ganharam destaque nas lojas o açougue, o hortifrúti e a padaria. Nesta última, foi introduzido o atendimento pessoal. Da área de produção, o funcionário consegue ver se há cliente no balcão para ser servido. Também há degustação de produtos fabricados na seção.

 

3. Otimização do espaço

 

Para incluir novos itens, as lojas ganharam gôndolas, além de expositores refrigerados. Cada espaço vazio foi aproveitado para acomodar os equipamentos. Com 220 m2, uma das unidades da capital paulista teve o acréscimo de 12 a 14 geladeiras/freezers e de 18 módulos de gôndola.

 

4. Posicionamento

 

Para reformular as lojas Mini Extra, foi considerada, além da renda do cliente, a localização da unidade. Foi analisado ainda o perfil da loja: passagem (perto de pontos e terminais de ônibus); de vizinhança (em áreas com moradias); e de atração (quando a loja faz com que o cliente saia de casa para ir até lá).

 

5. Identidade Extra

 

Mesmo mais sofisticadas, as filiais não perderam sua identidade com a marca-mãe Extra. Por isso, as lojas contam com cartazes na cor amarela, semelhantes aos encontrados nos hipermercados da marca. Por enquanto, as lojas trabalham também com outros modelos de cartazes, mas há estudos para unificá-los.


A identificação das seções ficou mais clara. As lojas também ganharam som ambiente para ficar mais aconchegantes.

 
 

Ainda há muitas oportunidades, nichos pouco explorados, serviços que poderiam ser mais bem desenvolvidos, e melhorias no atendimento, entre outras perspectivas, diz Fátima Merlin sócia fundadora da Connect Shopper e consultora de varejo e shopper marketing.

 

Uma última recomendação do Olegário Araújo, diretor da consultoria Inteligência de Varejo:

 

Poder contar com uma loja bem organizada, bem sinalizada e limpa é uma necessidade básica, mas também são fundamentais um atendimento mais personalizado e ágil, um melhoramento dos processos que também possa melhorar as gestões do estoque e das margens, e uma atuação diferenciada com relação às grandes redes, pois há muitas vantagens em ser pequeno e essas vantagens precisam ser exploradas.

 

Veja nosso CATÁLOGO PROL com tudo que você precisa para dar agilidade, beleza, fluxo e melhor exposição para o seu mercado de vizinhança competir forte e desbancar os concorrentes.

 

Fonte: Newtrade e Supermercado Moderno.

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IV SIPAT – Semana Interna De Prevenção de Acidentes do Trabalho

A Prol em seus 32 anos sempre prezou pela segurança e bem estar de todos os funcionários.

 

E nesta semana realizamos com sucesso a IV SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da Prol, uma semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho quanto a doenças ocupacionais, uma das atividades prescrita para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho, devendo ser realizada com frequência anual.

 

Qual o Objetivo?

 

- Orientar e conscientizar os funcionários da PROL sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças no ambiente do trabalho;

 

- Fazer com que os funcionários resgatem valores esquecidos pelo corre-corre do dia a dia, ou seja, não só tenham ideia de segurança, mas que também pratiquem segurança.

 

- Na SIPAT, os assuntos relacionados com saúde e segurança do trabalho são evidenciados, buscando a efetiva participação dos funcionários envolvendo, também, os diretores e gerentes.

 

Na programação contamos com a presença dos palestrantes do SESI - Serviço Social da Indústria abordando prevenção de acidentes, direção defensiva, proteção auditiva, doenças sexualmente transmissíveis e aids, vacinas e prevenção de doenças.

 

A Prol agradece a efetiva participação de todos, trabalhando com segurança respeitamos a vida!


Veja fotos do IV SIPAT:

 

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