VtexDay 2017_Blog Prol palestrantesVtex 2017 - Expositoresvtex 2017_Fotos GeraisBranson_vtex 2017vtex_correios_marktplaceShow Ivete VtexDay 2017

Highlights VtexDay 2017

Em sua quinta edição, VtexDay 2017 pela primeira vez foi realizado em dois dias.

 

O maior evento de varejo multicanal da América Latina foi realizado na São Paulo Expo que contou com mais de 100 expositores e um time de peso foi escalado para as palestras

 

O evento contou com a presenças de nomes como Richard Branson, fundador do Grupo Virgin; Zia Daniell Wigder, Chefe de Conteúdo Global do Shoptalk; Chau Banks, Vice-Presidente Executiva da New York & Company; Neil Patel, Co-Fundador da CrazzyEgg; Lincoln Murphy, Customer Success da Driven Growth; Patricia Jebsen, Presidente da Câmara Argentina de Comércio Eletrônico (CACE); Thiago Maia, Diretor Comercial do Grupo Netshoes e Patricia Amaro, Diretora de E-commerce para América Latina da Unilever, além dos co-CEOs da VTEX, Mariano Gomide e Geraldo Thomaz.

 

palestrantes

 

Junto ao evento tivemos o Fórum do Empreendedor Digital, que chega neste ano ainda maior, contando com a participação de Rafael Cortez, Jornalista e Apresentador, Gustavo Caetano, CEO da Samba Group, Tânia Gomes, CEO da 33 e 34, Fabiano Nagamatsu, Sebrae, além de uma área de exposição que contou com mais de 120 empresas especializadas do setor, apresentando as mais diversas soluções para o segmento multicanal.

 

Vtex 2017 - Expositores

 

Destacaram-se temas e tecnologias como big data, chatbot, mídia programática, mobile payment, os desafios de se iniciar uma operação internacional, integração de pagamento online e off que elevam a experiência de compra entre o varejista e o consumidor em diversos canais.

 

vtex 2017_Fotos Gerais

 

Como já esperado a maior atração foi o magnata britânico Richard Branson que possui uma fortuna avaliada em cerca de 5 bilhões de dólares e é o fundador do Grupo Virgin, que tem 400 empresas espalhadas pelo mundo.

 

Branson_vtex 2017

 

Na abertura do evento Branson afirmou que a Virgin Galactic disse ter naves prontas para levar turistas para passear no espaço já no próximo ano.
"Em poucos meses, nossa expedição estará no espaço. Já temos três ou quatro naves espaciais prontas", disse o bilionário dono do Virgin Group durante a abertura da feira Vtex Day.

 

O valor de uma passagem nas espaçonaves será de US$ 250 mil, segundo Branson, futuramente as passagens poderão ser vendidas a preços populares.
Ele revelou também que pretende construir carros voadores e um hotel na lua.
NOVIDADES NACIONAIS destacaram-se o Buscapé e os Correios.

 

Buscapé usou sua expertise como líder global em comparação de preços para fortalecer e dinamizar o ciclo de compras para lojistas e consumidores brasileiros, ao oferecer venda de produtos via _marketplace_ a partir do segundo semestre de 2017.

 

“O _marketplace_ do Buscapé empodera o consumidor, pois permite uma experiência completa de compras dentro da página. Para os lojistas, este novo modelo híbrido oferece potencialização da conversão e garante retorno sobre o investimento (ROI) ”, afirma o CEO do Buscapé, Sandoval Martins.

 

Os Correios marcaram presença e realizaram uma operação completa de logística durante VTEX Day 2017.

 

vtex_correios_marktplace

 

Na oportunidade foi apresentada, em tempo real, a “Experiência e-fulfillment Correios Log”, operação de logística integrada para o e-commerce, com simulação de todas as etapas que o novo serviço oferece para as lojas virtuais – recebimento, conferência, armazenagem, atendimento de pedidos, separação, empacotamento, expedição, distribuição/entrega, contando ainda com logística reversa.

Atualmente, seis armazéns operam o serviço, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e Recife.

 

O encerramento ficou por conta de um grande show da Ivete Sangalo que botou os participantes para dançar e teve direito a música inédita.

 

Show Ivete VtexDay 2017

Fontes: uol/ ecommercenews/ tech ao minuto/ o negócio do varejo/ vtexday 2017

Varejo Dia das Mães 2017

Preço vai pesar mais na compra do Dia das Mães.

Preço, promoção e descontos serão os fatores mais importantes na compra de presentes para o Dia das Mães em 2017.

 

Levantamento da Boa Vista SCPC constatou que 43% dos filhos levarão em conta esse quesito.


Em relação ao ano anterior, a alta é de 17 pontos percentuais.

 

Em 2016, o desejo das mães era o atributo mais considerado na hora da decisão, citado por cerca de 30% dos entrevistados.


Neste levantamento, o percentual caiu para 12%.

 

O valor médio dos presentes deve ficar em torno de R$ 197, em termos nominais. Entretanto, foi registrado crescimento entre os pretendem gastar até R$ 100: 48% neste ano, contra 55% de 2016.

 

As lojas físicas continuam tendo a preferência de 90% dos consumidores, enquanto o e-commerce fica com 10%.

 

Mais uma vez, produtos mais caros e dependentes de crédito, como eletrodomésticos e móveis, por exemplo, perdem força na intenção de compra. E o presente mais adequado ao orçamento apertado será algum item pessoal, como calçado ou vestuário.

 

SHOPPING - Curiosamente, caiu a participação do shopping como o local preferido para as compras. Ele foi apontado por 43% dos entrevistados no ano passado e agora apareceu na preferência 36%. O resultado é inferior ao das lojas de rua e de bairro, que ficaram com 41% das respostas neste ano.

 

Quanto à forma de pagamento, a maioria (77%) planeja quitar a compra à vista e em dinheiro (50%) para evitar o endividamento.

 
 
Fonte: O Estado de São Paulo

Crescimento do Atarejo 2016- Blog Prol moveis de Aço grafico variação real das vendas varejo alimentarFaturamento Anual - Atacarejo - Varejo AlimentarFaturamento Anual Supermercado - Varejo AlimentarFaturamento Anual Hipermercado - Varejo Alimentar

Atacarejo cresceu 14% real com boom de expansão

O ano passado consolidou o atacarejo como segundo formato do varejo alimentar, graças principalmente às inaugurações. Já os super e hipermercados continuam promovendo ajustes para se adequar a mudanças do mercado e aos desafios do cenário econômico. É o que aponta o 46º Ranking de SM , levantamento realizado com mais de 300 empresas de todo o País. Confira a seguir o que aconteceu com cada formato.

 

grafico variação real das vendas varejo alimentar

 

ATACAREJO

 

Os números do atacarejo voltaram a impressionar. O formato cresceu 14,1% real em 2016 e aumentou em dois pontos percentuais sua participação de mercado. Em valores, isso significou uma diferença de mais de R$ 10 bilhões em relação ao faturamento do hipermercado. No ano passado, a distância era de pouco mais de R$ 320 milhões. Com a crise, a migração para o formato foi mais intensa. “Há casos de lojas de cash & carry que já têm no consumidor final 70% das suas vendas”, afirma Bruno Ribeiro de Oliveira, sócio da Falconi Consultores de Resultados. Isso promoveu mudanças no sortimento. Segundo Oliveira, muitas redes já trabalham com, pelo menos, uma versão de maior valor em diversas categorias.

 

Chegada de Novos player

 

Também contribuiu para o crescimento do formato o maior número de lojas. A boa aceitação pelo consumidor atraiu, inclusive, o interesse de redes que nunca trabalharam com o modelo. “Mas esse não é um formato fácil de operar. Exige muita eficiência”, alerta Luis Fernando Costa, consultor da Falconi. “A margem bruta comercial no atacarejo é de cerca de 17%. Se o custo operacional for alto, por exemplo, de 16%, estamos falando de um Ebitda de apenas 1%”, diz o especialista. Para aumentar os ganhos, é preciso buscar custos baixos e operar com estrutura e sortimento enxutos. Já o supermercado conta com um pouco mais de fôlego na margem, que fica em torno de 25%. “Temos o caso de um cliente que, acostumado a esse formato, colocou no seu cash & carry uma margem de 20% com despesas de 15%. Embora o Ebitda fosse de 5%, ele não conseguiu gerar vendas devido à margem alta, pois os consumidores buscam preço no atacarejo.”

 

Mais e mais inaugurações

 

Com quatro novas lojas, a rede Mart Minas é um dos exemplos de quem investe na expansão do cash & carry. Ela alcançou 21 lojas e vendas de R$ 1,8 bilhão em 2016. Segundo Filipe Martins, diretor comercial, as inaugurações já estavam definidas no planejamento da companhia. “Para este ano, estamos prevendo mais cinco unidades”, diz. O executivo lembra que o formato vem atraindo novos consumidores há vários anos e que, portanto, o crescimento não é apenas fruto da atual conjuntura econômica. “Acreditamos muito nesse modelo de negócio”, ressalta. “Temos lojas confortáveis e mix adequado às necessidades do cliente. Um exemplo são as embalagens institucionais, mais econômicas, que têm boa aceitação tanto do consumidor final quanto do pequeno comerciante que compra nas nossas lojas”, conclui o diretor.

 

Faturamento Anual - Atacarejo - Varejo Alimentar


20,1% participação nas vendas do setor. 143 lojas a mais no ano passado. 25% Alta real nas vendas do Mart Minas, com 4 novas lojas.

 

SUPERMERCADO

 

Os supermercados tiveram alta real de 1,1% no ano passado. Embora pequeno, o crescimento não chega a ser ruim, considerando as dificuldades impostas pelo cenário econômico. Para Robson Poleto, analista de varejo da Lafis, o aumento, ainda que modesto, começa a refletir ajustes no parque de lojas. “Muitas empresas estão avaliando suas unidades com base no mercado em que atuam e no desempenho financeiro. Assim, fecham filiais ineficientes e mantêm ou expandem aquelas que trazem melhor resultado”, explica. José Barral, ex-executivo do varejo alimentar e hoje conselheiro de empresas, lembra ainda que outras iniciativas foram implementadas ao longo de 2016. Essas ações tiveram pouco impacto sobre as vendas do ano passado, mas devem contribuir para crescimentos mais expressivos conforme amadureçam. “O supermercado também é um formato bastante versátil. Existem lojas gourmet, outras focadas em preço, lojas pequenas e grandes. Da mesma maneira que sobreviveu aos hipermercados, quando chegaram ao País, o formato resistirá aos atacarejos”, avalia.

 

Crescimento acima da média

 

Ajustes na área comercial e no sortimento ajudaram o Barcelos a elevar o faturamento, atingindo R$ 604,6 milhões em 2016. A rede criou uma área de inteligência comercial, o que possibilitou tornar as compras mais assertivas. “Também conseguimos reduzir estoques e aumentar a margem de lucro”, afirma Licinio Barcelos Netto, diretor da rede, que atua no Estado do Rio de Janeiro e somou no ano passado 11 lojas. O número de SKUs do sortimento também foi reduzido entre 15% e 20%. Com isso, a empresa conseguiu dedicar maior espaço a produtos com maior venda. O Barcelos também ampliou o crossmerchandising nas lojas, para incentivar o consumo. “Fizemos ainda pontos extras colocando, por exemplo, enlatados com abridor. No carnaval, juntamos vodca, energético e copos”, conta Lucas Barcelos, sócio da rede. “Tudo ajudou.”

 

Faturamento Anual Supermercado - Varejo Alimentar


62,5% participação do formato nas vendas do setor. 5,4 alta real nas vendas do Barcelos.

 

HIPERMERCADO

 

Embora tenham tido queda real de 0,8% no ano passado, as vendas do segmento reagiram em comparação com 2015, quando recuaram quase 5,7% já descontada a inflação. Para Luis Fernando Costa, da Falconi, isso é um pequeno reflexo das reformulações que os gigantes do setor estão promovendo no formato. Outro ponto é que as redes regionais têm um modelo diferente de hipermercado, que procura atender todas as necessidades da família, aponta o conselheiro de empresas José Barral. “É comum também elas escolherem uma determinada seção para se especializar”, explica. É o caso da gaúcha Zaffari. “A rede tem um setor de bazar muito amplo, com louças bastante sofisticadas e diferenciadas”, diz ele. Em 2016, a varejista apresentou um crescimento real de 1,1% e alcançou faturamento de R$ 4,9 bilhões.

 

Hiper ainda tem espaço

 

Os hipermercados também caíram menos em vendas em função do aumento de lojas. O modelo fechou 2016 com 21 unidades a mais em relação a 2015. “Ainda existem locais que são carentes de lojas com sortimento mais amplo”, afirma Costa, da Falconi. “Outro ponto é que algumas redes líderes em suas regiões estão optando por não entrar no formato de cash & carry e tentar melhorar a operação de seus hipermercados”, acrescenta

 

Faturamento Anual Hipermercado - Varejo Alimentar


17,4% participação nas vendas do setor. 21 lojas a mais do formato em 2016.

 
 
Fonte: SM - Supermercado Moderno

Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

01-03 pascoa blog

Fabricantes de Chocolate Esperam Páscoa até 10x mais gorda.

Entre os brasileiros, 63% possuem o hábito de presentear com chocolates na Páscoa. Os dados fazem parte de recente pesquisa do IBOPE encomendada pela ABICAB — Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados.

 

Com base nesse comportamento do consumidor nacional é que as indústrias de chocolate a cada ano desenvolvem produtos inovadores.

 

“Para a edição deste ano, serão cerca de 120 lançamentos e a certeza de que o consumidor também encontrará os ovos das marcas favoritas. A proposta das fabricantes este ano é destacar os produtos muito além da parreira, com displays extras e gôndolas próximas aos caixas”, destaca Afonso Champi, vice-presidente de chocolate da ABICAB.

 

Economia

 

Com um consumo per capita de 2,5 kg/ano, o Brasil é o 5º maior consumidor de chocolate do mundo, gerando, em 2015, um faturamento de R$ 12,4 bilhões. De janeiro a setembro de 2016, a produção apresentou crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2015. “Começamos a recuperar a produção de chocolate e os esforços das indústrias foram essenciais para proporcionar o índice de aumento”, completa Ubiracy Fonseca, presidente da Abicab

 

Para a Páscoa deste ano, no período de outubro de 2016 a março de 2017, a Abicab estima que as indústrias e lojas especializadas devem gerar cerca 25 mil empregos temporários em todo Brasil, sendo que 15% devem ser destinados para posições de produção e 85% para promoção e cadeia de venda.

 

Para receber melhor os seus clientes e aproveitar essa oportunidade de boas vendas, a Prol ajuda você organizar seu espaço com as melhores soluções. Confira nosso CATÁLOGO e solicite um orçamento.

 
 

Fonte: NewTrade

App Supermercado.

Aplicativo alerta consumidor sobre alimentos para vencer.

Um empreendedor holandês está levantando o ânimo de consumidores na Europa indignados com o gigantesco volume de alimentos desperdiçados anualmente — cerca de 1,3 bilhão de toneladas. August de Vocht teve uma ideia simples e eficaz: desenvolveu um aplicativo para celular que identifica produtos do varejo com prazo de validade próximo e avisa o consumidor. Um alerta toca no aparelho, mostrando o que está para vencer e onde. Em geral, esses produtos são vendidos com descontos.

 

Utilizado inicialmente apenas na Holanda, o aplicativo NoFoodWasted será levado neste ano para Alemanha, Bélgica e Reino Unido. Para as redes de supermercado trata-se de uma economia significativa, diante dos prejuízos com o descarte de produtos alimentícios que encalham nas prateleiras e perdem o prazo para consumo.

 

Além dos alertas, o aplicativo também permite que o consumidor insira a sua própria lista de compras e receba notificações pelo smartphone quando algum de seus itens entrar em liquidação por conta da validade.

 

Os alertas não são limitados a produtos perecíveis, como frutas, legumes e carnes. Graças a um dispositivo Bluetooth conhecido como “beacon”, fixado embaixo das prateleiras, o app também identifica latas ou alimentos embalados próximas ao vencimento emitindo sons à medida em que o consumidor passa pelas gôndolas.

 

De Vocht estima que as compras de produtos pelo aplicativo levaram a uma economia equivalente a US$ 1,56 milhão em alimentos que, de outra maneira, poderiam ter ido para o lixo.

 

O desperdício de alimentos é um dos grandes temas de sustentabilidade em países desenvolvidos, ainda que seja um problema mundial. Parte do problema está na casa do consumidor, que não o consume a tempo, e parte na cadeia logística do produto. No Brasil, algumas redes varejistas, como o Grupo Pão de Açúcar, começaram oferecer produtos para vencer com descontos, separados em uma gôndola específica. “Mas o mais difícil ainda é mudar o comportamento do consumidor”, admite De Vocht.

 

Lançado em setembro 2014 em 11 supermercados associados, o NoFoodWasted tem atualmente 20 mil acessos por dia e está presente em 175 varejistas do País.

 
 

Fonte: Valor Econômico

ICC - Pesquisa FGV

Confiança do consumidor no Brasil volta a subir em janeiro.

O ano começou com a confiança do consumidor brasileiro em alta diante da melhora das expectativas com a situação presente depois de atingir em dezembro o nível mais baixo desde que o presidente Michel Temer assumiu formalmente a presidência do país, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgados final de janeiro (25/1).

 

Em janeiro, o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 6,2 pontos e atingiu 79,3 pontos, após terminar 2016 com duas quedas consecutivas. Em dezembro de 2016, o indicador chegou a 73,1 pontos, menor nível desde junho passado.

 

"Embora os níveis de incerteza ainda sejam altos e as perspectivas para o mercado de trabalho continuem ruins neste primeiro semestre, as boas notícias da virada de ano aumentam as chances de uma recuperação da confiança (ou, por enquanto, alívio da desconfiança) nos próximos meses”, disse em nota a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda Bittencourt.

 

Segundo a FGV, o ISA (Índice da Situação Atual) avançou 2,9 pontos, para 68,1 pontos. Já o IE (Índice de Expectativas) subiu 8,3 pontos, para 88,1 pontos.

 

 

Fonte: Agência Reuters

Capital de giro

BNDES cria linha direta de capital de giro com R$ 5 bi em 2017

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou no início de janeiro a abertura de uma linha de crédito de capital de giro.

 

Segundo a presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques, o objetivo é fazer frente à redução da oferta de crédito do sistema bancário nesta modalidade. A mudança faz parte da nova política de concessão de crédito.

 

A nova modalidade de crédito para capital de giro tem orçamento de R$ 5 bilhões e vigência, a princípio, até o final de 2017. O valor mínimo de financiamento é de R$ 10 milhões por operação.

 

“A linha de capital de giro do BNDES já existia. Nós a reativamos há alguns meses com outras condições. A novidade é que ela passa a ser oferecida também na modalidade direta, sem a intermediação de agentes financeiros. Essa linha direta é que não exista. O banco nunca fez capital de giro de forma direta”, explicou a presidente do banco.

 

O capital de giro é o dinheiro usado pela empresa no dia a dia, para pagar funcionários e fornecedores. Ele é essencial para cobrir eventuais descasamentos entre prazos de recebimentos e pagamentos e garantir a liquidez das empresas.

 

A falta de caixa para as contas do dia a dia é uma das principais causas do fechamento de empresas.

 

E já que o assunto é crédito, reforçamos que a Prol trabalha com várias linhas de créditos.


Nossos parceiros: Proger; FCO; Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Bradesco; Santander. Cartão de crédito 12x sem juros (Visa/Mastercard).

 

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Fonte: Supermercado Moderno

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20 Canais Para O Varejo Seguir No YouTube

A diversidade de conteúdos gratuitos à disposição de quem busca diariamente se aprimorar é gigantesca, porém no meio de milhares de vídeos a disposição para cada novo termo a ser pesquisado, a dificuldade está em se encontrar algo que seja de fato relevante para você e seu negócio.

 

No meio desse verdadeiro universo que é o YouTube, existem canais realmente interessantes, de gente que realmente quer fazer algo diferente pelo mundo varejo, compartilhando conhecimento.

 

O site Falando de Varejo separou 20 canais que o varejo deveria seguir no youtube, e baseou a seleção nos seguintes critério:

 
- Atividade: Gente que tenha postado algo recente. Canais sem atividade há mais de seis meses foram desconsiderados.

 

- Constância: Gente que tenha pelo menos "alguns" vídeos no canal, com alguma periodicidade. Uma andorinha só não faz verão, como diz o ditado.

 
- Foco: Gente que tenha pelo menos parte de seu conteúdo direcionado exclusivamente para o mundo do varejo.

 

 

OS 20 CANAIS INDICADOS:

 

1.) Falando de Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmEa9PDTtUBjxhX6y1Q73Hw

 

INSTITUCIONAIS

 

2.) ABAD

 

https://www.youtube.com/user/ABADbrasil

 

3.) Endeavour

 

https://www.youtube.com/channel/UCAV97DtIfx76JzdKDnmjvcw

 


4.) Sebrae

 

https://www.youtube.com/channel/UCBqosmarVhVAKYXGVt1JvnA

 

5.) Universidade Martins do Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCErKoS-jzrQt4K8I91OFJVg

 

 

ESPECIALISTAS

 

6.) Abilio Diniz

 

https://www.youtube.com/user/videoAbilioDiniz

 

7.) Claudio Diogo

 

https://www.youtube.com/channel/UCxCfUwG-QFVitLTklpBMxaQ

 

8.) Ederson Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmSX7bf5UuedFKDM91GCVxw

 

9.) Edson Moura

 

https://www.youtube.com/channel/UC7yKyRpEWyK9Xgu3HJ7QJtA

 

10.) Fred Rocha

 

https://www.youtube.com/channel/UCPHu-v5dqLY-3i71mIjUmsw

 

11.) Fred Alecrim

 

https://www.youtube.com/channel/UC4I23K5dI9kQGdy49ybNPmA

 

12.) Geração de Valor

 

https://www.youtube.com/user/GeracaodeValor

 

13.) Gouvêa de Souza

 

https://www.youtube.com/channel/UCmmkSvXpXbdivuPqGfZpjWg

 

14.) Joao Kepler

 

https://www.youtube.com/channel/UCjzy68yzcUJO5fLWjjqJkCA

 

15.) Leandro Branquinho

 

https://www.youtube.com/channel/UCJCM99GNjVh4X6UBErBLosw

 

16.) Varejo Top

 

https://www.youtube.com/channel/UC8PQfuDA1daKgLQx5zLZMDQ

 

 

PORTAIS E REVISTAS

 

17.) A Magia do Mundo dos Negócios

 

https://www.youtube.com/channel/UC1MzLBj0eLxYmxKE6qN-9WQ

 

18.) PDV Criativo

 

https://www.youtube.com/channel/UCRK80n9QV1yTPJ4xyqBzvJA

 

19.) Prevenção de Perdas Brasil

 

https://www.youtube.com/channel/UCju2pUFp8NzPHTL6JH0wsVg

 

20.) Revista Novarejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCe3t5RJGC6vKaIJwJUcwi7A

 

Siga, acompanhe, aprenda e boas vendas!

 

 

Fonte: Falando de Varejo