Varejo Dia das Mães 2017

Preço vai pesar mais na compra do Dia das Mães.

Preço, promoção e descontos serão os fatores mais importantes na compra de presentes para o Dia das Mães em 2017.

 

Levantamento da Boa Vista SCPC constatou que 43% dos filhos levarão em conta esse quesito.


Em relação ao ano anterior, a alta é de 17 pontos percentuais.

 

Em 2016, o desejo das mães era o atributo mais considerado na hora da decisão, citado por cerca de 30% dos entrevistados.


Neste levantamento, o percentual caiu para 12%.

 

O valor médio dos presentes deve ficar em torno de R$ 197, em termos nominais. Entretanto, foi registrado crescimento entre os pretendem gastar até R$ 100: 48% neste ano, contra 55% de 2016.

 

As lojas físicas continuam tendo a preferência de 90% dos consumidores, enquanto o e-commerce fica com 10%.

 

Mais uma vez, produtos mais caros e dependentes de crédito, como eletrodomésticos e móveis, por exemplo, perdem força na intenção de compra. E o presente mais adequado ao orçamento apertado será algum item pessoal, como calçado ou vestuário.

 

SHOPPING - Curiosamente, caiu a participação do shopping como o local preferido para as compras. Ele foi apontado por 43% dos entrevistados no ano passado e agora apareceu na preferência 36%. O resultado é inferior ao das lojas de rua e de bairro, que ficaram com 41% das respostas neste ano.

 

Quanto à forma de pagamento, a maioria (77%) planeja quitar a compra à vista e em dinheiro (50%) para evitar o endividamento.

 
 
Fonte: O Estado de São Paulo

ICC - Pesquisa FGV

Confiança do consumidor no Brasil volta a subir em janeiro.

O ano começou com a confiança do consumidor brasileiro em alta diante da melhora das expectativas com a situação presente depois de atingir em dezembro o nível mais baixo desde que o presidente Michel Temer assumiu formalmente a presidência do país, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgados final de janeiro (25/1).

 

Em janeiro, o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 6,2 pontos e atingiu 79,3 pontos, após terminar 2016 com duas quedas consecutivas. Em dezembro de 2016, o indicador chegou a 73,1 pontos, menor nível desde junho passado.

 

"Embora os níveis de incerteza ainda sejam altos e as perspectivas para o mercado de trabalho continuem ruins neste primeiro semestre, as boas notícias da virada de ano aumentam as chances de uma recuperação da confiança (ou, por enquanto, alívio da desconfiança) nos próximos meses”, disse em nota a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda Bittencourt.

 

Segundo a FGV, o ISA (Índice da Situação Atual) avançou 2,9 pontos, para 68,1 pontos. Já o IE (Índice de Expectativas) subiu 8,3 pontos, para 88,1 pontos.

 

 

Fonte: Agência Reuters

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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Filhos influenciam na compra natalina.

54% dos Pais Admitem que Filhos Influenciam nas Compras Natalinas.

Pesquisa do SPC Brasil e do CNDL ouviu 600 consumidores nas 27 capitais brasileiras.

 

Com a crise econômica limitando os gastos do brasileiro neste Natal, os presentes mais modestos e as lembrancinhas devem ser os protagonistas deste fim de ano. Mas como explicar para as crianças as restrições financeiras da família?
 
Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que 53,8% dos pais admitem que seus filhos participam do processo de decisão das compras de presentes de Natal, seja em conjunto com os pais (40,5%) ou por decisão exclusiva das próprias crianças (13,3%).
 
Em 42,3% dos casos, os presentes são escolhidos unicamente pelos pais.

 

A pesquisa revela ainda que entre as mães, é mais comum que a criança escolha sozinha o presente (18,4%, contra 8,6% dos homens), enquanto para os pais, a escolha compartilhada entre criança e adulto ganha espaço (48,4% dos homens contra 31,9% das mulheres).

 

Frustração infantil

 

O estudo do SPC Brasil também procurou saber o que acontece se o presente recebido não agradar o gosto do filho. De acordo com quase metade (49,1%) dos pais entrevistados, a frustração é compensada com a promessa de que a criança ganhará o presente desejado em outra ocasião.
 
Em 34,2% dos casos, os filhos ficam tristes e frustrados, mas logo se esquecem do pedido ou não pedem outro presente no lugar.
 
Há, no entanto, casos mais extremos: 0,9% dos pais ouvidos no levantamento relataram que, em situações assim, seus filhos geralmente choram, fazem birra e até chantageiam na esperança de ganhar o presente desejado.

 
 
Fonte: Supermercado Moderno

Dia das criancas-pesquisa comércio brasileiro

Dia das Crianças Deve Movimentar R$ 7,3 Bilhões no Comércio Brasileiro.

O comércio brasileiro deve movimentar uma receita em torno de R$ 7,3 bilhões com as vendas relacionadas ao Dia das Crianças. É o que revela pesquisa nacional Fecomércio RJ/Ipsos.

 

De acordo com o levantamento, 40% dos consumidores brasileiros pretendem adquirir algum produto na data comemorativa.

 

Como já é tradição no Dia das Crianças, entre as opções preferidas de presente, 59% responderam que darão brinquedos, 27% roupas, 7% calçados e 3% bicicletas. Neste ano, o tíquete médio para a compra de todos os presentes está em torno de R$ 118,87. Quando o gasto médio é dividido por gêneros, este ano, os homens serão um pouco mais generosos, com intenção de gastar, em média, R$ 125,37. As mulheres, por sua vez, afirmaram que têm a intenção de gastar cerca de R$ 113,35.

 

Pagamentos à vista

 

De olho na conjuntura econômica, cerca de 7 em cada 10 consumidores brasileiros (71%) informaram que pretendem adquirir os produtos para a data comemorativa por meio do pagamento à vista. O percentual continua praticamente estável quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando 73% dos brasileiros tinham esta intenção.

 

A pesquisa foi realizada pela Fecomércio RJ/Ipsos, no período de 30 de julho a 9 de agosto de 2016, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 65 municípios brasileiros.

 

Prepara-se para vender mais no Dia das Crianças

 

Dicas do Sebrae/RS para as empresas que ainda não se prepararam para aproveitar a data, comemorada em 12 de outubro.
As lojas que ainda não se prepararam para receber pais, tios, padrinhos e também as crianças, que vão pessoalmente escolher os seus presentes, ainda têm tempo para se prepararem.

 

Criar um ambiente convidativo com foco nas crianças - Carrocinha de pipoca, guloseimas, balões coloridos, espaço na loja para desenhos e pinturas, tatuagens infantis. Todas essas atrações chamam a atenção das crianças e tornam-se diferenciais na hora de escolher o estabelecimento para realizar as compras.
Para atrair ainda mais os pequenos, é interessante que a equipe de vendas esteja usando uniformes lúdicos como boné colorido, avental ou camiseta.

 

Outra sugestão é colocar adesivos antiderrapantes no chão com desafios lúdicos como, por exemplo, jogos de tabuleiro, caça ao tesouro, amarelinha, trilhas que estimulem a curiosidade.
Segundo a técnica, esta é uma forma de fazer, também, o cliente conhecer a loja inteira e o que ela tem para oferecer.
Basta ser criativo e lembrar: quem paga são os adultos, mas as crianças, em grande parte, são as decisoras finais da compra.

 

Seguem abaixo outras dicas que podem ajudar o empreendedor a vender mais no Dia das Crianças:
 

• Mantenha o cadastro dos clientes atualizado (nome, telefone, e-mail);
 
• Avise o cliente (pode ser e-mail marketing; mensagem SMS, Rede Social) que a loja está pronta para recebê-lo e ofereça dicas de presentes;
 
• Promova sorteios de brindes: jogos, livros, caça-palavras, cubo mágico. Dê preferência para brindes educativos;
 
• Busque vendas futuras. Não foque somente no “aqui e agora”;
 
• Agrade os adultos pais e os adultos que não têm filhos, pois podem presentear afilhados, sobrinhos e amigos;
 
• Ofereça um excelente atendimento, olhe nos olhos do cliente, fale sorrindo, utilize suas experiências: "meu afilhado levou este produto e gostou muito";
 
• Disponibilize condições atraentes de pagamento;
 
• Conheça o produto – muitas pessoas que não tem filhos saem à procura de presentes para crianças. O atendente deve perguntar idade da criança, quais são os seus hobbies, se gosta de ler, se é discreto, se tem brinquedos eletrônicos, ou seja, fazer perguntas que possam ajudar o adulto a fazer as escolhas;
 
• Estimule no atendente as vendas adicionais: Se o cliente vai levar um kit de lápis de cor, ofereça um estojo; se vai levar uma roupa ofereça uma peça adicional, um acessório, por exemplo;
 
• Faça um pós-venda. Os clientes se surpreendem ao receber uma ligação cujo objetivo é apenas perguntar se sentiu-se bem atendido e se o produto ou o serviço atenderam sua expectativa.
 
• Reveja a disposição, vitrine, exposição dos seus produtos. Para isso, você já sabe...pode contar com a ajuda da Prol. Solicite um orçamento e boas vendas!

 
 
Fontes: Portal Eletrolar e Sebrae/RS

Nova fase do consumidor 2016.

Novo comportamento do consumidor em 2016.

A recessão na economia brasileira levou consumidores a um novo comportamento em 2016. Se em 2015 o controle de despesas consistiu em reduzir compras e buscar promoções, neste ano, a substituição de marcas e produtos ganha força. Esse movimento, no entanto, não chega a categorias de produtos de alto valor agregado. Isso porque consumidores ainda tentam preservar ‘pequenos luxos’, na visão de analistas de mercado.

 

 

Adriano Araújo, diretor da Dunnhumby, diz que há um movimento de racionalização do consumo que atinge todas as classes sociais, mas a compra de alguns itens de alto valor agregado se mantém nas classes A, B e C. “De modo geral, os consumidores cortam gastos com produtos básicos para manter pequenos luxos. O brasileiro compra o detergente mais barato, troca a marca do biscoito, mas não abre mão da cerveja premium, do iogurte grego, do carro importado”.

 

 

A Dunnhumby monitora o comportamento de 22 milhões de consumidores que frequentam redes do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Raia Drogasil e Marisa, entre outras. De acordo com a pesquisa mais recente da consultoria, 38% dos consumidores já substituem produtos de limpeza por marcas mais baratas; 30% fazem o mesmo com itens de higiene e perfumaria. Nas categorias de molhos e condimentos e massas, 29% dos brasileiros trocam as marcas preferidas por produtos mais baratos. Em farinhas e grãos, o índice é de 28%.

 

Já em categorias de produtos de alto valor agregado, como sucos e alimentos integrais, linguiças e cervejas, as vendas ainda crescem dois dígitos e a substituição de marcas é muito pequena. No caso de cervejas, segundo a Dunnhumby, o índice de substituição é de 19%. “Os produtos premium e as embalagens maiores se mantêm como tendências de consumo para 2016”, diz Araújo.

 

David Fiss, diretor da Kantar Worldpanel, considera que os brasileiros fazem atualmente uma “racionalização premium”, economizando em itens considerados commodities para ainda manter o consumo de produtos nos quais vê benefício. “Com a recessão, o brasileiro não está comprando necessariamente o que é barato”, diz o analista. Ele cita como exemplo a substituição da carne bovina por embutidos. “Linguiça não é uma categoria de produto barato, mas o consumidor vê mais vantagem em consumi-la em relação à carne bovina que encareceu muito”, diz.

 

Fiss acrescenta que esse comportamento já é observado entre consumidores da classe C e das faixas de alta renda. Maximiliano Bovaresco, sócio-diretor da consultoria Sonne, diz que as classes de alta renda reduziram principalmente o consumo de serviços, como viagens internacionais e jantares em restaurantes.

 

Ao contrário dos fabricantes de linha branca, que a pedido do varejo, tem ampliado a oferta de produto básicos, algumas empresas fazem o movimento inverso. Um exemplo é a Le Lis Blanc, rede varejista pertencente à Restoque. A empresa anunciou no fim de dezembro que vai centrar foco nas lojas de alto consumo e em clientes que chegam a gastar R$ 100 mil em roupas da marca por ano.

 

 

Fonte: ESPM - Núcleo de Estudos do Varejo.

Pesquisa Abras

ABRAS inicia Pesquisa Índice de Confiança do Supermercadista.

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em parceria com a GfK, iniciou a Pesquisa Índice de Confiança do Supermercadista. O objetivo é identificar o sentimento dos empresários de supermercados em relação às perspectivas de desempenho do setor, constituindo-se em mais uma ferramenta de análise para o empresariado.

 

Para participar é fácil e rápido, só leva alguns minutos. Basta clicar aqui e acessar o link para preenchimento da pesquisa. Todos os respondentes terão acesso à divulgação dos resultados do Índice de Confiança dos Supermercadistas.

 

Supermercadista, não fique de fora de mais essa importante pesquisa. Sua participação é fundamental para melhorar ainda mais o setor!

 

Fonte: Portal Abras