Varejo Dia das Mães 2017

Preço vai pesar mais na compra do Dia das Mães.

Preço, promoção e descontos serão os fatores mais importantes na compra de presentes para o Dia das Mães em 2017.

 

Levantamento da Boa Vista SCPC constatou que 43% dos filhos levarão em conta esse quesito.


Em relação ao ano anterior, a alta é de 17 pontos percentuais.

 

Em 2016, o desejo das mães era o atributo mais considerado na hora da decisão, citado por cerca de 30% dos entrevistados.


Neste levantamento, o percentual caiu para 12%.

 

O valor médio dos presentes deve ficar em torno de R$ 197, em termos nominais. Entretanto, foi registrado crescimento entre os pretendem gastar até R$ 100: 48% neste ano, contra 55% de 2016.

 

As lojas físicas continuam tendo a preferência de 90% dos consumidores, enquanto o e-commerce fica com 10%.

 

Mais uma vez, produtos mais caros e dependentes de crédito, como eletrodomésticos e móveis, por exemplo, perdem força na intenção de compra. E o presente mais adequado ao orçamento apertado será algum item pessoal, como calçado ou vestuário.

 

SHOPPING - Curiosamente, caiu a participação do shopping como o local preferido para as compras. Ele foi apontado por 43% dos entrevistados no ano passado e agora apareceu na preferência 36%. O resultado é inferior ao das lojas de rua e de bairro, que ficaram com 41% das respostas neste ano.

 

Quanto à forma de pagamento, a maioria (77%) planeja quitar a compra à vista e em dinheiro (50%) para evitar o endividamento.

 
 
Fonte: O Estado de São Paulo

Super dicas páscoa 2017 - Prol ovo gigante decoradosBarco-lacta-pdvadesivo-de-vitrine-6adesivo-de-vitrine-4adesivo-de-vitrine-10pintar ovocantinho da páscoaPascoa_urgenciacaça aos ovosAdesivos vitrine pascoa

Super Dicas para a Páscoa 2017

Exatos um mês da data mais doce do ano, vamos te dar algumas dicas de como deixar seu PDV ainda mais atrativo e atrair mais consumidores.

 

A cada ano, a Páscoa exige mais e mais planejamento e existem alguns desafios que os supermercadistas precisam vencer neste ano para dar impulso às vendas.

 

Um deles é o SORTIMENTO. Ovo licenciado é o maior diferencial para o varejo alimentar.

 

Outro desafio, INOVAÇÕES: Ovo com dois sabores é o que mais cresceu nas últimas Páscoas. Portanto, é preciso avaliar quais serão os lançamentos que tendem a ser realmente inovadores neste ano.

 

COMPETIÇÃO! Preço baixo é insuficiente para concorrer com as chocolaterias. Nesse aspecto, o marketing tem que ser criativo para gerar demanda incremental.
 

Daí a importância de aproveitar todos os canais de comunicação com o cliente para divulgar as opções de presentes e os licenciados infantis que existem no supermercado. Além dos veículos tradicionais, é possível usar as redes sociais, estimulando o compartilhamento dos posts. Ações na loja com apelo à emoção também podem diferenciar o ponto de venda.

 

Sonho, emoção, fantasia. É assim que a Páscoa deve ser nos supermercados. É preciso trazer a criança para dentro da loja. Ao fazer isso, os pais virão junto, mesmo preferindo cada vez mais outros canais de venda. Afinal, o ovo que a criança deseja, com seu personagem favorito, só pode ser encontrado no varejo alimentar.

 

O importante é o varejista ganhar a simpatia de adultos e crianças.

 

Vamos então para algumas super dicas infalíveis para você vender mais nessa páscoa.

 

1- Ovos gigantes como obra de arte
 
Desse modo, você surpreende o consumidor, que se sente estimulado a parar e contemplá-los. É bem provável que ele tire fotos que têm tudo para viralizar nas redes sociais. Procure artistas do seu bairro que possam desenvolver esse tipo de trabalho.

ovo gigante decorados

 

2- Mesa decorativa e Esculturas deixam loja mais bonita e interessantes
 
Engana-se quem pensa que as mesas decoradas fazem sucesso apenas no Natal e no Ano-Novo. Esse barco da Lacta é um exemplo que chama muito a atenção.

 
Barco-lacta-pdv


(Imagem PDV CRIATIVO)

 

3- Caça aos ovos dentro da loja

 

Montar um caminho que passa por vários corredores até chegar às gôndolas de chocolate e à parreira de ovos pode proporcionar uma experiência diferente para os pequenos e os adultos. Além disso, confere um visual bem diferente e colorido ao supermercado.

 

4- Balões no sortimento e para presentear
 

Criança gosta de coelhos e de balões. Que tal contar com ambos para decorar vários pontos da sua loja? Mas atenção: conforme forem vendidos, é preciso agilizar a reposição para não comprometer a decoração.

 

5 - Crianças ajudam na decoração

 

Convide as crianças a ajudar na decoração do seu supermercado. Crie um espaço com monitores onde eles possam pintar ovos que serão usados no “look” de Páscoa.


Oficinas levam cliente para a loja e criam intimidade com o supermercado. Existem para todos os bolsos e espaços. Que tal tentar algumas dessas:
 
- cultivo de plantinhas em casca de ovos;


- biscoitos decorados;


- origami;


- patchwork de Páscoa;


- pintura em casquinhas de ovos.

 

pintar ovo

 

6 - Cantinho da páscoa

 

Inspire-se nos presépios de Natal e monte um espaço com elementos ligados à data. Tente cestinhas com ovos e plantinhas, bonecos de coelhinhos e outros itens que mexam com o consumidor e o façam mergulhar na emoção da Páscoa.

 
cantinho da páscoa
 

7 - Escancare a loja

 

Contagem regressiva Crie expectativa para mobilizar a atenção do consumidor. Você pode pensar em algo bem chamativo e reforçar a ideia no tabloide, no portal e nas seções de alto tráfego.

 
Pascoa_urgencia
 

8- Toca emoção

 

Trilha sonora de Páscoa ajuda a entrar no clima. E não se intimide em abusar da singela música “coelhinho da Páscoa/o que trazes pra mim”, ou de qualquer versão da galinha pintadinha. Música sacra gera emoção, ressalta que Páscoa é uma data religiosa e presenteia as pessoas. Convide algum coral de sua comunidade para realizar apresentações, com dias marcados e comunicação antecipada.

 

9 – Fantasia de Personagens

 

Surpreenda a criançada (e as mães) com coelhinhos fantasiados de personagens infantis, como Homem-aranha, Pokémon, Ladybug. Vale também ovos pintados. Se puder variar os personagens, melhor. E comunique com antecedência que a loja receberá a visita do coelhinho especial. As indústrias que trabalham com os personagens podem ser parceiras.

 
caça aos ovos
 

10 – Cartinhas

 

Em uma das pontas da parreira, coloque uma urna para os pedidos das crianças ao coelhinho. Na outra ponta, deixe um cestão para as crianças retirarem cartinhas escritas pelo coelho. Use envelopes de várias cores, com mensagens diferentes. Bole textos que agradem aos pais, como:
“Olá! Pode se lambuzar com o ovo de Páscoa, mas não se esqueça de comer frutas e legumes e escovar os dentinhos! ” Coelhinho da Páscoa.

 

LOJISTAS - Atenção especial nas vitrines!
 
Abaixo mais algumas dicas para uma vitrine perfeita:

 

- 1ª dica: Cor e cuidado com exageros
 
Procure optar sempre por poucos elementos, coisas diretas, sem muita informação. O Excesso sempre é prejudicial, pois acaba roubando diretamente a atenção de sua loja para os enfeites.

 
Adesivos vitrine pascoa
 

- 2ª dica: Elementos básicos
 
Decoração com elementos básicos. Apenas os vasos na frente da loja fazem a composição com adesivos em forma de coelho, simples, bonito e funcional. Este tipo de técnica não lhe atrapalha nas vendas, além de deixar um ambiente muito agradável. Aposte sempre em ambientes assim para lojas de roupas.você pode também brincar com luzes que fazem todo um clima especial em sua vitrine de páscoa.

 
adesivo-de-vitrine-6
 

- 3ª dica: Adesivos em vidro
 

Adesivos é a opção mais barata para quem quiser gastar pouco na decoração, optar por adesivos retos e com fundo transparente. Os adesivos em vinil costumam ser um pouco mais caro, mas mesmo assim são eficientes e fáceis de aplicar.

 

4ª dica: Muito Chocolate
 

Lojas de chocolates costumam sempre exagerar na composição, e estão certas, o chocolate é um artigo que quanto mais estiver em exposição, o aroma e a beleza da loja fica mais encantadora, usem e abusem deste poder que o chocolate tem, pois é a data em que esta delicia toma todo um poder especial.
 
adesivo-de-vitrine-10
 

Com certeza você vai ter uma páscoa muito mais positiva se aplicar essa dicas no seu espaço...e falando em espaço, lembre-se...não só para a páscoa, mas para todos os dias, a Prol tem as melhores soluções para o seu espaço!

 

Boa Páscoa!

 
 
Fonte: PDV Criativo, Display Brasil, Supermercado Moderno.

Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

01-03 pascoa blog

Fabricantes de Chocolate Esperam Páscoa até 10x mais gorda.

Entre os brasileiros, 63% possuem o hábito de presentear com chocolates na Páscoa. Os dados fazem parte de recente pesquisa do IBOPE encomendada pela ABICAB — Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados.

 

Com base nesse comportamento do consumidor nacional é que as indústrias de chocolate a cada ano desenvolvem produtos inovadores.

 

“Para a edição deste ano, serão cerca de 120 lançamentos e a certeza de que o consumidor também encontrará os ovos das marcas favoritas. A proposta das fabricantes este ano é destacar os produtos muito além da parreira, com displays extras e gôndolas próximas aos caixas”, destaca Afonso Champi, vice-presidente de chocolate da ABICAB.

 

Economia

 

Com um consumo per capita de 2,5 kg/ano, o Brasil é o 5º maior consumidor de chocolate do mundo, gerando, em 2015, um faturamento de R$ 12,4 bilhões. De janeiro a setembro de 2016, a produção apresentou crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2015. “Começamos a recuperar a produção de chocolate e os esforços das indústrias foram essenciais para proporcionar o índice de aumento”, completa Ubiracy Fonseca, presidente da Abicab

 

Para a Páscoa deste ano, no período de outubro de 2016 a março de 2017, a Abicab estima que as indústrias e lojas especializadas devem gerar cerca 25 mil empregos temporários em todo Brasil, sendo que 15% devem ser destinados para posições de produção e 85% para promoção e cadeia de venda.

 

Para receber melhor os seus clientes e aproveitar essa oportunidade de boas vendas, a Prol ajuda você organizar seu espaço com as melhores soluções. Confira nosso CATÁLOGO e solicite um orçamento.

 
 

Fonte: NewTrade

App Supermercado.

Aplicativo alerta consumidor sobre alimentos para vencer.

Um empreendedor holandês está levantando o ânimo de consumidores na Europa indignados com o gigantesco volume de alimentos desperdiçados anualmente — cerca de 1,3 bilhão de toneladas. August de Vocht teve uma ideia simples e eficaz: desenvolveu um aplicativo para celular que identifica produtos do varejo com prazo de validade próximo e avisa o consumidor. Um alerta toca no aparelho, mostrando o que está para vencer e onde. Em geral, esses produtos são vendidos com descontos.

 

Utilizado inicialmente apenas na Holanda, o aplicativo NoFoodWasted será levado neste ano para Alemanha, Bélgica e Reino Unido. Para as redes de supermercado trata-se de uma economia significativa, diante dos prejuízos com o descarte de produtos alimentícios que encalham nas prateleiras e perdem o prazo para consumo.

 

Além dos alertas, o aplicativo também permite que o consumidor insira a sua própria lista de compras e receba notificações pelo smartphone quando algum de seus itens entrar em liquidação por conta da validade.

 

Os alertas não são limitados a produtos perecíveis, como frutas, legumes e carnes. Graças a um dispositivo Bluetooth conhecido como “beacon”, fixado embaixo das prateleiras, o app também identifica latas ou alimentos embalados próximas ao vencimento emitindo sons à medida em que o consumidor passa pelas gôndolas.

 

De Vocht estima que as compras de produtos pelo aplicativo levaram a uma economia equivalente a US$ 1,56 milhão em alimentos que, de outra maneira, poderiam ter ido para o lixo.

 

O desperdício de alimentos é um dos grandes temas de sustentabilidade em países desenvolvidos, ainda que seja um problema mundial. Parte do problema está na casa do consumidor, que não o consume a tempo, e parte na cadeia logística do produto. No Brasil, algumas redes varejistas, como o Grupo Pão de Açúcar, começaram oferecer produtos para vencer com descontos, separados em uma gôndola específica. “Mas o mais difícil ainda é mudar o comportamento do consumidor”, admite De Vocht.

 

Lançado em setembro 2014 em 11 supermercados associados, o NoFoodWasted tem atualmente 20 mil acessos por dia e está presente em 175 varejistas do País.

 
 

Fonte: Valor Econômico

ICC - Pesquisa FGV

Confiança do consumidor no Brasil volta a subir em janeiro.

O ano começou com a confiança do consumidor brasileiro em alta diante da melhora das expectativas com a situação presente depois de atingir em dezembro o nível mais baixo desde que o presidente Michel Temer assumiu formalmente a presidência do país, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgados final de janeiro (25/1).

 

Em janeiro, o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 6,2 pontos e atingiu 79,3 pontos, após terminar 2016 com duas quedas consecutivas. Em dezembro de 2016, o indicador chegou a 73,1 pontos, menor nível desde junho passado.

 

"Embora os níveis de incerteza ainda sejam altos e as perspectivas para o mercado de trabalho continuem ruins neste primeiro semestre, as boas notícias da virada de ano aumentam as chances de uma recuperação da confiança (ou, por enquanto, alívio da desconfiança) nos próximos meses”, disse em nota a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda Bittencourt.

 

Segundo a FGV, o ISA (Índice da Situação Atual) avançou 2,9 pontos, para 68,1 pontos. Já o IE (Índice de Expectativas) subiu 8,3 pontos, para 88,1 pontos.

 

 

Fonte: Agência Reuters

Capital de giro

BNDES cria linha direta de capital de giro com R$ 5 bi em 2017

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou no início de janeiro a abertura de uma linha de crédito de capital de giro.

 

Segundo a presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques, o objetivo é fazer frente à redução da oferta de crédito do sistema bancário nesta modalidade. A mudança faz parte da nova política de concessão de crédito.

 

A nova modalidade de crédito para capital de giro tem orçamento de R$ 5 bilhões e vigência, a princípio, até o final de 2017. O valor mínimo de financiamento é de R$ 10 milhões por operação.

 

“A linha de capital de giro do BNDES já existia. Nós a reativamos há alguns meses com outras condições. A novidade é que ela passa a ser oferecida também na modalidade direta, sem a intermediação de agentes financeiros. Essa linha direta é que não exista. O banco nunca fez capital de giro de forma direta”, explicou a presidente do banco.

 

O capital de giro é o dinheiro usado pela empresa no dia a dia, para pagar funcionários e fornecedores. Ele é essencial para cobrir eventuais descasamentos entre prazos de recebimentos e pagamentos e garantir a liquidez das empresas.

 

A falta de caixa para as contas do dia a dia é uma das principais causas do fechamento de empresas.

 

E já que o assunto é crédito, reforçamos que a Prol trabalha com várias linhas de créditos.


Nossos parceiros: Proger; FCO; Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Bradesco; Santander. Cartão de crédito 12x sem juros (Visa/Mastercard).

 

Financie seu projeto com Cartão BNDES em até 48x. Solicite um orçamento: http://snip.ly/v2n38

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

prol-11_01-canais-varejo-youtube

20 Canais Para O Varejo Seguir No YouTube

A diversidade de conteúdos gratuitos à disposição de quem busca diariamente se aprimorar é gigantesca, porém no meio de milhares de vídeos a disposição para cada novo termo a ser pesquisado, a dificuldade está em se encontrar algo que seja de fato relevante para você e seu negócio.

 

No meio desse verdadeiro universo que é o YouTube, existem canais realmente interessantes, de gente que realmente quer fazer algo diferente pelo mundo varejo, compartilhando conhecimento.

 

O site Falando de Varejo separou 20 canais que o varejo deveria seguir no youtube, e baseou a seleção nos seguintes critério:

 
- Atividade: Gente que tenha postado algo recente. Canais sem atividade há mais de seis meses foram desconsiderados.

 

- Constância: Gente que tenha pelo menos "alguns" vídeos no canal, com alguma periodicidade. Uma andorinha só não faz verão, como diz o ditado.

 
- Foco: Gente que tenha pelo menos parte de seu conteúdo direcionado exclusivamente para o mundo do varejo.

 

 

OS 20 CANAIS INDICADOS:

 

1.) Falando de Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmEa9PDTtUBjxhX6y1Q73Hw

 

INSTITUCIONAIS

 

2.) ABAD

 

https://www.youtube.com/user/ABADbrasil

 

3.) Endeavour

 

https://www.youtube.com/channel/UCAV97DtIfx76JzdKDnmjvcw

 


4.) Sebrae

 

https://www.youtube.com/channel/UCBqosmarVhVAKYXGVt1JvnA

 

5.) Universidade Martins do Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCErKoS-jzrQt4K8I91OFJVg

 

 

ESPECIALISTAS

 

6.) Abilio Diniz

 

https://www.youtube.com/user/videoAbilioDiniz

 

7.) Claudio Diogo

 

https://www.youtube.com/channel/UCxCfUwG-QFVitLTklpBMxaQ

 

8.) Ederson Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmSX7bf5UuedFKDM91GCVxw

 

9.) Edson Moura

 

https://www.youtube.com/channel/UC7yKyRpEWyK9Xgu3HJ7QJtA

 

10.) Fred Rocha

 

https://www.youtube.com/channel/UCPHu-v5dqLY-3i71mIjUmsw

 

11.) Fred Alecrim

 

https://www.youtube.com/channel/UC4I23K5dI9kQGdy49ybNPmA

 

12.) Geração de Valor

 

https://www.youtube.com/user/GeracaodeValor

 

13.) Gouvêa de Souza

 

https://www.youtube.com/channel/UCmmkSvXpXbdivuPqGfZpjWg

 

14.) Joao Kepler

 

https://www.youtube.com/channel/UCjzy68yzcUJO5fLWjjqJkCA

 

15.) Leandro Branquinho

 

https://www.youtube.com/channel/UCJCM99GNjVh4X6UBErBLosw

 

16.) Varejo Top

 

https://www.youtube.com/channel/UC8PQfuDA1daKgLQx5zLZMDQ

 

 

PORTAIS E REVISTAS

 

17.) A Magia do Mundo dos Negócios

 

https://www.youtube.com/channel/UC1MzLBj0eLxYmxKE6qN-9WQ

 

18.) PDV Criativo

 

https://www.youtube.com/channel/UCRK80n9QV1yTPJ4xyqBzvJA

 

19.) Prevenção de Perdas Brasil

 

https://www.youtube.com/channel/UCju2pUFp8NzPHTL6JH0wsVg

 

20.) Revista Novarejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCe3t5RJGC6vKaIJwJUcwi7A

 

Siga, acompanhe, aprenda e boas vendas!

 

 

Fonte: Falando de Varejo

Como a corrupção afeta seu negócio?

Saiba quais são as práticas mais comuns de corrupção no varejo.

A corrupção não envolve apenas políticos, mas está no dia a dia das empresas e dos cidadãos brasileiros. Num País onde não há leis fortes e claras contra esse mal e o Estado não dá apoio às discussões sobre o problema as coisas ficam ainda mais difíceis.

 

O varejo alimentar é tanto vítima quanto vilão da corrupção. Os prejuízos são muitos e podem acabar com um negócio. As empresas precisam se ater a esse problema. E não existem fórmulas mágicas para enfrentá-lo, mas uma coisa é certa: sem regras claras, controle, boas práticas, treinamento e punição não se vai a lugar nenhum.

 

Quem quer ser correto tem batalhas a travar com equipes, parceiros, fornecedores e governos. Veja a seguir como a corrupção afeta seu supermercado:

 

Produtividade


Sonegação, fraudes, pagamento de propinas, acordos ilícitos escondem ineficiência, baixa produtividade. Sem o aparato ilegal, a empresa corre riscos e pode não se manter em pé

 

Concorrência



Quem não age dentro da lei pode ser vítima de denúncias, ainda que indiretas. Quem não lembra de Abilio Diniz falando de concorrentes desleais por sonegar impostos?

 

Imagem


Quando os esquemas são denunciados, clientes, fornecedores e investidores se afastam. Ninguém gosta de ser associado à corrupção

 

Fornecedores


Corromper fornecedores ou seus funcionários para conseguir benefícios é desvio que se traduz em mais riscos e maior ineficiência

 

Custo


Muitas vezes a empresa mantém profissionais para cuidar da engenharia de sonegação. E envolve alguns funcionários na arquitetura de fraudes. Isso é caro. E o dinheiro poderia ser aplicado em ferramentas bem mais úteis ao negócio

 

Crédito


Ainda que não esteja desmascarada, uma empresa com práticas de corrupção acaba tendo dificuldades para obter crédito no mercado. A tendência é que os bancos e investidores se protejam de eventuais transtornos

 

Turnover


Profissionais avessos à corrupção logo que percebem o que acontece, perdem a motivação e acabam saindo da empresa. A situação é ainda mais grave quando envolve funcionários talentosos e especializados


Fontes: varejistas e consultores

 
 

As práticas mais comuns de corrupção no varejo alimentar do Brasil

 

Sonegação de impostos


Mesmo com o cerco do Fisco, o mal persiste. É comum a sonegação a partir da falsificação de demonstrativos financeiros e de acordos com fornecedores envolvendo notas fiscais

 

Fraudes na importação


Também envolvem notas fiscais, que são emitidas com valores inferiores ao da compra, para reduzir o valor de taxas. Também é comum acordos com fiscais aduaneiros para agilizar a liberação de mercadorias

 

Adulteração de dados


Informações fiscais, contábeis, financeiras e trabalhistas são adulteradas para que a empresa não cumpra suas obrigações. A manipulação de despesas e receitas também ocorre

 

Pagamento de propinas


É uma prática para, por exemplo, agilizar a emissão de licenças de abertura de lojas. Também acontece para impedir autuações por não cumprimento de leis e normas

 

Fraudes em aquisições


Fraudam-se os dados tributários a fim de estabelecer um preço melhor para a empresa que está à venda ou em processo de fusão

 

Suborno a terceiros


Gerentes de bancos são subornados para elevar o teto de faturamento das empresas a fim de se obter um empréstimo polpudo
Fontes: varejistas e consultores

 
 

Como enfrentar a corrupção? A resposta está na política de compliance
 

Acabar com a corrupção dentro ou fora das empresas é algo praticamente impossível (a história da humanidade que o diga). Mas é possível mantê-la sob controle para proteger o negócio e contribuir para o fortalecimento da economia.
Um dos recursos é a chamada política de compliance – termo em inglês cujo significado é agir de acordo com as regras. A ferramenta ajuda a evitar fraudes, subornos, adulteração de dados, sonegação. E serve como atenuante legal para as multas previstas na Lei Anticorrupção. Mas para isso, a empresa precisa comprovar a efetividade de seu programa interno de integridade.

 

Um bom compliance envolve uma série de medidas, a começar por um código de ética e de conduta, para orientar e disciplinar o comportamento de funcionários e lideranças, conforme os princípios e os valores da empresa.
É importante aproveitar o código para ressaltar o comprometimento de todos com a transparência, o respeito às regras públicas, à ética e à moral. Desta forma, a companhia consegue estabelecer uma boa relação não só com o governo, mas também com fornecedores, acionistas, investidores, além de concorrentes, clientes e colaboradores. Instituir um canal interno e externo para denúncias de desvios de conduta também faz parte do programa.

 

Outra medida é a análise periódica dos riscos a que a empresa pode estar sujeita, quanto à corrupção. Aqui é importante considerar questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como as leis as quais a empresa está sujeita.
Tudo o que é passível de ações ilícitas, seja para garantir algum tipo de vantagem para empresa ou funcionário, deve ser listado. Auditorias e soluções pontuais para inibir as possíveis irregularidades devem ainda ser estabelecidas.
Um exemplo é fixar como regra que um funcionário sozinho nunca pode atender fiscais públicos. Deve estar sempre acompanhado de um colega para se sentir desestimulado a infringir as regras.

 

Nessa etapa, vale analisar parceiros – prestadores de serviços, consultorias e demais pessoas físicas com as quais a empresa mantém algum tipo de relação. Agora, com a Lei Anticorrupção, caso os parceiros estejam envolvidos em alguma ação corrupta, a empresa também poderá ser envolvida e punida.
Vale ressaltar que a nova regra também autoriza acordos de leniência entre a administração pública e as empresas infratoras. Mas, desde que colaborem efetivamente com as investigações e o processo administrativo.

 

O compliance envolve ainda sanções disciplinares e corretivas em caso de alguma violação ao código de ética e de conduta da empresa. Todas essas medidas devem ser amplamente difundidas dentro da empresa e periodicamente revisadas. Por isso, é preciso contar com uma equipe ou departamento de compliance. O RH tem papel importante para ajudar a alinhar e reforçar essa política entre os funcionários, assim como as lideranças devem contribuir estimulando e orientando as equipes.

 

Embora importante, as empresas brasileiras ainda dão pouca importância ao compliance. A falta de conhecimento é um dos motivos. Mas agora com a lei Anticorrupção é provável que isso mude. Além da nova Lei, outras iniciativas do governo federal, já em curso, também representam um estímulo para a adoção de políticas de compliance.
Caso do Sistema Público de Escrituração Digital. O objetivo é digitalizar todas as informações e obrigações contábeis, fiscais, tributárias e até trabalhistas que as empresas precisam disponibilizar para os órgãos públicos responsáveis, a fim de evitar fraudes.

 

Desenvolver métodos para coibir a corrupção dentro da empresa é essencial. As companhias precisam de procedimentos para apurar, registrar e tratar todos os desvios. Em cada setor, as atividades de maior risco precisam ser frequentemente monitoradas e contar com o comprometimento dos responsáveis. Veja:

 

Definições claras:


Crie um código de conduta, tendo um olho nas leis e outro em princípios e valores, que afaste a equipe de tentações. Ressalte nesse código a necessidade de transparência, respeito às regras públicas e à ética

 

Orientação:


O código deve ser apresentado e discutido por todos, além de revisto e resgatado com frequência para que não se transforme num documento de gaveta

 

Riscos:


Promover análise periódica dos riscos de corrupção também é importante. Considere questões tributárias, contábeis, fiscais, assim como leis às quais a empresa pode estar sujeita

 

Auditorias:


Auditorias e ferramentas de controle e inibição precisam ser estabelecidas. Um exemplo é manter canais confidenciais de denúncias. E estabelecer medidas disciplinares e corretivas em casos de violação

 

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

prol-28_12

Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno