Crescimento do Atarejo 2016- Blog Prol moveis de Aço grafico variação real das vendas varejo alimentarFaturamento Anual - Atacarejo - Varejo AlimentarFaturamento Anual Supermercado - Varejo AlimentarFaturamento Anual Hipermercado - Varejo Alimentar

Atacarejo cresceu 14% real com boom de expansão

O ano passado consolidou o atacarejo como segundo formato do varejo alimentar, graças principalmente às inaugurações. Já os super e hipermercados continuam promovendo ajustes para se adequar a mudanças do mercado e aos desafios do cenário econômico. É o que aponta o 46º Ranking de SM , levantamento realizado com mais de 300 empresas de todo o País. Confira a seguir o que aconteceu com cada formato.

 

grafico variação real das vendas varejo alimentar

 

ATACAREJO

 

Os números do atacarejo voltaram a impressionar. O formato cresceu 14,1% real em 2016 e aumentou em dois pontos percentuais sua participação de mercado. Em valores, isso significou uma diferença de mais de R$ 10 bilhões em relação ao faturamento do hipermercado. No ano passado, a distância era de pouco mais de R$ 320 milhões. Com a crise, a migração para o formato foi mais intensa. “Há casos de lojas de cash & carry que já têm no consumidor final 70% das suas vendas”, afirma Bruno Ribeiro de Oliveira, sócio da Falconi Consultores de Resultados. Isso promoveu mudanças no sortimento. Segundo Oliveira, muitas redes já trabalham com, pelo menos, uma versão de maior valor em diversas categorias.

 

Chegada de Novos player

 

Também contribuiu para o crescimento do formato o maior número de lojas. A boa aceitação pelo consumidor atraiu, inclusive, o interesse de redes que nunca trabalharam com o modelo. “Mas esse não é um formato fácil de operar. Exige muita eficiência”, alerta Luis Fernando Costa, consultor da Falconi. “A margem bruta comercial no atacarejo é de cerca de 17%. Se o custo operacional for alto, por exemplo, de 16%, estamos falando de um Ebitda de apenas 1%”, diz o especialista. Para aumentar os ganhos, é preciso buscar custos baixos e operar com estrutura e sortimento enxutos. Já o supermercado conta com um pouco mais de fôlego na margem, que fica em torno de 25%. “Temos o caso de um cliente que, acostumado a esse formato, colocou no seu cash & carry uma margem de 20% com despesas de 15%. Embora o Ebitda fosse de 5%, ele não conseguiu gerar vendas devido à margem alta, pois os consumidores buscam preço no atacarejo.”

 

Mais e mais inaugurações

 

Com quatro novas lojas, a rede Mart Minas é um dos exemplos de quem investe na expansão do cash & carry. Ela alcançou 21 lojas e vendas de R$ 1,8 bilhão em 2016. Segundo Filipe Martins, diretor comercial, as inaugurações já estavam definidas no planejamento da companhia. “Para este ano, estamos prevendo mais cinco unidades”, diz. O executivo lembra que o formato vem atraindo novos consumidores há vários anos e que, portanto, o crescimento não é apenas fruto da atual conjuntura econômica. “Acreditamos muito nesse modelo de negócio”, ressalta. “Temos lojas confortáveis e mix adequado às necessidades do cliente. Um exemplo são as embalagens institucionais, mais econômicas, que têm boa aceitação tanto do consumidor final quanto do pequeno comerciante que compra nas nossas lojas”, conclui o diretor.

 

Faturamento Anual - Atacarejo - Varejo Alimentar


20,1% participação nas vendas do setor. 143 lojas a mais no ano passado. 25% Alta real nas vendas do Mart Minas, com 4 novas lojas.

 

SUPERMERCADO

 

Os supermercados tiveram alta real de 1,1% no ano passado. Embora pequeno, o crescimento não chega a ser ruim, considerando as dificuldades impostas pelo cenário econômico. Para Robson Poleto, analista de varejo da Lafis, o aumento, ainda que modesto, começa a refletir ajustes no parque de lojas. “Muitas empresas estão avaliando suas unidades com base no mercado em que atuam e no desempenho financeiro. Assim, fecham filiais ineficientes e mantêm ou expandem aquelas que trazem melhor resultado”, explica. José Barral, ex-executivo do varejo alimentar e hoje conselheiro de empresas, lembra ainda que outras iniciativas foram implementadas ao longo de 2016. Essas ações tiveram pouco impacto sobre as vendas do ano passado, mas devem contribuir para crescimentos mais expressivos conforme amadureçam. “O supermercado também é um formato bastante versátil. Existem lojas gourmet, outras focadas em preço, lojas pequenas e grandes. Da mesma maneira que sobreviveu aos hipermercados, quando chegaram ao País, o formato resistirá aos atacarejos”, avalia.

 

Crescimento acima da média

 

Ajustes na área comercial e no sortimento ajudaram o Barcelos a elevar o faturamento, atingindo R$ 604,6 milhões em 2016. A rede criou uma área de inteligência comercial, o que possibilitou tornar as compras mais assertivas. “Também conseguimos reduzir estoques e aumentar a margem de lucro”, afirma Licinio Barcelos Netto, diretor da rede, que atua no Estado do Rio de Janeiro e somou no ano passado 11 lojas. O número de SKUs do sortimento também foi reduzido entre 15% e 20%. Com isso, a empresa conseguiu dedicar maior espaço a produtos com maior venda. O Barcelos também ampliou o crossmerchandising nas lojas, para incentivar o consumo. “Fizemos ainda pontos extras colocando, por exemplo, enlatados com abridor. No carnaval, juntamos vodca, energético e copos”, conta Lucas Barcelos, sócio da rede. “Tudo ajudou.”

 

Faturamento Anual Supermercado - Varejo Alimentar


62,5% participação do formato nas vendas do setor. 5,4 alta real nas vendas do Barcelos.

 

HIPERMERCADO

 

Embora tenham tido queda real de 0,8% no ano passado, as vendas do segmento reagiram em comparação com 2015, quando recuaram quase 5,7% já descontada a inflação. Para Luis Fernando Costa, da Falconi, isso é um pequeno reflexo das reformulações que os gigantes do setor estão promovendo no formato. Outro ponto é que as redes regionais têm um modelo diferente de hipermercado, que procura atender todas as necessidades da família, aponta o conselheiro de empresas José Barral. “É comum também elas escolherem uma determinada seção para se especializar”, explica. É o caso da gaúcha Zaffari. “A rede tem um setor de bazar muito amplo, com louças bastante sofisticadas e diferenciadas”, diz ele. Em 2016, a varejista apresentou um crescimento real de 1,1% e alcançou faturamento de R$ 4,9 bilhões.

 

Hiper ainda tem espaço

 

Os hipermercados também caíram menos em vendas em função do aumento de lojas. O modelo fechou 2016 com 21 unidades a mais em relação a 2015. “Ainda existem locais que são carentes de lojas com sortimento mais amplo”, afirma Costa, da Falconi. “Outro ponto é que algumas redes líderes em suas regiões estão optando por não entrar no formato de cash & carry e tentar melhorar a operação de seus hipermercados”, acrescenta

 

Faturamento Anual Hipermercado - Varejo Alimentar


17,4% participação nas vendas do setor. 21 lojas a mais do formato em 2016.

 
 
Fonte: SM - Supermercado Moderno

Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

Exposição Organizada Evita Processos de Clientes

Exposição organizada evita processos de clientes.

Não é lenda urbana de supermercadistas, em Minas Gerais um atacarejo foi condenado a pagar indenização de R$ 8 mil após caixa de produto cair sobre consumidora.
Ela foi atingida na cabeça por duas caixas de biscoitos de cerca de 20 quilos, que caíram de uma altura de quatro metros. O acidente aconteceu em 2011.

 

Para evitar problemas, é recomendado evitar empilhamentos altos na área de venda e no estoque. Além disso, nenhuma parte das caixas ou dos produtos pode ficar posicionada para fora da prateleira.

 

Já nas lojas do formato supermercado, a adoção de gôndolas mais baixas contribui para diminuir riscos, assim como treinamento e orientação dos funcionários.

 

Além de pensar suas gôndolas para evitar acidentes, é muito importante que a exposição do produto seja feita de uma forma correta e que chame a atenção do consumidor.

 

DICA 01


Para uma boa organização dos produtos é trabalhar com prateleiras de alturas medianas, assim você evita os acidentes, como falado antes, e que os seus clientes tenham dificuldades para alcançar produtos localizados mais ao alto, principalmente se eles são materiais que podem quebrar ou são um pouco pesados como latas e pacotes.

 

DICA 02


Aqui a dica é sobre a distribuição dos produtos nas gôndolas. É muito importante que eles estejam alinhados e distribuídos com um pequeno espaço de folga entre um e outro, sabemos que isso diminui o numero de produtos na gôndola, mas dessa forma você evita acidentes que podem aumentar o número de perdas de produtos sem condições de comercialização (produtos amassados, por exemplo). Além disso, ao reduzir o número de produtos nas gôndolas, fica mais fácil observar a rotatividade dos mesmos e, dessa forma, selecionar com mais certeza aqueles produtos que merecem locais de destaque dentro do comércio.

 

DICA 03


Quando envolve organização de campanhas de merchandising, é necessário tomar muito cuidado para que a exposição dos produtos em destaque não se torne uma armadilha para o cliente, por exemplo, uma pirâmide de caixas de leite no meio do corredor que dificulta a transição das pessoas e dos carrinhos de compra.

 

Neste vídeo do canal Varejo na TV, temos mais uma super dica de posicionamento dos produtos na gôndula.


Vertical - Horizontal ou em Blocos - qual o melhor?

 

 

Saber organizar o seu espaço e valorizar os seus produtos é um grande passo para melhorar o seu volume de vendas e também a satisfação e facilidade dos seus clientes ao fazer comprar em seu comércio.

 

Siga as dicas e conte sempre com a Prol para as melhores soluções em gôndolas, móveis de aço, exposição e armazenagem para o seu espaço!

Fonte: Supermercado Moderno, Varejo na TV (canal Youtube)

intencao-de-consumo-famílias

Intenção de consumo das famílias teve aumento de 4,1% em setembro.

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 4,1% na passagem de agosto para setembro deste ano.

 

O índice ficou em 72,1 pontos, em uma escala de 0 a 200. Segundo a escala da CNC, quando a ICF fica abaixo de 100 pontos, os consumidores estão insatisfeitos com a situação atual da economia.

 

Na comparação com agosto deste ano, houve alta nos sete componentes da ICF, com destaque para perspectiva de consumo (8,5%) e momento para a compra de bens duráveis (6,3%). Os demais componentes tiveram as seguintes altas: nível de consumo atual (4,9%), perspectiva profissional (3,6%), renda atual (3,6%), emprego atual (2,5%) e compra a prazo (2,2%).

 

Em relação a setembro de 2015, por outro lado, houve queda em todos os indicadores: nível de consumo atual (-22,5%), compra a prazo (-16,5%), momento para compra de bens duráveis (-15,1%), renda atual (-10,7%), perspectiva de consumo (-8,6%), emprego atual (-2%) e perspectiva profissional (-1,3%).

 

De acordo com a CNC, “o volume de vendas do comércio varejista brasileiro no conceito restrito recuou 0,3% entre os meses de junho e julho, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do dólar nos três meses terminados em julho (-8,6%) e a reação da confiança dos consumidores, têm viabilizado perdas menores nos últimos meses”, informa a nota de análise dos resultados da pesquisa.

 
 

Fonte: EBC Agência Brasil

atacarejo - Porta Paletes Prol

Crise leva ricos às compras no atacarejo!

As lojas que misturam atacado e varejo, com apelo de ter preços melhores que o dos supermercados, ficaram conhecidas no Brasil por atrair consumidores mais pobres ou pequenos empreendedores, como dogueiros e donos de pizzarias.

 

Mas a crise começa a mudar essa lógica. Em 2015, quase metade das famílias de alta renda fizeram compras, pelo menos uma vez, em um atacarejo, como são chamados esses estabelecimentos.


Pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel mostra que, no ano passado, 49% das famílias das classes A/B foram ao menos uma vez se abastecer nos atacarejos.

 

A consultoria, que visita semanalmente 11,3 mil domicílios espalhados pelo País para saber onde e como os brasileiros consomem itens básicos, revela que esse resultado supera a média para todos os estratos sociais e da classe C, que foi de 39%.

 

Também ficou muito acima do obtido para as camadas mais pobres. Em 2015, quase um terço dos lares das classes D/E compraram no atacarejo.

 

"Diante da necessidade de racionalizar as compras por causa da crise, os mais ricos passaram a frequentar esse tipo de loja porque sabem que podem ter algum benefício de preço", explica a diretora da consultoria, Christine Pereira.

 

SURPRESA

 

A consultoria selecionou uma cesta com 96 categorias de produtos, entre alimentos, bebidas e itens de higiene e limpeza e mensurou quanto as famílias desembolsaram no atacarejo em relação ao gasto total com esse grupo de produtos, levando em conta todos os tipos de lojas.

 

O resultado surpreendeu. Nas classes A/B, a participação do atacarejo no gasto total com esses itens foi de 10,8% em 2015, enquanto a média nacional foi de 8,3%. Nos demais estratos a fatia de desembolso também avançou em relação ao ano anterior, porém ficou abaixo de dois dígitos.

 

MUDANÇAS

 

A incorporação dos "novos" consumidores forçou os atacarejos a fazerem mudanças para atender a clientela mais endinheirada. Nas lojas da Mercantil Rodrigues é possível encontrar leite líquido sem lactose e produtos in natura, exemplifica Wandeley.

"Hoje temos nas nossas lojas produtos mais sofisticados de multinacionais. Cinco anos atrás trabalhávamos mais com marcas de primeiro preço."

 

Nassar, do Giga, diz que está mais "ousado" no sortimento. Na loja de Tamboré, por exemplo, foram incluídas cervejas artesanais, marcas premium, como macarrão Barilla e catchup Heinz, além de uma grande área destinada a hortifrutigranjeiros, conta. "Circulando na loja você não tem a impressão de que está numa loja de atacado."

 

A PROL possui soluções completas em suas linhas de Sistemas de Armazenagem.


Para melhor solução em atacarejo, nós temos o PPA (Porta Paletes Atacarejo), que atende as necessidades de compra do atacado e do varejo.
 
- Sistema agrega depósito e loja. Parte superior é feita para armazenagem de paletes e a parte inferior possui gôndolas de autosserviço ou estruturas PPM.
 
- Possue estrutura Cash and Carry;
 
- Possibilidade de uso de paleteiras elétricas para reposição das mercadorias;
 
- Facilita reposição da mercadoria, reduz custo operacional, otimiza o espaço, atende necessidade de compra do atacado e do varejo

 

05_Porta-Paletes-Atacarejo
 

RECESSÃO

 

Segundo Christine, da Kantar, o atacarejo tornou-se um canal de compras importante para todos os níveis socioeconômicos. Só no ano passado, ela calcula que 3,7 milhões de famílias, de todos os níveis socioeconômicos, começaram a comprar no atacarejo por causa da recessão combinada com a inflação em alta.

 

A diretora da consultoria pondera que esse tipo de loja ainda não é o principal canal de abastecimento da população, mas foi praticamente o único que cresceu no ano passado e com taxas invejáveis.


Para a cesta de produtos avaliada pela consultoria, as quantidades vendidas no atacarejo aumentaram 26% em 2015 ante 2014, enquanto as vendas dos hipermercados recuaram 4% e as do varejo como um todo caíram 2%. Só as farmácias avançaram 2% no período.

 

A preferência do brasileiro por esse tipo de loja cresceu no ano passado em todas as regiões do País, mostra a pesquisa. O destaque foi para a Grande São Paulo, o mercado que reúne os consumidores mais ricos. Mas também houve aumento significativo no Centro-Oeste e no Norte e Nordeste.

 

Fonte: Revista Exame