Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Nova Lei Preço Gongolas_blog Prol Lei MT - Preços nas Gôndolas

Nova Lei Obriga Exposição Visível de Preços em Gôndolas

O governo de Mato Grosso sancionou, no fim de abril (20.04), a Lei nº 10.392/2016, que estabelece normas para exposição dos preços ao consumidor de produtos alimentícios, de limpeza e de bazar nos estabelecimentos comerciais do Estado de Mato Grosso.

 

De acordo com a nova legislação, as instituições comerciais deverão mostrar de maneira bem visível - nas prateleiras ou nas gôndolas - etiquetas incluindo, além do preço do produto, o valor referente à unidade básica (quilo, litro, metro ou unidade). A regra vale para todos os produtos alimentícios, de limpeza e de bazar.

 

A superintendente do Procon-MT, Gisela Simona Viana, explica que o foco da nova norma é facilitar a comparação de preços por unidade total e fracionada. “O objetivo é garantir o acesso à informação e facilitar o processo de escolha para o consumidor antes da finalização da compra. As pessoas poderão comparar os valores e decidir qual a melhor forma para a aquisição: seja pelo valor do produto ou pela unidade básica”, detalha.

 

A nova legislação estadual ainda reforça a Lei Federal (nº 13.175), que também trata da exposição, oferta e formas de afixação de preços de produtos e serviços para o consumidor, obrigando a informação do preço por unidade de medida na comercialização de produtos fracionados em pequenas quantidades.

 

Lei MT - Preços nas Gôndolas


Imagem: Facebook Governo de Mato Grosso.

 

A lei, de autoria do deputado Romoaldo Júnior, não se aplica a micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional.

 

Prazos

 

As empresas terão cento e oitenta dias para se adequarem à lei, a partir da data de publicação (20.04). Quem descumprir às regras ficará sujeito a penalidades previstas no Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC), como multas, apreensão do produto, suspensão da atividade, interdição do estabelecimento, entre outras.

 

Aproveite não só para ajustar os preços, mas também suas gôndolas. Temos as melhores soluções em gôndolas para o seu negócio, veja nosso catálogo de produtos aqui: CATÁLOGO DE PRODUTOS PROL

 

Fonte: FolhaMax

Dicas para aumentar a venda no natal.

Dicas para vender mais ingredientes no Natal.

Os itens complementares são comprados sem planejamento na data. Veja como não perder vendas para os concorrentes

 

 

Nem só de carnes especiais, espumantes e panetones é feito o Natal. Junto com as categorias sazonais, muitas outras também têm maior procura no final do ano, uma vez que acompanham as ceias e os encontros familiares. A lista é extensa: arroz, lentilha, azeite, farofa pronta e ingredientes para farofa, maionese, creme de leite, chocolate em pó, enlatados, temperos e até bebidas e frutas secas menos lembradas no período. Esses produtos, que muitas vezes são esquecidos e até ignorados, também precisam de tratamento especial para reforçar as vendas.Vale ainda lembrar produtos de limpeza, como odorizadores para deixar a casa cheirosa. Ou produtos de beleza para deixar a dona de casa mais bonita.

 

 

O que também não pode ser esquecido é monitorar os itens que têm a demanda elevada no período. "O giro precisa ser observado constantemente. Reforçar a quantidade de itens na gôndola e reduzir os dias de estoque para reposição são ações básicas para evitar problemas", lembra a especialista Alessandra Lima, da Mind Shopper, empresa que gera soluções para o ponto de venda. Segundo ela, não é preciso aumentar o número de frentes ou criar ilhas, já que esses espaços são muito concorridos entre os itens puramente sazonais. "No lugar disso, devem ser usados pequenos reforços, como clip strips", sugere. Veja como acertar na receita:

 

 

Vodca

 

 
A vodca é cada vez mais consumida com outras bebidas, principalmente entre os mais jovens. Sinalizações perguntando "como você vai receber seus amigos?" ou ainda "o que você vai levar na festa da família?" podem instigar o shopper e se converter em vendas. A sugestão é de Rafael D'Andrea, sócio da ToolboxTM. Para ele, na época do Natal tudo o que for sugerido como solução para uma demanda do shopper, nem sempre lembrada, será bem-vinda. É possível, inclusive, colocar perto dessas bebidas receitas de drinks e coquetéis, o que também costuma estimular a compra de outros produtos. Se optar por uma lousa ou placa, pode-se sugerir ao cliente que fotografe a receita com o celular.

 

 

Blogs

 

 
Na época do Natal, o consumidor fica especialmente atento a sugestões e hoje em dia confia de maneira especial em blogueiros de culinária e de beleza, entre outros, para buscar novas soluções de pratos e presentes. Segundo D'Andrea, convém ficar atento ao que esse pessoal está propondo ao brasileiro para alinhar mix, serviços e atendimento.

 

 

 

Redes sociais

 

 
Aproveitar ideias do exterior, já testadas com sucesso, também pode ser uma maneira de inovar, segundo Rafael D'Andrea. A rede americana Trader Joe's, por exemplo, tem uma estratégia para postagem de mensagens em cada uma das redes sociais: Twitter, Pinterest, Instagram e LinkedIn. A empresa escolhe imagem e texto mais apropriados para cada veículo, define horários específicos de disparo e estimula a interatividade com o shopper. Um dos estímulos é propor "desafios" ao cliente, como publicar a receita favorita com uma hashtag própria. A melhor receita ganha um prêmio ou um desconto sobre determinado produto. As redes também são usadas para sugerir consumo de itens relacionados às datas sazonais.

 

 

Whatsapp

 

 
O sócio da ToolboxTM recomenda para o WhatsApp, campanhas promocionais específicas. Uma ideia é entrar com um item – azeite, bacalhau, espumante – numa promoção relâmpago (até às 20 horas, por exemplo) e criar um código promocional, disponibilizando-o nas redes sociais. Os shoppers precisariam informar esse código no caixa do supermercado para obter o desconto e espalhariam a promoção pelo Whatsapp para informar aos amigos e parentes. Eles seriam favorecidos pelo preço baixo e se divertiriam, enquanto a loja transformaria a audiência nas redes sociais em mais visitas ao supermercado e mais vendas do item escolhido.

 

 

 

+ Whatsapp
 

 

Enviar mensagens-lembretes para os clientes também é uma boa alternativa para estimular a compra de ingredientes e até de produtos impensáveis. Exemplos: Estamos com uma seleção de temperos especiais para as carnes natalinas; Conheça nossa linha de odorizadores de ambiente para deixar a casa cheirosinha no Natal; Temos snacks para você receber as visitas nas festas de fim de ano.

 

 

Instagram
 

 

Fotos também podem gerar procura por produtos. Tente postar a foto de um suculento peru recheado ao lado de pinhões, azeitona, cebola, tomate, ramo de alecrim. Ou a foto de um prato decorado de farofa tendo ao lado toucinho, cenoura, banana. Baseie-se em receitas para pensar nos ingredientes.

 

 

Placas e cartazetes
 

 

Esse recurso é antigo, mas substitui muito bem todo o artefato tecnológico, sobretudo porque é empregado na loja, onde a compra se realiza. Com mensagem mais dirigida, os resultados tendem a ser melhores. Tente frases como: Já comprou as passas e castanhas para aquele bolo especial?; Lentilha, uva e romã dão sorte! Sobremesa de Natal sem chocolate não dá!

 

 

Refil automático
 

 

A rede de farmácias Wallgreens, também dos EUA, trabalha com um aplicativo que, instalado nos celulares, permite ao consumidor escanear a embalagem e enviar automaticamente um pedido de "refil automático" daquele medicamento. Adaptada aos supermercados, a solução poderia permitir ao shopper usar os códigos de barras dos produtos para montar rapidamente uma nova lista de compras, enviar ao supermercado e só passar no local depois para retirar.

 

 

Vendas casadas
 

 

No Natal não se pode ignorar essa técnica. A especialista Alessandra Lima, da Mind Shopper, empresa que gera soluções para o ponto de venda, explica que é possível expor ingredientes como cereja em calda, frutas em conserva e vinhos para 'tempero' em ponta de gôndola próxima das carnes congeladas.

 

 

Sensores
 

 

Outra ideia trazida por Rafael D'Andrea é inspirada na rede americana Target. Ela está testando em 50 de suas lojas a tecnologia dos "beacons" – sensores que percebem a presença do shopper no supermercado e permitem enviar a seu smartphone notificações de promoção e sugestões de compras. O shopper instala o aplicativo da empresa para, ao entrar na loja, receber um pedido de autorização de mensagens. E a Target já afirmou que trabalhará a solução com cautela, para não cansar os shoppers com excesso de notificações.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

O que esperar do Natal 2015

O que esperar do Natal deste ano 2015?

Segundo especialistas e supermercadistas, o Natal de 2015 exigirá cuidado na compra dos produtos sazonais, sobretudo importados, como bacalhau

 

Neste ano, as condições econômicas desfavoráveis e a recente queda nas vendas, darão um novo rosto ao Natal do varejo. “Será preciso, por exemplo, atenção redobrada na compra de produtos e formação de estoque, para não prejudicar o capital de giro e terminar o ano super estocado”, alerta Ari Kertesz, sócio da consultoria McKinsey.

 

Também será preciso gerenciar melhor o estoque de categorias como bacalhau e frutas secas, cuja importação, por conta da alta do dólar, deverá ser afetada.

 

O dinheiro curto do consumidor deverá ainda impor novas atitudes aos supermercadistas. Embora a maioria não esteja pessimista quanto às vendas – espera aumento entre 3% e 5% –, acredita que só conseguirá tal resultado se investir pesado em promoções.

 

A gaúcha Rissul, 40 unidades, seguirá esse caminho. Vai colocar em promoção produtos natalinos e também aqueles que têm a procura elevada em função de férias e verão. “Já estamos com kits de inseticida “leve três pague dois”, pois a demanda cresce bastante nessa época”, conta Nei Luis Dellagustin, superintendente de compras da rede.

 

Outra aposta do varejo, segundo Ari Kertesz, serão as embalagens maiores e com descontos. Segundo ele, esse será o Natal da economia.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

 

Vodca e uisque em alta.

Vodca e Uísque em alta.

As bebidas destiladas cresceram 6% no ano passado em valor sobre 2013, segundo dados da consultoria Mintel. Os destaques ficaram com uísque e vodca, cuja taxa de aumento foi o dobro: 12%.

 

A expansão se manteve em diversas redes supermercadistas no início deste ano. Um dos motivos é o aumento do consumo em casa, que tem dois principais fatores: a queda da alimentação fora do lar e a implementação da lei seca em várias cidades.

 

 

Segundo Antonio José Dornelas Júnior, diretor comercial da Central de Compras Rede Nordeste, as indústrias têm praticado uma política de preço mais agressiva. Ao mesmo tempo, o público vem promovendo mais encontros sociais em casa. “Como faz questão de comemorar datas importantes e festivas, nosso consumidor deixa uma reserva separada para a compra de bebidas”, afirma.

 

 

Com o aumento do consumo de destilados, a Rede Nordeste implantou algumas mudanças. “Hoje a maioria dos itens estão em um local de fácil acesso ao cliente. Antes, permaneciam confinados”, explica Dornelas Júnior. “Redes sociais, pontos extras e mais participação nos encartes são ações que, em conjunto, têm impulsionado maior giro da categoria”.

 

 

Visto a importância de trabalhar melhor estes produtos no seu estabelecimento, consulte a Prol e veja qual a melhor solução para você e seu negócio. Oferecemos projetos, consultoria, entrega e montagem sem custo adicional em todo o Brasil.

 

 

O Savegnago, do interior paulista, aumentou em mais de 50% as vendas de destilados no período. Para Valdir Ribeiro, gerente de trade marketing, a alta é consequência de anúncios internos, gerenciamento por categorias realizado em parceria com a Pernod Ricard e ações promovidas na loja. Em suas lojas, ficam confinados apenas os produtos que custam mais de R$ 300.

 

 

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Fonte: Supermercado Moderno

 

Caminhos para superar a crise

Empresários do setor atacadista e distribuidor apontam caminhos para superar a crise.

Agentes de distribuição que apresentaram os melhores resultados em 2014 ressaltam otimismo e trabalho focado em melhorias na gestão e na operação das empresas

 

 

Durante o jantar de divulgação do Ranking ABAD/Nielsen 2015 - Ano Base 2014, realizado no dia 27 de abril, na sede da Fecomércio/SP, estiveram reunidos os representantes de algumas empresas selecionadas entre as participantes do Ranking que se destacaram nas cinco regiões do Brasil, com o objetivo de compartilhar suas experiências bem-sucedidas na busca de resultados.

 
Participaram desse seleto grupo Walter Faria, CEO do Grupo Martins, Luiz Gastaldi Junior, presidente da Mercantil Nova Era, Ilson Mateus Rodrigues, presidente do Grupo Mateus, José Rodrigues da Costa Neto, presidente da JC Distribuição, Fiorelo Pegoraro, presidente do Grupo Pegoraro/Deycon, Euler Fuad Nejm, presidente da Decminas, e Inácio Américo Miranda Júnior, presidente do grupo Karne Keijo.
Entre essas empresas, cinco constam do Ranking geral dos dez maiores do setor no país: Martins (2º lugar), Grupo Mateus (4º), Decminas (6º) JC Distribuição (7º) e Deycon (10º).

 
Ao falar sobre seus bons resultados em um ano já difícil, como foi 2014, alguns dos empresários presentes relataram suas experiências em crises passadas e foram unânimes em afirmar que elas foram superadas com visão, senso de oportunidade, otimismo e muito trabalho. E, afirmam, a receita continua a mesma.
O consultor Nelson Barrizzelli corroborou essa visão, lembrando que é preciso manter o foco nas variáveis do problema que o empresário pode controla: aquelas que estão dentro de casa. "É preciso parar de olhar tanto para as notícias ruins da economia e voltar a atenção para aquilo que está nas mãos de cada empresa, que é melhorar seus próprios processos", afirmou

 
Em seu discurso, o presidente da ABAD lembrou que a entidade desenvolve diversas ações que fomentam a capacitação e a competitividade, acrescentando que a união do setor é indispensável para fortalecer as empresas: "Para conseguirmos superar os desafios que agora se apresentam, devemos assumir uma postura proativa e somar forças em prol de um mesmo objetivo: garantir o melhor desempenho possível para o nosso setor."

 
José do Egito também destacou a importância de o setor trabalhar em estreita parceria com os fornecedores para alcançar melhores resultados. "Entendemos que apenas a total sintonia entre indústria, agentes de distribuição e varejo será capaz de preservar um bom ambiente de negócios e proporcionar o crescimento de nossas empresas e de toda a cadeia de abastecimento", concluiu.

 
O evento reuniu de 465 convidados de todo o país, entre agentes de distribuição, fornecedores, profissionais da cadeia de abastecimento e integrantes das 27 Filiadas Estaduais da ABAD.

 
Durante jantar oferecido pela ABAD, os dados da pesquisa do Ranking ABAD/Nielsen 2015 - Ano Base 2014 foram comentados e analisados por Olegário Araújo, diretor de atendimento ao atacado e ao varejo da Nielsen, e Nelson Barrizzelli, professor doutor da FEA/USP e coordenador de cursos da FIA (Fundação Instituto de Administração), com grande experiência no setor, e pelo presidente da ABAD, José do Egito Frota Lopes Filho.

 
As empresas-destaque do Ranking ABAD/Nielsen deste ano foram:

 
• Centro-Oeste - JC DISTR. LOG. IMP. EXP. DE PROD. INDUSTRIALIZADOS S/A (Goiás)

 
• Norte - MERCANTIL NOVA ERA LTDA (Amazonas)

 
• Nordeste - ARMAZÉM MATEUS LTDA (Maranhão)

 
• Sul - DEYCON COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA. (Santa Catarina)

 
• Sudeste - DECMINAS DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA S/A. (Minas Gerais)

 
• Destaque Produtos Perecíveis - KARNE KEIJO COM. IMP. E EXP. LTDA. (Pernambuco)

 
• Destaque Nacional - MARTINS COM. E SERVIÇOS DE DISTRIB. S/A (Minas Gerais)

 
No mesmo evento, foram também premiadas as empresas apontadas pelo varejo independente de todo o país como os Melhores Atacadistas (Estadual e Nacional) de 2014, a partir de pesquisa realizada pela consultoria GfK Brasil, nova parceira da ABAD.
Embora não esteja vinculado ao Ranking, esse estudo também se destina a valorizar a atuação dos agentes de distribuição que ao longo de 2014 prestaram o melhor serviço ao principal cliente do setor, o varejo independente, cliente do Canal Indireto.

 
São estas as empresas vencedoras:

 
• Acre - COIMBRA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA.

 
• Alagoas - ANDRADE DISTRIBUIDOR LTDA.

 
• Amapá - ARMAZÉM SANTA MARIA LTDA.

 
• Amazonas - MERCANTIL NOVA ERA LTDA.

 
• Bahia - LUTAN DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS LTDA.

 
• Ceará - J. SLEIMAN & CIA. LTDA.

 
• Distrito Federal - NOVA AMAZONAS IND. COM. IMP. DE ALIMENTOS LTDA.

 
• Espírito Santo - MEGAFORT DISTRIBUIDORA IMP. E EXP. LTDA.

 
• Goiás - JC DISTRIB. LOG. IMP. EXP. DE PROD. INDUSTRIALIZADOS S/A

 
• Maranhão - ARMAZÉM MATEUS S/A

 
• Mato Grosso - NORTE SUL REAL DISTRIBUIDORA E LOGISTICA LTDA.

 
• Mato Grosso do Sul - JC DISTRIB. LOG. IMP. EXP. DE PROD. INDUSTRIALIZADOS S/A

 
• Minas Gerais - GARCIA ATACADISTA LTDA.

 
• Pará - MARQUES E MELO LTDA.

 
• Paraíba - ATACADÃO DE ESTIVAS E CEREAIS RIO DO PEIXE LTDA.

 
• Paraná - DEYCON COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA.

 
• Pernambuco - MULTI DISTRIBUIDORA

 
• Piauí - JORGE BATISTA & CIA. LTDA.

 
• Rio de Janeiro - ZAMBONI COMERCIAL LTDA.

 
• Rio Grande do Norte - ATACADÃO DE ESTIVAS E CEREAIS RIO DO PEIXE LTDA.

 
• Rio Grande do Sul - DISJOI S/A. DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA

 
• Rondônia - COIMBRA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA.

 
• Roraima - ASSIS E BORGES LTDA.

 
• Santa Catarina - RWR LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO LTDA.

 
• São Paulo - DIPALMA COMÉRCIO DISTRIBUIÇÃO LOG. PROD. ALIM. LTDA.

 
• Sergipe - ASA BRANCA INDL. COML. E IMPORTADORA LTDA.

 
• Tocantins - JC DISTRIB. LOG. IMP. EXP. DE PROD. INDUSTRIALIZADOS S/A

 
• Nacional - MARTINS COMÉRCIO E SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO S/A

 

 

Além dos dados relevantes para o setor, apresentados pelo Ranking, o evento trouxe uma excelente oportunidade para fortalecer a relação da indústria fornecedora com os agentes de distribuição mais eficientes do nosso setor, uma vez que o Canal Indireto é um importante parceiro da indústria, respondendo por 51,7% da distribuição de produtos mercearis no mercado brasileiro.

 


ABAD

 
Os agentes de distribuição são responsáveis por abastecer mais de um milhão de pontos de venda nas cinco regiões do Brasil. A ABAD - Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados, criada em 1981, representa nacionalmente o segmento e reúne mais de três mil empresas de todo o Brasil que comercializam produtos alimentícios industrializados, candies, bebidas, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica, produtos farmacêuticos e de perfumaria, papelaria e material de construção, entre outros, e movimentam cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

 

 

Fonte: ABAD - Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados

 

dia 21 post blog

Lucre com festas juninas saudáveis.

Aumente as vendas divulgando em seu supermercado a qualidade nutricional de alguns alimentos típicos do período e dê dicas de como preparar pratos mais saudáveis

 

As festas juninas trazem alegria e descontração, mas também gostosuras que comprometem a boa forma e prejudicam a saúde de clientes mais vulneráveis.

 

Para atender essa clientela, o supermercado deve orientá-la no consumo, sem deixar de apontar a qualidade nutricional de cada prato. SM ouviu Rosana Farah, especialista em nutrição clínica e padrões gastronômicos, que aponta os benefícios para a saúde de vários ingredientes típicos, além de indicar cuidados no consumo.

 

Aproveite os dados em cartazes e placas, nos tabloides e nos sites da empresa.

 

Milho

 

 

Lado Bom: O grão é uma boa fonte de fibras que auxilia no funcionamento do intestino. Contém proteínas, vitaminas A e C, e minerais, como ferro e potássio

 

Cuidados: Por ser um carboidrato, é rico em calorias

 

Recomendação para a clientela: Usar ingredientes mais 'leves' no preparo dos pratos como curau, pamonha e bolo de milho. Sugira, por exemplo, leite desnatado, creme de leite e leite condensado light, açúcar orgânico ou mascavo

 

 

 

 

Coco

 

Lado Bom: Fruta típica de países tropicais, tem grande quantidade de fibras e gorduras. É rica em ômega 6, potássio e compostos fenólicos, apresenta grande poder antioxidante, combatendo os radicais livres que prejudicam o organismo. Contribui para a boa imunidade, pode reduzir inflamações e regular função tireoidiana

 

Cuidados: 50 gramas de polpa madura apresenta 195 calorias

 

Recomendação para a clientela: Usar leite de coco e coco ralado light, em quantidades moderadas

 

 

 

Pipoca

 

 

Lado Bom: A pipoca apresenta mais fibras do que o milho in natura, sendo uma importante aliada na melhora da saúde, pois aumenta o tempo de digestão, levando a maior saciedade. Contém ainda polifenóis que possuem ação antioxidante, combatendo os radicais livres presentes no organismo e diminuindo os riscos de doenças cardíacas, além do envelhecimento precoce

 

Cuidados: Contém gordura trans na versão para micro-ondas ou quando preparada com óleo e manteiga na panela

 

Recomendação para a clientela: Prefira preparar em casa em micro-ondas sem óleo e com pouco sal

 

 

 

Chocolate

 

Lado Bom: Para garantir benefícios à saúde, deve conter pelo menos 70% de cacau em sua composição. Entre os benefícios, estão a diminuição do risco de doenças cardiovasculares e câncer, diminuição de colesterol ruim e de aumento da pressão arterial

 

Cuidados: Tem alto teor de gordura e açúcar, principalmente o chocolate branco

 

Recomendação para a clientela: Moderação

 

 

 

Carne seca

 

Lado Bom: É importante fonte de proteína, como os demais alimentos de origem animal

 

Cuidados: Rica em gordura e sódio, não é recomendada para pessoas com pressão e colesterol alto

 

Recomendação para a clientela: Moderação e substituição por carnes mais magras e preparosem muito sal

 

 

 

Amendoim

 

 

Lado Bom: Ajuda a proteger o sistema cardiovascular. Assim como outras oleaginosas, castanha-do-pará e caju, é rico em proteínas, gorduras insaturadas (gordura boa), vitaminas e minerais

 

Cuidados: 100 gramas contém 567 calorias

 

Recomendação para a clientela: Moderação no consumo. Sugira que o cliente escolha só uma ou duas opções entre os doces

 

 

 

Gengibre

 

Lado Bom: A raiz apresenta propriedades terapêuticas, como ação anti-inflamatória e cicatrizante, além de proporcionar efeitos benéficos ao sistema digestivo, auxiliando na digestão de alimentos gordurosos e evitando enjoos e náuseas

 

Cuidados: Nenhum

 

Recomendação para a clientela: Aproveitar os benefícios para consumo não só nas festas juninas, mas na sua dieta rotineira

 

 

 

Canela

 

Lado Bom: A especiaria é conhecida por seu poder termogênico, que ajuda a combater a obesidade. Tem ainda poder antioxidante, graças aos compostos fenólicos e antiinflamatório. Alguns estudos indicam que a canela pode ainda ajudar a diminuir níveis de triglicérides e de colesterol total

 

Cuidados: Excesso de consumo pode gerar riscos de aumento de pressão arterial, além de interação com insulina e alguns hipoglicemiantes orais, e drogas hepatóxicas

 

Recomendação para a clientela: Moderação

 

Fonte: Supermercado Moderno