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Super Dicas para a Páscoa 2017

Exatos um mês da data mais doce do ano, vamos te dar algumas dicas de como deixar seu PDV ainda mais atrativo e atrair mais consumidores.

 

A cada ano, a Páscoa exige mais e mais planejamento e existem alguns desafios que os supermercadistas precisam vencer neste ano para dar impulso às vendas.

 

Um deles é o SORTIMENTO. Ovo licenciado é o maior diferencial para o varejo alimentar.

 

Outro desafio, INOVAÇÕES: Ovo com dois sabores é o que mais cresceu nas últimas Páscoas. Portanto, é preciso avaliar quais serão os lançamentos que tendem a ser realmente inovadores neste ano.

 

COMPETIÇÃO! Preço baixo é insuficiente para concorrer com as chocolaterias. Nesse aspecto, o marketing tem que ser criativo para gerar demanda incremental.
 

Daí a importância de aproveitar todos os canais de comunicação com o cliente para divulgar as opções de presentes e os licenciados infantis que existem no supermercado. Além dos veículos tradicionais, é possível usar as redes sociais, estimulando o compartilhamento dos posts. Ações na loja com apelo à emoção também podem diferenciar o ponto de venda.

 

Sonho, emoção, fantasia. É assim que a Páscoa deve ser nos supermercados. É preciso trazer a criança para dentro da loja. Ao fazer isso, os pais virão junto, mesmo preferindo cada vez mais outros canais de venda. Afinal, o ovo que a criança deseja, com seu personagem favorito, só pode ser encontrado no varejo alimentar.

 

O importante é o varejista ganhar a simpatia de adultos e crianças.

 

Vamos então para algumas super dicas infalíveis para você vender mais nessa páscoa.

 

1- Ovos gigantes como obra de arte
 
Desse modo, você surpreende o consumidor, que se sente estimulado a parar e contemplá-los. É bem provável que ele tire fotos que têm tudo para viralizar nas redes sociais. Procure artistas do seu bairro que possam desenvolver esse tipo de trabalho.

ovo gigante decorados

 

2- Mesa decorativa e Esculturas deixam loja mais bonita e interessantes
 
Engana-se quem pensa que as mesas decoradas fazem sucesso apenas no Natal e no Ano-Novo. Esse barco da Lacta é um exemplo que chama muito a atenção.

 
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(Imagem PDV CRIATIVO)

 

3- Caça aos ovos dentro da loja

 

Montar um caminho que passa por vários corredores até chegar às gôndolas de chocolate e à parreira de ovos pode proporcionar uma experiência diferente para os pequenos e os adultos. Além disso, confere um visual bem diferente e colorido ao supermercado.

 

4- Balões no sortimento e para presentear
 

Criança gosta de coelhos e de balões. Que tal contar com ambos para decorar vários pontos da sua loja? Mas atenção: conforme forem vendidos, é preciso agilizar a reposição para não comprometer a decoração.

 

5 - Crianças ajudam na decoração

 

Convide as crianças a ajudar na decoração do seu supermercado. Crie um espaço com monitores onde eles possam pintar ovos que serão usados no “look” de Páscoa.


Oficinas levam cliente para a loja e criam intimidade com o supermercado. Existem para todos os bolsos e espaços. Que tal tentar algumas dessas:
 
- cultivo de plantinhas em casca de ovos;


- biscoitos decorados;


- origami;


- patchwork de Páscoa;


- pintura em casquinhas de ovos.

 

pintar ovo

 

6 - Cantinho da páscoa

 

Inspire-se nos presépios de Natal e monte um espaço com elementos ligados à data. Tente cestinhas com ovos e plantinhas, bonecos de coelhinhos e outros itens que mexam com o consumidor e o façam mergulhar na emoção da Páscoa.

 
cantinho da páscoa
 

7 - Escancare a loja

 

Contagem regressiva Crie expectativa para mobilizar a atenção do consumidor. Você pode pensar em algo bem chamativo e reforçar a ideia no tabloide, no portal e nas seções de alto tráfego.

 
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8- Toca emoção

 

Trilha sonora de Páscoa ajuda a entrar no clima. E não se intimide em abusar da singela música “coelhinho da Páscoa/o que trazes pra mim”, ou de qualquer versão da galinha pintadinha. Música sacra gera emoção, ressalta que Páscoa é uma data religiosa e presenteia as pessoas. Convide algum coral de sua comunidade para realizar apresentações, com dias marcados e comunicação antecipada.

 

9 – Fantasia de Personagens

 

Surpreenda a criançada (e as mães) com coelhinhos fantasiados de personagens infantis, como Homem-aranha, Pokémon, Ladybug. Vale também ovos pintados. Se puder variar os personagens, melhor. E comunique com antecedência que a loja receberá a visita do coelhinho especial. As indústrias que trabalham com os personagens podem ser parceiras.

 
caça aos ovos
 

10 – Cartinhas

 

Em uma das pontas da parreira, coloque uma urna para os pedidos das crianças ao coelhinho. Na outra ponta, deixe um cestão para as crianças retirarem cartinhas escritas pelo coelho. Use envelopes de várias cores, com mensagens diferentes. Bole textos que agradem aos pais, como:
“Olá! Pode se lambuzar com o ovo de Páscoa, mas não se esqueça de comer frutas e legumes e escovar os dentinhos! ” Coelhinho da Páscoa.

 

LOJISTAS - Atenção especial nas vitrines!
 
Abaixo mais algumas dicas para uma vitrine perfeita:

 

- 1ª dica: Cor e cuidado com exageros
 
Procure optar sempre por poucos elementos, coisas diretas, sem muita informação. O Excesso sempre é prejudicial, pois acaba roubando diretamente a atenção de sua loja para os enfeites.

 
Adesivos vitrine pascoa
 

- 2ª dica: Elementos básicos
 
Decoração com elementos básicos. Apenas os vasos na frente da loja fazem a composição com adesivos em forma de coelho, simples, bonito e funcional. Este tipo de técnica não lhe atrapalha nas vendas, além de deixar um ambiente muito agradável. Aposte sempre em ambientes assim para lojas de roupas.você pode também brincar com luzes que fazem todo um clima especial em sua vitrine de páscoa.

 
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- 3ª dica: Adesivos em vidro
 

Adesivos é a opção mais barata para quem quiser gastar pouco na decoração, optar por adesivos retos e com fundo transparente. Os adesivos em vinil costumam ser um pouco mais caro, mas mesmo assim são eficientes e fáceis de aplicar.

 

4ª dica: Muito Chocolate
 

Lojas de chocolates costumam sempre exagerar na composição, e estão certas, o chocolate é um artigo que quanto mais estiver em exposição, o aroma e a beleza da loja fica mais encantadora, usem e abusem deste poder que o chocolate tem, pois é a data em que esta delicia toma todo um poder especial.
 
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Com certeza você vai ter uma páscoa muito mais positiva se aplicar essa dicas no seu espaço...e falando em espaço, lembre-se...não só para a páscoa, mas para todos os dias, a Prol tem as melhores soluções para o seu espaço!

 

Boa Páscoa!

 
 
Fonte: PDV Criativo, Display Brasil, Supermercado Moderno.

Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

App Supermercado.

Aplicativo alerta consumidor sobre alimentos para vencer.

Um empreendedor holandês está levantando o ânimo de consumidores na Europa indignados com o gigantesco volume de alimentos desperdiçados anualmente — cerca de 1,3 bilhão de toneladas. August de Vocht teve uma ideia simples e eficaz: desenvolveu um aplicativo para celular que identifica produtos do varejo com prazo de validade próximo e avisa o consumidor. Um alerta toca no aparelho, mostrando o que está para vencer e onde. Em geral, esses produtos são vendidos com descontos.

 

Utilizado inicialmente apenas na Holanda, o aplicativo NoFoodWasted será levado neste ano para Alemanha, Bélgica e Reino Unido. Para as redes de supermercado trata-se de uma economia significativa, diante dos prejuízos com o descarte de produtos alimentícios que encalham nas prateleiras e perdem o prazo para consumo.

 

Além dos alertas, o aplicativo também permite que o consumidor insira a sua própria lista de compras e receba notificações pelo smartphone quando algum de seus itens entrar em liquidação por conta da validade.

 

Os alertas não são limitados a produtos perecíveis, como frutas, legumes e carnes. Graças a um dispositivo Bluetooth conhecido como “beacon”, fixado embaixo das prateleiras, o app também identifica latas ou alimentos embalados próximas ao vencimento emitindo sons à medida em que o consumidor passa pelas gôndolas.

 

De Vocht estima que as compras de produtos pelo aplicativo levaram a uma economia equivalente a US$ 1,56 milhão em alimentos que, de outra maneira, poderiam ter ido para o lixo.

 

O desperdício de alimentos é um dos grandes temas de sustentabilidade em países desenvolvidos, ainda que seja um problema mundial. Parte do problema está na casa do consumidor, que não o consume a tempo, e parte na cadeia logística do produto. No Brasil, algumas redes varejistas, como o Grupo Pão de Açúcar, começaram oferecer produtos para vencer com descontos, separados em uma gôndola específica. “Mas o mais difícil ainda é mudar o comportamento do consumidor”, admite De Vocht.

 

Lançado em setembro 2014 em 11 supermercados associados, o NoFoodWasted tem atualmente 20 mil acessos por dia e está presente em 175 varejistas do País.

 
 

Fonte: Valor Econômico

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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

Mercado de ceias prontas se adequa às novas dietas

A demanda de ceias prontas adequadas às novas dietas existe e não para de crescer, afinal há muitos brasileiros com restrições alimentares

 

Novos hábitos alimentares têm feito com que rotisserias, restaurantes, buffets, cozinheiros, inovem nos cardápios de ceias prontas para atender a demanda de veganos, celíacos, intolerantes à lactose e pessoas com outras restrições. Com isso, a ceia de Natal já não é mais tão tradicional quanto antes. Essa também pode ser uma estratégia para os supermercados que oferecem ceias prontas.

 

A demanda, segundo Rafaela Natal, gestora de food-service da AGR Consultores , existe e não para de crescer.


"Um em cada 214 brasileiros não pode comer glúten. Cerca de 8% das crianças com menos de seis anos têm restrições alimentares. E, como o cardápio natalino original inclui produtos com muito carboidrato, que geralmente contém glúten, e com lactose, há muita demanda por ceias sem esses itens."

 

O restaurante Quattrino, inaugurado em 1989 em São Paulo, que oferece uma ceia natalina sem glúten desde o ano 2000. Segundo Mary Nigri, a proprietária, no início o público do cardápio se restringia aos celíacos (pessoas intolerantes ao glúten), mas se expandiu nos últimos anos, com a popularização das dietas especiais.


Há cerca de quatro anos, outra dieta também gerou novidades no cardápio. Naquela época, clientes do restaurante começaram a pedir uma ceia inspirada na dieta Ravenna, desenvolvida pelo psicanalista argentino Máximo Ravenna. A casa passou a manter um profissional exclusivo para os pratos do menu, que demanda medidas bastante exatas.

 

Entre as opções estão saladas, risotos e tortas — para os que preferem uma ceia sem glúten — e caldos, carnes e sobremesas com frutas para os adeptos da dieta Ravenna. Juntos, representam cerca de 17% das reservas e ceias do restaurante.

 

No Quintana Café & Restaurante, em Curitiba, 20% dos pedidos de ceia sob encomenda são de cardápios sem glúten ou lactose.

 

Preço especial
 

Segundo Rafaela Natal, da AGR Consultores, o cardápio que contempla restrições alimentares pode ser mais caro. Ela conta que os celíacos desembolsam em média 77% mais que os não celíacos na compra de pães, por exemplo. "São produções em escala menor, o que aumenta o custo e provoca impacto no valor pago pelo consumidor." Principalmente no caso dos alimentos sem glúten, há uma série de detalhes que podem encarecer a produção.

 

E você, trabalha com ceia pronta no seu supermercado? Tem preparado seu estabelecimento com estes produtos para suprir a demanda das pessoas que vendem ceias e trabalham este nicho? Passou da hora de estudar essa super oportunidade, e não se esqueça que Prol é a melhor solução para ajudar você na exposição e organização com as gôndolas mais fortes e com melhor custo benefício do mercado!

 
 

Fonte: Folha de S. Paulo

Exposição Organizada Evita Processos de Clientes

Exposição organizada evita processos de clientes.

Não é lenda urbana de supermercadistas, em Minas Gerais um atacarejo foi condenado a pagar indenização de R$ 8 mil após caixa de produto cair sobre consumidora.
Ela foi atingida na cabeça por duas caixas de biscoitos de cerca de 20 quilos, que caíram de uma altura de quatro metros. O acidente aconteceu em 2011.

 

Para evitar problemas, é recomendado evitar empilhamentos altos na área de venda e no estoque. Além disso, nenhuma parte das caixas ou dos produtos pode ficar posicionada para fora da prateleira.

 

Já nas lojas do formato supermercado, a adoção de gôndolas mais baixas contribui para diminuir riscos, assim como treinamento e orientação dos funcionários.

 

Além de pensar suas gôndolas para evitar acidentes, é muito importante que a exposição do produto seja feita de uma forma correta e que chame a atenção do consumidor.

 

DICA 01


Para uma boa organização dos produtos é trabalhar com prateleiras de alturas medianas, assim você evita os acidentes, como falado antes, e que os seus clientes tenham dificuldades para alcançar produtos localizados mais ao alto, principalmente se eles são materiais que podem quebrar ou são um pouco pesados como latas e pacotes.

 

DICA 02


Aqui a dica é sobre a distribuição dos produtos nas gôndolas. É muito importante que eles estejam alinhados e distribuídos com um pequeno espaço de folga entre um e outro, sabemos que isso diminui o numero de produtos na gôndola, mas dessa forma você evita acidentes que podem aumentar o número de perdas de produtos sem condições de comercialização (produtos amassados, por exemplo). Além disso, ao reduzir o número de produtos nas gôndolas, fica mais fácil observar a rotatividade dos mesmos e, dessa forma, selecionar com mais certeza aqueles produtos que merecem locais de destaque dentro do comércio.

 

DICA 03


Quando envolve organização de campanhas de merchandising, é necessário tomar muito cuidado para que a exposição dos produtos em destaque não se torne uma armadilha para o cliente, por exemplo, uma pirâmide de caixas de leite no meio do corredor que dificulta a transição das pessoas e dos carrinhos de compra.

 

Neste vídeo do canal Varejo na TV, temos mais uma super dica de posicionamento dos produtos na gôndula.


Vertical - Horizontal ou em Blocos - qual o melhor?

 

 

Saber organizar o seu espaço e valorizar os seus produtos é um grande passo para melhorar o seu volume de vendas e também a satisfação e facilidade dos seus clientes ao fazer comprar em seu comércio.

 

Siga as dicas e conte sempre com a Prol para as melhores soluções em gôndolas, móveis de aço, exposição e armazenagem para o seu espaço!

Fonte: Supermercado Moderno, Varejo na TV (canal Youtube)

atacarejo - Porta Paletes Prol

Crise leva ricos às compras no atacarejo!

As lojas que misturam atacado e varejo, com apelo de ter preços melhores que o dos supermercados, ficaram conhecidas no Brasil por atrair consumidores mais pobres ou pequenos empreendedores, como dogueiros e donos de pizzarias.

 

Mas a crise começa a mudar essa lógica. Em 2015, quase metade das famílias de alta renda fizeram compras, pelo menos uma vez, em um atacarejo, como são chamados esses estabelecimentos.


Pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel mostra que, no ano passado, 49% das famílias das classes A/B foram ao menos uma vez se abastecer nos atacarejos.

 

A consultoria, que visita semanalmente 11,3 mil domicílios espalhados pelo País para saber onde e como os brasileiros consomem itens básicos, revela que esse resultado supera a média para todos os estratos sociais e da classe C, que foi de 39%.

 

Também ficou muito acima do obtido para as camadas mais pobres. Em 2015, quase um terço dos lares das classes D/E compraram no atacarejo.

 

"Diante da necessidade de racionalizar as compras por causa da crise, os mais ricos passaram a frequentar esse tipo de loja porque sabem que podem ter algum benefício de preço", explica a diretora da consultoria, Christine Pereira.

 

SURPRESA

 

A consultoria selecionou uma cesta com 96 categorias de produtos, entre alimentos, bebidas e itens de higiene e limpeza e mensurou quanto as famílias desembolsaram no atacarejo em relação ao gasto total com esse grupo de produtos, levando em conta todos os tipos de lojas.

 

O resultado surpreendeu. Nas classes A/B, a participação do atacarejo no gasto total com esses itens foi de 10,8% em 2015, enquanto a média nacional foi de 8,3%. Nos demais estratos a fatia de desembolso também avançou em relação ao ano anterior, porém ficou abaixo de dois dígitos.

 

MUDANÇAS

 

A incorporação dos "novos" consumidores forçou os atacarejos a fazerem mudanças para atender a clientela mais endinheirada. Nas lojas da Mercantil Rodrigues é possível encontrar leite líquido sem lactose e produtos in natura, exemplifica Wandeley.

"Hoje temos nas nossas lojas produtos mais sofisticados de multinacionais. Cinco anos atrás trabalhávamos mais com marcas de primeiro preço."

 

Nassar, do Giga, diz que está mais "ousado" no sortimento. Na loja de Tamboré, por exemplo, foram incluídas cervejas artesanais, marcas premium, como macarrão Barilla e catchup Heinz, além de uma grande área destinada a hortifrutigranjeiros, conta. "Circulando na loja você não tem a impressão de que está numa loja de atacado."

 

A PROL possui soluções completas em suas linhas de Sistemas de Armazenagem.


Para melhor solução em atacarejo, nós temos o PPA (Porta Paletes Atacarejo), que atende as necessidades de compra do atacado e do varejo.
 
- Sistema agrega depósito e loja. Parte superior é feita para armazenagem de paletes e a parte inferior possui gôndolas de autosserviço ou estruturas PPM.
 
- Possue estrutura Cash and Carry;
 
- Possibilidade de uso de paleteiras elétricas para reposição das mercadorias;
 
- Facilita reposição da mercadoria, reduz custo operacional, otimiza o espaço, atende necessidade de compra do atacado e do varejo

 

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RECESSÃO

 

Segundo Christine, da Kantar, o atacarejo tornou-se um canal de compras importante para todos os níveis socioeconômicos. Só no ano passado, ela calcula que 3,7 milhões de famílias, de todos os níveis socioeconômicos, começaram a comprar no atacarejo por causa da recessão combinada com a inflação em alta.

 

A diretora da consultoria pondera que esse tipo de loja ainda não é o principal canal de abastecimento da população, mas foi praticamente o único que cresceu no ano passado e com taxas invejáveis.


Para a cesta de produtos avaliada pela consultoria, as quantidades vendidas no atacarejo aumentaram 26% em 2015 ante 2014, enquanto as vendas dos hipermercados recuaram 4% e as do varejo como um todo caíram 2%. Só as farmácias avançaram 2% no período.

 

A preferência do brasileiro por esse tipo de loja cresceu no ano passado em todas as regiões do País, mostra a pesquisa. O destaque foi para a Grande São Paulo, o mercado que reúne os consumidores mais ricos. Mas também houve aumento significativo no Centro-Oeste e no Norte e Nordeste.

 

Fonte: Revista Exame

Nova fase do consumidor 2016.

Novo comportamento do consumidor em 2016.

A recessão na economia brasileira levou consumidores a um novo comportamento em 2016. Se em 2015 o controle de despesas consistiu em reduzir compras e buscar promoções, neste ano, a substituição de marcas e produtos ganha força. Esse movimento, no entanto, não chega a categorias de produtos de alto valor agregado. Isso porque consumidores ainda tentam preservar ‘pequenos luxos’, na visão de analistas de mercado.

 

 

Adriano Araújo, diretor da Dunnhumby, diz que há um movimento de racionalização do consumo que atinge todas as classes sociais, mas a compra de alguns itens de alto valor agregado se mantém nas classes A, B e C. “De modo geral, os consumidores cortam gastos com produtos básicos para manter pequenos luxos. O brasileiro compra o detergente mais barato, troca a marca do biscoito, mas não abre mão da cerveja premium, do iogurte grego, do carro importado”.

 

 

A Dunnhumby monitora o comportamento de 22 milhões de consumidores que frequentam redes do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Raia Drogasil e Marisa, entre outras. De acordo com a pesquisa mais recente da consultoria, 38% dos consumidores já substituem produtos de limpeza por marcas mais baratas; 30% fazem o mesmo com itens de higiene e perfumaria. Nas categorias de molhos e condimentos e massas, 29% dos brasileiros trocam as marcas preferidas por produtos mais baratos. Em farinhas e grãos, o índice é de 28%.

 

Já em categorias de produtos de alto valor agregado, como sucos e alimentos integrais, linguiças e cervejas, as vendas ainda crescem dois dígitos e a substituição de marcas é muito pequena. No caso de cervejas, segundo a Dunnhumby, o índice de substituição é de 19%. “Os produtos premium e as embalagens maiores se mantêm como tendências de consumo para 2016”, diz Araújo.

 

David Fiss, diretor da Kantar Worldpanel, considera que os brasileiros fazem atualmente uma “racionalização premium”, economizando em itens considerados commodities para ainda manter o consumo de produtos nos quais vê benefício. “Com a recessão, o brasileiro não está comprando necessariamente o que é barato”, diz o analista. Ele cita como exemplo a substituição da carne bovina por embutidos. “Linguiça não é uma categoria de produto barato, mas o consumidor vê mais vantagem em consumi-la em relação à carne bovina que encareceu muito”, diz.

 

Fiss acrescenta que esse comportamento já é observado entre consumidores da classe C e das faixas de alta renda. Maximiliano Bovaresco, sócio-diretor da consultoria Sonne, diz que as classes de alta renda reduziram principalmente o consumo de serviços, como viagens internacionais e jantares em restaurantes.

 

Ao contrário dos fabricantes de linha branca, que a pedido do varejo, tem ampliado a oferta de produto básicos, algumas empresas fazem o movimento inverso. Um exemplo é a Le Lis Blanc, rede varejista pertencente à Restoque. A empresa anunciou no fim de dezembro que vai centrar foco nas lojas de alto consumo e em clientes que chegam a gastar R$ 100 mil em roupas da marca por ano.

 

 

Fonte: ESPM - Núcleo de Estudos do Varejo.

Dicas para aumentar a venda no natal.

Dicas para vender mais ingredientes no Natal.

Os itens complementares são comprados sem planejamento na data. Veja como não perder vendas para os concorrentes

 

 

Nem só de carnes especiais, espumantes e panetones é feito o Natal. Junto com as categorias sazonais, muitas outras também têm maior procura no final do ano, uma vez que acompanham as ceias e os encontros familiares. A lista é extensa: arroz, lentilha, azeite, farofa pronta e ingredientes para farofa, maionese, creme de leite, chocolate em pó, enlatados, temperos e até bebidas e frutas secas menos lembradas no período. Esses produtos, que muitas vezes são esquecidos e até ignorados, também precisam de tratamento especial para reforçar as vendas.Vale ainda lembrar produtos de limpeza, como odorizadores para deixar a casa cheirosa. Ou produtos de beleza para deixar a dona de casa mais bonita.

 

 

O que também não pode ser esquecido é monitorar os itens que têm a demanda elevada no período. "O giro precisa ser observado constantemente. Reforçar a quantidade de itens na gôndola e reduzir os dias de estoque para reposição são ações básicas para evitar problemas", lembra a especialista Alessandra Lima, da Mind Shopper, empresa que gera soluções para o ponto de venda. Segundo ela, não é preciso aumentar o número de frentes ou criar ilhas, já que esses espaços são muito concorridos entre os itens puramente sazonais. "No lugar disso, devem ser usados pequenos reforços, como clip strips", sugere. Veja como acertar na receita:

 

 

Vodca

 

 
A vodca é cada vez mais consumida com outras bebidas, principalmente entre os mais jovens. Sinalizações perguntando "como você vai receber seus amigos?" ou ainda "o que você vai levar na festa da família?" podem instigar o shopper e se converter em vendas. A sugestão é de Rafael D'Andrea, sócio da ToolboxTM. Para ele, na época do Natal tudo o que for sugerido como solução para uma demanda do shopper, nem sempre lembrada, será bem-vinda. É possível, inclusive, colocar perto dessas bebidas receitas de drinks e coquetéis, o que também costuma estimular a compra de outros produtos. Se optar por uma lousa ou placa, pode-se sugerir ao cliente que fotografe a receita com o celular.

 

 

Blogs

 

 
Na época do Natal, o consumidor fica especialmente atento a sugestões e hoje em dia confia de maneira especial em blogueiros de culinária e de beleza, entre outros, para buscar novas soluções de pratos e presentes. Segundo D'Andrea, convém ficar atento ao que esse pessoal está propondo ao brasileiro para alinhar mix, serviços e atendimento.

 

 

 

Redes sociais

 

 
Aproveitar ideias do exterior, já testadas com sucesso, também pode ser uma maneira de inovar, segundo Rafael D'Andrea. A rede americana Trader Joe's, por exemplo, tem uma estratégia para postagem de mensagens em cada uma das redes sociais: Twitter, Pinterest, Instagram e LinkedIn. A empresa escolhe imagem e texto mais apropriados para cada veículo, define horários específicos de disparo e estimula a interatividade com o shopper. Um dos estímulos é propor "desafios" ao cliente, como publicar a receita favorita com uma hashtag própria. A melhor receita ganha um prêmio ou um desconto sobre determinado produto. As redes também são usadas para sugerir consumo de itens relacionados às datas sazonais.

 

 

Whatsapp

 

 
O sócio da ToolboxTM recomenda para o WhatsApp, campanhas promocionais específicas. Uma ideia é entrar com um item – azeite, bacalhau, espumante – numa promoção relâmpago (até às 20 horas, por exemplo) e criar um código promocional, disponibilizando-o nas redes sociais. Os shoppers precisariam informar esse código no caixa do supermercado para obter o desconto e espalhariam a promoção pelo Whatsapp para informar aos amigos e parentes. Eles seriam favorecidos pelo preço baixo e se divertiriam, enquanto a loja transformaria a audiência nas redes sociais em mais visitas ao supermercado e mais vendas do item escolhido.

 

 

 

+ Whatsapp
 

 

Enviar mensagens-lembretes para os clientes também é uma boa alternativa para estimular a compra de ingredientes e até de produtos impensáveis. Exemplos: Estamos com uma seleção de temperos especiais para as carnes natalinas; Conheça nossa linha de odorizadores de ambiente para deixar a casa cheirosinha no Natal; Temos snacks para você receber as visitas nas festas de fim de ano.

 

 

Instagram
 

 

Fotos também podem gerar procura por produtos. Tente postar a foto de um suculento peru recheado ao lado de pinhões, azeitona, cebola, tomate, ramo de alecrim. Ou a foto de um prato decorado de farofa tendo ao lado toucinho, cenoura, banana. Baseie-se em receitas para pensar nos ingredientes.

 

 

Placas e cartazetes
 

 

Esse recurso é antigo, mas substitui muito bem todo o artefato tecnológico, sobretudo porque é empregado na loja, onde a compra se realiza. Com mensagem mais dirigida, os resultados tendem a ser melhores. Tente frases como: Já comprou as passas e castanhas para aquele bolo especial?; Lentilha, uva e romã dão sorte! Sobremesa de Natal sem chocolate não dá!

 

 

Refil automático
 

 

A rede de farmácias Wallgreens, também dos EUA, trabalha com um aplicativo que, instalado nos celulares, permite ao consumidor escanear a embalagem e enviar automaticamente um pedido de "refil automático" daquele medicamento. Adaptada aos supermercados, a solução poderia permitir ao shopper usar os códigos de barras dos produtos para montar rapidamente uma nova lista de compras, enviar ao supermercado e só passar no local depois para retirar.

 

 

Vendas casadas
 

 

No Natal não se pode ignorar essa técnica. A especialista Alessandra Lima, da Mind Shopper, empresa que gera soluções para o ponto de venda, explica que é possível expor ingredientes como cereja em calda, frutas em conserva e vinhos para 'tempero' em ponta de gôndola próxima das carnes congeladas.

 

 

Sensores
 

 

Outra ideia trazida por Rafael D'Andrea é inspirada na rede americana Target. Ela está testando em 50 de suas lojas a tecnologia dos "beacons" – sensores que percebem a presença do shopper no supermercado e permitem enviar a seu smartphone notificações de promoção e sugestões de compras. O shopper instala o aplicativo da empresa para, ao entrar na loja, receber um pedido de autorização de mensagens. E a Target já afirmou que trabalhará a solução com cautela, para não cansar os shoppers com excesso de notificações.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

Vodca e uisque em alta.

Vodca e Uísque em alta.

As bebidas destiladas cresceram 6% no ano passado em valor sobre 2013, segundo dados da consultoria Mintel. Os destaques ficaram com uísque e vodca, cuja taxa de aumento foi o dobro: 12%.

 

A expansão se manteve em diversas redes supermercadistas no início deste ano. Um dos motivos é o aumento do consumo em casa, que tem dois principais fatores: a queda da alimentação fora do lar e a implementação da lei seca em várias cidades.

 

 

Segundo Antonio José Dornelas Júnior, diretor comercial da Central de Compras Rede Nordeste, as indústrias têm praticado uma política de preço mais agressiva. Ao mesmo tempo, o público vem promovendo mais encontros sociais em casa. “Como faz questão de comemorar datas importantes e festivas, nosso consumidor deixa uma reserva separada para a compra de bebidas”, afirma.

 

 

Com o aumento do consumo de destilados, a Rede Nordeste implantou algumas mudanças. “Hoje a maioria dos itens estão em um local de fácil acesso ao cliente. Antes, permaneciam confinados”, explica Dornelas Júnior. “Redes sociais, pontos extras e mais participação nos encartes são ações que, em conjunto, têm impulsionado maior giro da categoria”.

 

 

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O Savegnago, do interior paulista, aumentou em mais de 50% as vendas de destilados no período. Para Valdir Ribeiro, gerente de trade marketing, a alta é consequência de anúncios internos, gerenciamento por categorias realizado em parceria com a Pernod Ricard e ações promovidas na loja. Em suas lojas, ficam confinados apenas os produtos que custam mais de R$ 300.

 

 

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Fonte: Supermercado Moderno