Varejo Dia das Mães 2017

Preço vai pesar mais na compra do Dia das Mães.

Preço, promoção e descontos serão os fatores mais importantes na compra de presentes para o Dia das Mães em 2017.

 

Levantamento da Boa Vista SCPC constatou que 43% dos filhos levarão em conta esse quesito.


Em relação ao ano anterior, a alta é de 17 pontos percentuais.

 

Em 2016, o desejo das mães era o atributo mais considerado na hora da decisão, citado por cerca de 30% dos entrevistados.


Neste levantamento, o percentual caiu para 12%.

 

O valor médio dos presentes deve ficar em torno de R$ 197, em termos nominais. Entretanto, foi registrado crescimento entre os pretendem gastar até R$ 100: 48% neste ano, contra 55% de 2016.

 

As lojas físicas continuam tendo a preferência de 90% dos consumidores, enquanto o e-commerce fica com 10%.

 

Mais uma vez, produtos mais caros e dependentes de crédito, como eletrodomésticos e móveis, por exemplo, perdem força na intenção de compra. E o presente mais adequado ao orçamento apertado será algum item pessoal, como calçado ou vestuário.

 

SHOPPING - Curiosamente, caiu a participação do shopping como o local preferido para as compras. Ele foi apontado por 43% dos entrevistados no ano passado e agora apareceu na preferência 36%. O resultado é inferior ao das lojas de rua e de bairro, que ficaram com 41% das respostas neste ano.

 

Quanto à forma de pagamento, a maioria (77%) planeja quitar a compra à vista e em dinheiro (50%) para evitar o endividamento.

 
 
Fonte: O Estado de São Paulo

Inteligência Comercial!

Inteligência Comercial – Você já pratica ela?

Inteligência comercial torna negociações mais lucrativas, ela é bastante propagada, mas ainda é pouco entendida e praticada.

 

01. O que é inteligência comercial?

 

É uma área estreitamente ligada ao comercial, na qual os responsáveis trabalham com dados e análises para abastecer o comercial com informações úteis na negociação, além de participar da definição de pricing, gerenciamento por categorias, trade marketing.

 

02. Que resultados garante?

 

Melhores indicadores comerciais, já que os compradores passam a trabalhar com informações relevantes e podem ficar livres para atividades mais estratégicas. O próprio relacionamento com a indústria melhora, já que a conversa gira em torno de dados concretos. Outro ganho é evitar o “inchaço” da companhia a partir de hierarquias (caras) que só criam barreiras entre as equipes.

 

03. Qual o objetivo final?

 

Melhorar a massa de margem. Os indicadores e análises que sairão da área de inteligência comercial e o novo papel que o comprador assumirá levarão à melhora nos resultados de cada categoria.

 

04. Que empresas podem aderir?

 

3 lojas a partir desse número de filiais já é viável criar uma área de inteligência.

 

05. Qual a estrutura inicial?

 

Depende do tamanho da empresa, tamanho do sortimento, etc. Mas, em geral, um ou dois analistas com conhecimento de pricing, gerenciamento por categorias, matemática, estatística e gestão é o bastante. Esses profissionais devem ter visão analítica e capacidade de lidar com números.


Atenção! Com análises mais profundas de categorias, marcas e itens, a rede consegue melhorar o relacionamento com a indústria

 

06. A equipe aumenta com o tempo?

 

Com os resultados melhorando, é comum a equipe ser ampliada, inclusive aumentado o nível de especialização. Por exemplo: o profissional que entende de economia passa a dedicar mais tempo a análises macroeconômicas. Mas tudo de forma 100% integrada, sem barreiras.

 

07. A quem a inteligência se reporta?

 

Se a empresa tem uma estrutura de direção comercial, o assunto é dela. Caso não tenha, o proprietário deve ter atuação direta. Nas decisões que envolvem a estratégia de mercado, é sempre fundamental a participação do proprietário/presidente, do diretor comercial e de operação, além de gerentes.

 

08. Que papel fica com o comprador?

 

Ele assume a função de gestor comercial, que dedica metade do seu tempo a atividades estratégicas, como planejamento de compras e desenvolvimento de categorias e seções. Mas é preciso que ele conte com um assistente para lidar com a operação, inclusive atendimento de fornecedores. Na ponta do lápis (isso já foi confirmado na prática), o custo desse assistente é pequeno diante do ganho

 

09. O comprador perde o protagonismo?

 

Ao contrário. Se antes as áreas de pricing, GC e trade praticamente “mandavam” nele, com a criação da área de inteligência comercial o comprador se torna, de fato, o protagonista. Cabe a ele a decisão final, pautada em informações objetivas, conectadas e de profundidade.

 

10. Existe alguma resistência?

 

Pode existir no começo, como em toda mudança. Mas, com a evolução, o comprador passa a solicitar mais e mais apoio. Afinal, a responsabilidade sobre a categoria é dele.


Vantagem! O setor de inteligência, por meio de análises, ajuda a antecipar movimentos da concorrência

 

11. Qual é o primeiro passo da área?

 

O trabalho começa com a apuração dos dados para gerar indicadores sobre produtos e categoria. No ínicio, funciona como um suporte aos compradores, que passam a receber relatórios de fácil compreensão. Isso é importante para o comprador não perder tempo decifrando números. Para produzir o material, normalmente se utiliza um sistema integrado, como o ERP, além de Nielsen, entre outros.

 

12. Qual a frequência dos relatórios?

 

A empresa define os relatórios diários, semanais e mensais, de acordo com as particularidades das categorias e produtos e de sua estratégia. A equipe de inteligência deve ser informada sobre a programação de atendimento aos grandes fornecedores, para, antecipadamente, cruzar dados e fornecer mais informações ou novos subsídios para a negociação.

 

13. qual é a etapa seguinte?

 

A área de inteligência passa a acompanhar e analisar dados de produtividade, rentabilidade, vendas, market share e verificar se cada indicador chegou ao patamar desejado.


Atenção! A área de inteligência pode sugerir melhorias no mix a partir da análise das lojas concorrentes

 

14. Quais análises podem ser feitas?

 

Há vários exemplos. Um deles é a análise volume x lucro bruto. Imagine que o volume de um item cresceu bastante, mas com queda no lucro bruto, porque estava muito ancorado em oferta. Essa análise ajudará o comprador na próxima negociação com o fornecedor e ampliará sua percepção do que realmente importa para o negócio. Outra análise: participação de cada indústria nas vendas do supermercado. Se três delas, por exemplo, responderem por 80% das vendas, deverão ter prioridade na negociação.

 

15. A área pode sugerir novas táticas?

 

Sim. Depois que acumulou dados e conhecimento, o setor deve gerar novas informações, aprofundar ainda mais as análises e sugerir táticas que incrementem o resultado.

 

 

Fonte: Supermercado Moderno

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20 Canais Para O Varejo Seguir No YouTube

A diversidade de conteúdos gratuitos à disposição de quem busca diariamente se aprimorar é gigantesca, porém no meio de milhares de vídeos a disposição para cada novo termo a ser pesquisado, a dificuldade está em se encontrar algo que seja de fato relevante para você e seu negócio.

 

No meio desse verdadeiro universo que é o YouTube, existem canais realmente interessantes, de gente que realmente quer fazer algo diferente pelo mundo varejo, compartilhando conhecimento.

 

O site Falando de Varejo separou 20 canais que o varejo deveria seguir no youtube, e baseou a seleção nos seguintes critério:

 
- Atividade: Gente que tenha postado algo recente. Canais sem atividade há mais de seis meses foram desconsiderados.

 

- Constância: Gente que tenha pelo menos "alguns" vídeos no canal, com alguma periodicidade. Uma andorinha só não faz verão, como diz o ditado.

 
- Foco: Gente que tenha pelo menos parte de seu conteúdo direcionado exclusivamente para o mundo do varejo.

 

 

OS 20 CANAIS INDICADOS:

 

1.) Falando de Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmEa9PDTtUBjxhX6y1Q73Hw

 

INSTITUCIONAIS

 

2.) ABAD

 

https://www.youtube.com/user/ABADbrasil

 

3.) Endeavour

 

https://www.youtube.com/channel/UCAV97DtIfx76JzdKDnmjvcw

 


4.) Sebrae

 

https://www.youtube.com/channel/UCBqosmarVhVAKYXGVt1JvnA

 

5.) Universidade Martins do Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCErKoS-jzrQt4K8I91OFJVg

 

 

ESPECIALISTAS

 

6.) Abilio Diniz

 

https://www.youtube.com/user/videoAbilioDiniz

 

7.) Claudio Diogo

 

https://www.youtube.com/channel/UCxCfUwG-QFVitLTklpBMxaQ

 

8.) Ederson Varejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCmSX7bf5UuedFKDM91GCVxw

 

9.) Edson Moura

 

https://www.youtube.com/channel/UC7yKyRpEWyK9Xgu3HJ7QJtA

 

10.) Fred Rocha

 

https://www.youtube.com/channel/UCPHu-v5dqLY-3i71mIjUmsw

 

11.) Fred Alecrim

 

https://www.youtube.com/channel/UC4I23K5dI9kQGdy49ybNPmA

 

12.) Geração de Valor

 

https://www.youtube.com/user/GeracaodeValor

 

13.) Gouvêa de Souza

 

https://www.youtube.com/channel/UCmmkSvXpXbdivuPqGfZpjWg

 

14.) Joao Kepler

 

https://www.youtube.com/channel/UCjzy68yzcUJO5fLWjjqJkCA

 

15.) Leandro Branquinho

 

https://www.youtube.com/channel/UCJCM99GNjVh4X6UBErBLosw

 

16.) Varejo Top

 

https://www.youtube.com/channel/UC8PQfuDA1daKgLQx5zLZMDQ

 

 

PORTAIS E REVISTAS

 

17.) A Magia do Mundo dos Negócios

 

https://www.youtube.com/channel/UC1MzLBj0eLxYmxKE6qN-9WQ

 

18.) PDV Criativo

 

https://www.youtube.com/channel/UCRK80n9QV1yTPJ4xyqBzvJA

 

19.) Prevenção de Perdas Brasil

 

https://www.youtube.com/channel/UCju2pUFp8NzPHTL6JH0wsVg

 

20.) Revista Novarejo

 

https://www.youtube.com/channel/UCe3t5RJGC6vKaIJwJUcwi7A

 

Siga, acompanhe, aprenda e boas vendas!

 

 

Fonte: Falando de Varejo

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Sem tecnologia loja não atrai jovens.

Pesquisa mostra que 37% desse público tem sentimentos negativos ao comprar em supermercados sem portar seus celulares.

 

O que sente um rapaz ou uma moça quando ficam sem seu celular por perto? Para saber a resposta, a B2 - empresa de pesquisa especializada em jovens - selecionou 90 deles, de 17 a 30 anos, de todo o Brasil e pediu que eles realizassem algumas atividades rotineiras longe de seus smartphones. O resultado mostra que a maioria dos jovens – seus clientes hoje e amanhã – têm sentimentos negativos quando realizam atividades sem o celular por perto. De acordo com a pesquisa Radar Jovem de 2016, 37% disseram que sentiram desconforto e até angústia quando foram às compras no supermercado.

 

Confira entrevista com Ricardo Buckup, CEO da empresa, que fala mais sobre a experiência.

 

Por que a maioria dos jovens entrevistados (37%) decidiu ir ao supermercado sem o celular para participar da pesquisa?

 

Quando analisamos os depoimentos, os jovens enxergaram essa experiência como uma oportunidade para avaliar sua relação com o smartphone. Quando perguntamos a uma das entrevistadas como ela resumiria sua experiência, sua resposta foi a seguinte: “Estou dependendo do celular até para ir ao mercado”, ou seja, ficou confirmado que a relação do jovem com o smartphone está cada vez mais próxima também para comparação e consulta de preços, além de lista de compras. Quando vão consumir, os jovens gostam de negociar e pesquisam para saber as condições do produto.

 

Qual é o recado que eles dão aos supermercadistas com essa experiência?
 
A principal mensagem é mostrar que o celular é uma ferramenta que veio para ficar. É enxergá-la como uma oportunidade e não uma ameaça. O celular vem causando mudanças disruptivas, que rompem muitos comportamentos, principalmente nos de compra. Chegou a hora de repensar a abordagem e experiência como um todo. O pensamento do jovem é tão rápido quanto a sua capacidade de distração e, para manter uma conexão com eles, é necessário ser tão veloz quanto.
 

Considerando que, na vida “real”, as pessoas não irão ao supermercado sem celular, o que os varejistas podem fazer para ampliar vendas aos consumidores cada vez mais conectados?
 
É necessário pensar em uma experiência mais integrada entre on e off nos PDVs. Promoções nas gôndolas com mecânicas que integrem alguma ação no on, QR code, postagem de fotos e considerar o inverso também. Códigos promocionais online via redes sociais, apps e todos os pontos de contato possíveis hoje no mobile.

 

Como ele deve se adaptar ao fato de as pessoas consultarem preços e produtos antes de comprar?

Um dos estudos do Google já apontou que mais da metade das pesquisas hoje é realizada no mobile. Ou seja, o supermercadista deve estar cada vez mais atento a estratégias de search, SEO (otimização de sites) e outras ferramentas que estão presentes no universo digital dos consumidores. O canal digital não só oferece uma gama muito grande de ferramentas como também métricas e acompanhamentos em tempo real, facilitando a tomada de decisão e deixando-a mais assertiva. Porém, é importante lembrar que boa parte da experiência será realizada no offline, então a preocupação com uma estratégia 360 que amarre bem os dois momentos (on e off) é fundamental.

 
 

Fonte: Supermercado Moderno

Conheça o Cartão Reforma gondola-prime-linha-class-descricaogondola-rack-prime-e-passo-40acessorios-para-gondolasacessorios-para-gondolas_parte-2

Conheça o novo programa do governo – Cartão Reforma.

Foi lançado recentemente (09/11) pelo presidente Michel Temer o Cartão Reforma, programa que concederá créditos de em média R$ 5 mil para que famílias cuja renda máxima seja de R$ 1.800 mensais possam comprar material de construção e reformar suas casas.

 

Estão previstos R$ 500 milhões para o programa. A meta é atender até 100 mil famílias em 2017.

 

Após ser publicada no "Diário Oficial da União", a Medida Provisória que cria o programa terá força de lei e deverá ser analisada, em até 120 dias, pelo Congresso Nacional.


De acordo com o governo federal, os recursos do programa Cartão Reforma estão previstos no Orçamento da União, ou seja, as famílias beneficiadas não precisarão devolver o dinheiro.

 

O governo informou que vai repassar os recursos do programa a estados e a municípios, a quem caberá selecionar as famílias que serão beneficiadas.


Os governos locais, então, deverão determinar áreas específicas das cidades e comprovar que as famílias se enquadram nos requisitos, como a renda mensal.

 

Veja vídeo do Palácio do Planalto apresentando o programa Cartão Reforma:



 

Tudo o que vem de estímulo à construção civil é positivo. Há algum tempo o setor está enfraquecido, no varejo devido ao alto índice de desemprego, temos queda na renda e dificuldades de se obter crédito.

 

As vendas de materiais de construção caíram 8,4% em outubro, na comparação anual, conforme a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Em relação a setembro, houve expansão de 8,6%.

 

"[Com o Cartão Reforma] estamos não só prestigiando aqueles que fazem o material de construção, mas a geração de emprego. Quando milhões de pessoas vão às lojas de construção, pouco a pouco, aqueles que executam [produzem material] vão contratar funcionários", declarou Michel Temer ao lançar o programa.

 

Tudo isso deve movimentar o mercado de materiais de construção. A indústria da construção finalmente dá sinais de que deve começar a se recuperar.


Com esse reforço extra para levar mais famílias para as lojas de materiais de construção, o seu negócio está adequado para receber estes novos clientes?

 

Ter uma loja organizada, com boa exposição dos produtos é fundamental para este momento de acolher novos consumidores. A Prol tem toda a estrutura para ajudar você no seu projeto e apresenta as melhores soluções para o seu negócio.

 

Conheça abaixo alguns de nossos produtos ideais para lojas de materiais de construção:

 

Expositor para pisos.

Permite regulagem de altura para todos os tamanhos de pisos.


Expositor para Pisos Prol
 

Gôndola Passo 40 Linha Luxo.

Alta capacidade de carga, Painel Central Duplo, 32 Opções de Cores, 2 Anos de Garantia, Porta-etiqueta colorido, Garante Facilidade de Reposição e Montagem, Modelo Clássico Prol, Há mais de 15 Anos na Lista de Produtos. Ideal para grandes lojas de material de construção.


Gôndola Passo 40 Linha Luxo Prol - Descrição


Gôndola Passo 40 Linha Luxo
 

Gôndola Prime Linha Class.


Projetada em sistema Passo 25, que permite uma melhor regulagem de altura das bandejas, aumentando a capacidade de exposição em até 22%.


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Gôndola Prime Linha Class Prol
 

Gôndola Rack Prime Passo 40.


Maior capacidade de carga, ideal para grandes volumes e pesos.


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Acessórios para Gôndolas.

Anteparos, Barras, Cestos, Ganchos, Suportes, Painel Perfurado. Projetos Especiais: Desenvolvemos aramados, ganchos e suportes para o seu produto.


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Sistema de Armazenagem.


Contamos também com uma vasta linha de soluções em armazenagem para atender plenamente seu estoque.


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Solicite um orçamento sem compromisso em http://prolmoveis.com.br/fale-conosco/ e já comece planejar sua loja para vender mais em 2017 com a chegada do Cartão Reforma.

Exposição Organizada Evita Processos de Clientes

Exposição organizada evita processos de clientes.

Não é lenda urbana de supermercadistas, em Minas Gerais um atacarejo foi condenado a pagar indenização de R$ 8 mil após caixa de produto cair sobre consumidora.
Ela foi atingida na cabeça por duas caixas de biscoitos de cerca de 20 quilos, que caíram de uma altura de quatro metros. O acidente aconteceu em 2011.

 

Para evitar problemas, é recomendado evitar empilhamentos altos na área de venda e no estoque. Além disso, nenhuma parte das caixas ou dos produtos pode ficar posicionada para fora da prateleira.

 

Já nas lojas do formato supermercado, a adoção de gôndolas mais baixas contribui para diminuir riscos, assim como treinamento e orientação dos funcionários.

 

Além de pensar suas gôndolas para evitar acidentes, é muito importante que a exposição do produto seja feita de uma forma correta e que chame a atenção do consumidor.

 

DICA 01


Para uma boa organização dos produtos é trabalhar com prateleiras de alturas medianas, assim você evita os acidentes, como falado antes, e que os seus clientes tenham dificuldades para alcançar produtos localizados mais ao alto, principalmente se eles são materiais que podem quebrar ou são um pouco pesados como latas e pacotes.

 

DICA 02


Aqui a dica é sobre a distribuição dos produtos nas gôndolas. É muito importante que eles estejam alinhados e distribuídos com um pequeno espaço de folga entre um e outro, sabemos que isso diminui o numero de produtos na gôndola, mas dessa forma você evita acidentes que podem aumentar o número de perdas de produtos sem condições de comercialização (produtos amassados, por exemplo). Além disso, ao reduzir o número de produtos nas gôndolas, fica mais fácil observar a rotatividade dos mesmos e, dessa forma, selecionar com mais certeza aqueles produtos que merecem locais de destaque dentro do comércio.

 

DICA 03


Quando envolve organização de campanhas de merchandising, é necessário tomar muito cuidado para que a exposição dos produtos em destaque não se torne uma armadilha para o cliente, por exemplo, uma pirâmide de caixas de leite no meio do corredor que dificulta a transição das pessoas e dos carrinhos de compra.

 

Neste vídeo do canal Varejo na TV, temos mais uma super dica de posicionamento dos produtos na gôndula.


Vertical - Horizontal ou em Blocos - qual o melhor?

 

 

Saber organizar o seu espaço e valorizar os seus produtos é um grande passo para melhorar o seu volume de vendas e também a satisfação e facilidade dos seus clientes ao fazer comprar em seu comércio.

 

Siga as dicas e conte sempre com a Prol para as melhores soluções em gôndolas, móveis de aço, exposição e armazenagem para o seu espaço!

Fonte: Supermercado Moderno, Varejo na TV (canal Youtube)

Black Friday 2016

O que esperar da Black Friday em 2016.

O Google apresentou uma pesquisa sobre o Black Friday no Brasil e os números indicam que, mesmo com a queda geral no consumo, as vendas continuam crescendo nas datas especiais.

 

Com faturamento de R$ 1,6 bilhão em 2015, o curto período da Black Friday foi mais poderoso para alavancar as vendas do que as duas semanas que antecederam o Dia das Mães, tradicionalmente a segunda melhor data do varejo brasileiro.

 

O que esperar da Black Friday em 2016?

 

Este ano, mesmo com a crise e até por causa dela, o mercado está otimista com a Black Friday. Os números indicam que, mesmo com a queda geral no consumo, as vendas continuam crescendo nas datas especiais: aumentaram 8% no Dia das Mães deste ano, 12% no Dia dos Pais e 16% no Dia dos Namorados com a Black Friday não será diferente.

 

Além disso, as buscas no Google indicam que o consumidor está se planejando cada vez mais para as compras, com uma crescente preocupação com preço: as buscas por este critério aumentam cerca de 60% ano a ano.

 

Pesquisa exclusiva – O comportamento do consumidor online na Black Friday


O Google divulga pesquisa inédita sobre o comportamento do consumidor brasileiro na Black Friday, encomendada pela empresa e realizada pela Provokers, que ouviu quase 800 brasileiros, de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, nas cinco regiões do país, durante o mês de agosto.

 

Algumas das principais conclusões da pesquisa:

 

- No Brasil, os consumidores online já somam quase 40 milhões , três quartos dos quais já participaram de alguma edição da Black Friday. A adesão é crescente.
 
- Em 2012, o percentual de consumidores online que comprou na Black Friday foi de 22%, enquanto em 2015, foi de 64%. Em termos de buscas, três em cada quatro consumidores online fizeram pesquisas na Black Friday de 2015.
 
- A expectativa com relação à próxima Black Friday 2016 é grande: três em cada quatro consumidores online se dizem engajados ou animados com a edição deste ano.
 
- O gasto médio do consumidor em 2015 foi de R$ 1.098, o dobro das outras datas sazonais. Quase um quarto dos compradores (23%) teve um gasto médio de R$ 3.041; a maioria (54%) gastou R$ 688,70; e 23% gastou menos de R$ 117,70.
 
- Os fatores mais considerados na hora da decisão da compra são: preço (42%), possibilidades de parcelamento (21%) e custo do frete (17%).
 
- Quando esses três são similares, 63% dos consumidores optam pelo site mais confiável para colocar seus dados pessoais, o que pode ser explicado pelo gasto médio alto.
 
- A forma de pagamento mais usada é, de longe, o cartão de crédito: 61% opta por pagar com ele parcelado e 33% a vista. A seguir vem o pagamento em dinheiro (32%), boleto bancário (26%), cartão de débito (18%), PayPal e similares (16%) e débito (12%).
 
- Com o consumidor se planejando mais para comprar, a Black Friday deste ano deve crescer ainda mais nos itens de alto gasto médio. Os consumidores que pretendem comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos foram os que mais disseram que pretendem esperar a Black Friday: smartphone (57% pretendem aguardar), informática (58%), TV (55%), Áudio/Vídeo (66%), eletrodomésticos (54%) e eletroportáteis (51%).
 
- A Black Friday, ao invés do Natal, é uma compra pessoal: mais da metade (53%) compra apenas para si mesmo . Os demais, 19% compra para presentear e 27% para ambos, antecipando parte das compras de natal.

 

Insights Google – A intenção de compra na Black Friday

 

Além desses dados, o Google também divulgou uma pesquisa interna com as buscas de itens e marcas na data. Esses dados refletem o comportamento do consumidor online e offline, além do maior planejamento e preocupação pelo preço.

 

- O tamanho e a importância da Black Friday, aparece no volume das buscas do Google: novembro é o responsável pela maior concentração de várias categorias no ano.
 
- Em 2015, o destaque foi: Moda (12% a 15% das buscas do ano na categoria), Informática (12%), TV (13%) e Eletrodomésticos (13%). As buscas se concentram ainda mais na semana da promoção: TV (41% das buscas de novembro), Eletrodoméstico (35% a 40%), Informática (35%), Moda (30% a 35%), Smartphones (36%).
 
- O segmento de smartphone , que foi responsável por R$ 360 milhões em vendas apenas na sexta-feira da última edição da Black Friday, registrou seu maior número de buscas no mês da promoção, com 11%.
 
- A Black Friday é o dia do ano com mais buscas por passagens aéreas e pelos programas de pontos como smiles, multiplus, etc. Só em 2015, mais de 50 empresas de turismo aderiram à data.
 
- A compra de pneus é cada vez mais influenciada pelo digital: 91% dos consumidores pesquisam online antes de comprar e novembro é o mês de mais buscas nessa categoria (10% do ano).
 
- Dois terços deles, porém, não sabe que marca comprar. As marcas mais buscadas na Black Friday de 2015 foram: Pirelli, Michelin, Goodyear, Firestone, Continental.
 
- O mercado de Beleza , que tradicionalmente é forte no offline, ganhou força nas vendas online: um incremento de 165% entre 2010 e 2015. As buscas por esses itens na semana da Black Friday representaram 28% do total do mês, com destaque nas buscas para as Aussie, Boticário, MAC, Maybelline e Quem Disse, Berenice?.
 
- As operadoras também tiveram seu maior pico de buscas (tanto por lojas físicas como onlines) na Black Friday, superando em 37% o segundo maior pico de buscas do ano (Cyber Monday).
 
- As buscas também mostram que o interesse do consumidor aparece tanto nos dias que antecedem quanto dias após a sexta-feira da Black Friday. A data abre a temporada de intenção de compra, que se mantém até o natal.

 

A pergunta agora é: sua armazenagem está organizada e sua logística preparada para aproveitar esta grande oportunidade de vendas?

Precisando projetar e organizar sua armazenagem? Você já sabe a resposta: PROL!

 
 
Fonte: Exame

intencao-de-consumo-famílias

Intenção de consumo das famílias teve aumento de 4,1% em setembro.

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 4,1% na passagem de agosto para setembro deste ano.

 

O índice ficou em 72,1 pontos, em uma escala de 0 a 200. Segundo a escala da CNC, quando a ICF fica abaixo de 100 pontos, os consumidores estão insatisfeitos com a situação atual da economia.

 

Na comparação com agosto deste ano, houve alta nos sete componentes da ICF, com destaque para perspectiva de consumo (8,5%) e momento para a compra de bens duráveis (6,3%). Os demais componentes tiveram as seguintes altas: nível de consumo atual (4,9%), perspectiva profissional (3,6%), renda atual (3,6%), emprego atual (2,5%) e compra a prazo (2,2%).

 

Em relação a setembro de 2015, por outro lado, houve queda em todos os indicadores: nível de consumo atual (-22,5%), compra a prazo (-16,5%), momento para compra de bens duráveis (-15,1%), renda atual (-10,7%), perspectiva de consumo (-8,6%), emprego atual (-2%) e perspectiva profissional (-1,3%).

 

De acordo com a CNC, “o volume de vendas do comércio varejista brasileiro no conceito restrito recuou 0,3% entre os meses de junho e julho, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do dólar nos três meses terminados em julho (-8,6%) e a reação da confiança dos consumidores, têm viabilizado perdas menores nos últimos meses”, informa a nota de análise dos resultados da pesquisa.

 
 

Fonte: EBC Agência Brasil

Dia das criancas-pesquisa comércio brasileiro

Dia das Crianças Deve Movimentar R$ 7,3 Bilhões no Comércio Brasileiro.

O comércio brasileiro deve movimentar uma receita em torno de R$ 7,3 bilhões com as vendas relacionadas ao Dia das Crianças. É o que revela pesquisa nacional Fecomércio RJ/Ipsos.

 

De acordo com o levantamento, 40% dos consumidores brasileiros pretendem adquirir algum produto na data comemorativa.

 

Como já é tradição no Dia das Crianças, entre as opções preferidas de presente, 59% responderam que darão brinquedos, 27% roupas, 7% calçados e 3% bicicletas. Neste ano, o tíquete médio para a compra de todos os presentes está em torno de R$ 118,87. Quando o gasto médio é dividido por gêneros, este ano, os homens serão um pouco mais generosos, com intenção de gastar, em média, R$ 125,37. As mulheres, por sua vez, afirmaram que têm a intenção de gastar cerca de R$ 113,35.

 

Pagamentos à vista

 

De olho na conjuntura econômica, cerca de 7 em cada 10 consumidores brasileiros (71%) informaram que pretendem adquirir os produtos para a data comemorativa por meio do pagamento à vista. O percentual continua praticamente estável quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando 73% dos brasileiros tinham esta intenção.

 

A pesquisa foi realizada pela Fecomércio RJ/Ipsos, no período de 30 de julho a 9 de agosto de 2016, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 65 municípios brasileiros.

 

Prepara-se para vender mais no Dia das Crianças

 

Dicas do Sebrae/RS para as empresas que ainda não se prepararam para aproveitar a data, comemorada em 12 de outubro.
As lojas que ainda não se prepararam para receber pais, tios, padrinhos e também as crianças, que vão pessoalmente escolher os seus presentes, ainda têm tempo para se prepararem.

 

Criar um ambiente convidativo com foco nas crianças - Carrocinha de pipoca, guloseimas, balões coloridos, espaço na loja para desenhos e pinturas, tatuagens infantis. Todas essas atrações chamam a atenção das crianças e tornam-se diferenciais na hora de escolher o estabelecimento para realizar as compras.
Para atrair ainda mais os pequenos, é interessante que a equipe de vendas esteja usando uniformes lúdicos como boné colorido, avental ou camiseta.

 

Outra sugestão é colocar adesivos antiderrapantes no chão com desafios lúdicos como, por exemplo, jogos de tabuleiro, caça ao tesouro, amarelinha, trilhas que estimulem a curiosidade.
Segundo a técnica, esta é uma forma de fazer, também, o cliente conhecer a loja inteira e o que ela tem para oferecer.
Basta ser criativo e lembrar: quem paga são os adultos, mas as crianças, em grande parte, são as decisoras finais da compra.

 

Seguem abaixo outras dicas que podem ajudar o empreendedor a vender mais no Dia das Crianças:
 

• Mantenha o cadastro dos clientes atualizado (nome, telefone, e-mail);
 
• Avise o cliente (pode ser e-mail marketing; mensagem SMS, Rede Social) que a loja está pronta para recebê-lo e ofereça dicas de presentes;
 
• Promova sorteios de brindes: jogos, livros, caça-palavras, cubo mágico. Dê preferência para brindes educativos;
 
• Busque vendas futuras. Não foque somente no “aqui e agora”;
 
• Agrade os adultos pais e os adultos que não têm filhos, pois podem presentear afilhados, sobrinhos e amigos;
 
• Ofereça um excelente atendimento, olhe nos olhos do cliente, fale sorrindo, utilize suas experiências: "meu afilhado levou este produto e gostou muito";
 
• Disponibilize condições atraentes de pagamento;
 
• Conheça o produto – muitas pessoas que não tem filhos saem à procura de presentes para crianças. O atendente deve perguntar idade da criança, quais são os seus hobbies, se gosta de ler, se é discreto, se tem brinquedos eletrônicos, ou seja, fazer perguntas que possam ajudar o adulto a fazer as escolhas;
 
• Estimule no atendente as vendas adicionais: Se o cliente vai levar um kit de lápis de cor, ofereça um estojo; se vai levar uma roupa ofereça uma peça adicional, um acessório, por exemplo;
 
• Faça um pós-venda. Os clientes se surpreendem ao receber uma ligação cujo objetivo é apenas perguntar se sentiu-se bem atendido e se o produto ou o serviço atenderam sua expectativa.
 
• Reveja a disposição, vitrine, exposição dos seus produtos. Para isso, você já sabe...pode contar com a ajuda da Prol. Solicite um orçamento e boas vendas!

 
 
Fontes: Portal Eletrolar e Sebrae/RS

Fidelidade

Crescem cadastros em programas de fidelidade.

A quantidade de cadastros em programas de fidelidade em cinco das empresas associadas (Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints e Smiles) aumentou 17,5% nos últimos doze meses, alcançando 74,6 milhões no final do segundo trimestre. Os dados são da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) e são referentes ao segundo trimestre de 2016.

 

De acordo com o levantamento, a quantidade de pontos/milhas acumulados ficou em 39,7 bilhões, 1% menor que o registrado no primeiro trimestre de 2016. Os resgatados foram 33,1 bilhões de pontos/milhas, queda de 4,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A volatilidade do dólar é o principal fator que impacta diretamente no acúmulo e resgate de pontos/milhas.

 

“Sentimos maior engajamento dos consumidores em utilizar os programas de fidelidade. O crescimento dos cadastros exemplifica isso, claramente, e demonstra mais popularidade por parte dos programas. A queda dos pontos emitidos e trocados, no entanto, é justificada pela alta do dólar, já que os pontos considerados neste trimestre são reflexo do que foi repassado pelos bancos com uma taxa cambial maior, mas, com o dólar retornando sua estabilidade, a expectativa é que esses indicadores voltem a aumentar”, ressalta Roberto Medeiros, presidente da Associação.

 

Resgate no varejo

 

Na faixa até R$ 50, o item mais procurado foi o vale presente. Entre R$ 50 e R$ 100, ficou em primeiro lugar o crédito para combustível. Na faixa acima de R$ 100, o pagamento de contas foi o serviço mais resgatado “Isso demonstra que os consumidores têm utilizado os pontos/milhas não somente para viajar, mas para complementar os gastos do dia a dia”, conclui Roberto Medeiros.

 

Outro dado que comprova o quanto o consumidor está vendo vantagem nos pontos/milhas, é o crescimento do acúmulo no varejo. Os associados da ABEMF, juntos, levantam que, apesar da maior parte do resgate estar direcionado ao aéreo, apenas 11,7% dos pontos/milhas acumulados são referentes à emissão de passagens. Os 88,3% restantes são acúmulos feitos no varejo e, principalmente, por meio do cartão de crédito, comprovando o valor que o consumidor vê em acumular por outras frentes para viajar mais.

 

 

Fonte: Exame